– Era tão moço — suspirou — e tão bonito.
As palavras de D. Agripina mal penetravam em meu cérebro enquanto virava as páginas do álbum de fotografias.
– Morreu de quê, D. Agripina?
Os olhos, era isso. Mesmo através das fotos em preto-e-branco, muitas quase desbotadas, era possível perceber que eram olhos tristes. Olhos que encaravam diretamente a lente da câmera