Seja gentil, mas não sempre

Gentileza pode ser fatal em casos de ataque cardíaco, revela estudo *

Calma, o estudo diz que só as mulheres que contam com apoio familiar e de amigos estão propensas a sofrer um segundo ataque cardíaco – que pode ser fatal.

“mas como?? Isso não faz sentido! Quer dizer que mulher abandonada à própria sorte e homens têm 3 vezes mais chances de se recuperarem sem o segundo ataque? Mas coooomo??”

Eu diria que faz sentido, sim. Da última vez que passei por intervenção cirúrgica estiveram comigo: minha mãe, minha irmã, a mãe da minha cunhada, a irmã da minha cunhada, uma tia que não via há 5 anos, uma amiga dessa tia que eu não conhecia, uma outra tia que gostaria de não ver por 5 anos, um tio, minha avó, meia dúzia de amigos e um conhecido que acompanhava a esposa internada no mesmo dia e aproveitou para fazer uma social.

Tudo isso em 2 dias! E – o que é pior – uma das tias acompanhou a enfermeira na hora de retirar a sonda… Eu estava muito grogue para pedir um mínimo de privacidade – muito embora pense que nem deveria ser necessário pedir. É igual o curso de Secretaria Executiva que fiz: a primeira lição da preletora foi que é importante tomar banho todos os dias. Ôrra! Isso devia vir de berço, não num curso que paguei os tubos! [Sinal talvez que algumas pessoas não cumprem o ritual banhístico diário?]

Voltando ao escopo, foi muito estressante. Se tivesse passado por uma cirurgia cardíaca decerto também teria um troço. Tudo o que queria era descansar, mas quem disse que deixaram?

Sabe tudo

Logo na primeira vez que assisto um pedaço da novela Esperanza tenho a sorte de ouvir uma pérola.

O cidadão chega na sala onde estão 3 ou 4 pessoas e comenta:

- Ah, estou vendo que são todos italianos(*).

- Menos eu, respondeu um. Sou advogado.

Ah, tá… O cara não é italiano, é advogado. O lema da Globo, “tudo a ver”, ficou meio sem contexto depois dessa.

* Como é que alguém VÊ que outro fulano é italiano? Alguma marca na testa ou coisa do tipo?

Curvadores de cílios

curvex.jpgAviso aos homens: este post contém descrição de atos violentos. Se você é sensível à dor sugiro pular isso.

Outro dia recebi por email um conto erótico de fundo sado-masoquista. Tem bastante gente que gosta disso, pelo que vi. É um tal de algema pra cá, vela vermelha pra lá e tome sacanagem. Mas masoquismo mesmo, no duro, é ser mulher. Além da TPM e das cólicas, que não vou repetir a descrição aqui, ainda têm os processos embelezadores. Um professor de Química que tive no 3º colegial sustentava a teoria de que mulher não deve se depilar.

Bom, depilação não é algo meramente estético quando a gente mora num país tropical; chega a entrar na questão da higiene propriamente dita.

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A culinária creole

Os Creoles eram descendentes da aristocracia européia que, por não serem os primogênitos, não tinham direito à herança das terras da família no velho continente. Geralmente, eram fazendeiros ricos e sua cozinha tinha aspirações à grande culinária. Adotavam receitas francesas e espanholas tendo a seu serviço chefs desses países. O emprego da técnica européia no trato dos ingredientes locais gerou uma nova cozinha, a creole.

CAMARÃO À CREOLE

Ingredientes
1 colher (sopa) de pimentão em flocos
1 colher (sopa) de aipo em flocos
1 colher (chá) de cajun (*)
½ xícara (chá) de purê de tomates
1 colher (chá) de molho inglês
1 xícara (chá) de água
500 g de camarões grandes
salsa a gosto

Modo de Preparar
Numa panela, junte o pimentão, o aipo, a água e o purê de tomate. Leve ao fogo e espere ferver, mexendo. Acrescente o cajun e o molho inglês. Misture e deixe apurar. Tempere com sal a gosto. Quando o molho estiver encorpado, adicione os camarões e deixe-os cozinhar (eles ficam rosados). Sirva em seguida, polvilhando com salsa a gosto.
Rendimento para 4 pessoas.

(*) O Cajun é um tempero para peixe e frango. Composto por páprica, sal, estragão, alho, cebola, pimenta do reino, salsa, canela, tomilho e pimenta calabresa. Típico da cozinha Creola.

Chiquita bacana

Não permita, Deus, que eu morra antes de conhecer a Martinica.

TROPICALIDADE EM ALTA

A Martinica já se tornou famosa entre os caribenhos por sempre inspirar superlativos. Antes da chegada dos franceses à ilha, em 1635, Colombo já tinha falado sobre ela algo que passou para a história como “Esta é a melhor, mais rica, mais doce e mais charmosa ilha do mundo”.

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