GP Spa

Lemyr Martins, em coluna da Quatro Rodas, fala sobre o fim de uma era na F1: a saída do calendário do GP da Bélgica. Para quem não liga o nome à pessoa é Spa Francorchamps, lesado.

É lamentável, porque, se havia uma unanimidade entre os pilotos, essa era Spa-Francorchamps. Todos concordavam que o circuito belga era o mais prazeroso de pilotar. Não negavam que era perigoso. Nenhum admitia ter medo, embora muitos chegassem ao pavor.
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… é a [curva] Eau Rouge que gradua os pilotos. Só os grandes a fazem com o pé embaixo. A Eau Rouge separa duas montanhas e seu vértice fica entre o fim de um trecho descendente e o início de uma subida forte. O italiano Riccardo Patrese, 256 GPs de F-1, garantia que “as bolas subiam na garganta” quando o carro atingia o ângulo da Eau Rouge.

Cada vez menos interessante sair da cama domingo de manhã…

Alta velocidade

Falar em corrida me lembra que assisti aquele filme com o Stallone, Alta Velocidade, Velocidade Máxima, Alta Velocidade Máxima ou coisa assim.

Vale a pena só pelas referências, porque o filme é ruim de dar dó… Tem lá o Chip Ganassi, o Jean Alesi, Michael e Mario Andretti, os brasileiros quase todos [Fittipaldi, da Matta, Roberto Pupo Moreno, Gugelmin]. Dizem até que Gugelmin foi o consultor técnico do filme. Esses apareceram como eles mesmos, sem contar os personagens que faziam referência a alguém real das F1 e FIndy/Cart.

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Perdeu, preibói

A luz acabou no meio da sua tese de faculdade? Calma, isso não é trabalho perdido.

Trabalho perdido é ser um cirurgião plástico, casar com uma égua de raça, com uma boa matriz nas suas palavras, fazer uma dúzia de operações na esposa – inclusive uma covinha [!!] no queixo – ser assassinado no portão de casa e ver a mulher aparecer em todos os canais de TV no horário nobre parecendo uma travesti.

E se esgoelando e chorando porque “tinha acabado de aumentar a mama”.

Ou seja, além de fazer mal-feito nem teve tempo de *apreciar a obra*.

Isso sim é trabalho perdido…