Plastic kiss

ebbarb.jpgBarbarella é um filme de Roger Vadim, da época em que ele era casado com Jane Fonda, a atriz principal [pensou nos diretores de novela brasileiros que fazem o mesmo? Menos, menos... só copiam o nepotismo; a qualidade não se compara], a partir de quadrinhos de Jean-Claude Forest. O filme também inspirou o nome da banda inglesa Duran Duran:

No século 41, Barbarella, uma voluptuosa agente intergaláctica (Jane Fonda), representante do governo unido da Terra, viaja até outra galáxia em busca do cientista Duran Duran, cujo desaparecido raio positrônico pode resultar no fim da humanidade. Ela vai até o sistema Tau Seti, onde sua nave cai. A partir daí, até encontrar Duran Duran, Barbarella se depara com as mais estranhas criaturas, que tentam experimentar todas as formas de sexo interestelar com a bela agente.

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Hitch

Outro filme assistido no fim-de-semana, ótima sessão pipoca: comédia romântica [esse é o que Will Smith fez depois de ouvir a bronca do seu filho pequeno, de que ele devia parar de salvar o mundo - *momento ooooooo que fofo*]. Will Smith é um bom ator – e conta com uma voz-chocolate bonus -, mas o filme ainda tem Kevin James ins-piradíssimo. Hitch é praticamente dele, não tem por onde.

Bem-vindo À Selva

No fim-de-semana assisti o filme do título [The Rundown, EUA/2003], que tem uma cena de abertura promissora com o ator The Rock [Dwayne Douglas Johnson, o que fez Escorpião Rei e O Retorno da Múmia], uma pancadaria contra jogadores de futebol americano num bar. The Rock é um resgatador, um sujeito que cobra apostas, traz pessoas para outras, etc., enquanto não junta dinheiro suficiente para abrir seu próprio restaurante. Uma das pessoas que ele deve resgatar é o filho de um gângster, interpretado por Seann Scott Williams [da trilogia American Pie].

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A vingança!

*Pausa para tentar respirar e escrever no meio de um ataque incontrolável de gargalhadas*

O site Mugglenet, que é em inglês, deu a notícia sobre a data do lançamento da versão traduzida para português br de Half-Blood Prince a partir de um poste do brasileiro Pottervillage literalmente assim:

The Portuguese translation of the sixth book in the Potter series is due to be published by Rocco Publishing Company sometime in December. The book will be translated by Read Wyller, who took 100 days to translate Order of the Phoenix.

Read Wyller. Captou? Read Wyller. Hahahahahahahahahaha!! Traduziram o nome de Lia Wyller, a tradutora oficial brasileira da série, para Read!

*Voltando a rir desbragadamente*

Bem feito pra ela.

*Risinho maldoso*

Quem traduz nomes de personagens e comete “liberdades” como transformar Slytherin em Sonserina, Ravenclaw em Corvinal e Hufflepuff em Lufa-Lufa certamente merece ser traduzida também, em idiomas estrangeiros. Caso o pessoal do Mugglenet corrija a grafia, eu salvei o printscreen.

Update: Corrigiram, de fato. Mas não a tempo de evitar uma prova do crime.
;o)

Update2: Em Portugal, o título será HP e o Príncipe Meio-Sangue…

[Pensei em pôr como um update do poste -21, abaixo, mas merece um poste exclusivo, essa...]

O Estranho Caso do Gato da Sra Hudson

Capa do livro O Estranho Caso do Gato da Sra Hudson, de Colin BruceO ESTRANHO CASO DO GATO DA SRª HUDSON
E outros mistérios da Ciência resolvidos por Sherlock Holmes

Colin Bruce

CIÊNCIA ABERTA
Nº de páginas: 260
Ano de Edição: 1999
ISBN: 972-662-680-3

O único livro de Sherlock Holmes que li até hoje foi Um estudo em vermelho [em escarlate, português pt]. Nele, Watson explica a Holmes que a Terra gira em torno do Sol e em torno de seu próprio eixo. Holmes ouve e responde que tratará de esquecer disso em seguida, pois o cérebro é como um quarto: se o atulhamos de conhecimentos sem utilidade não conseguimos encontrar logo o que procuramos. Isto na versão do autor, Sir Arthur Conan Doyle.

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Casa de ferreiro…

.. espeto de pau.

Fiquei cinco dias sem internet em casa. E uma baita preguiça de conectar o cabo do telefone no modem móde dispor de, pelo menos, uma conexão dial-up. Mas agora que o tédio bateu de verdade até me animei a usar o discador daquele provedor lá, o grandão. No selvício apenas não dava nem tempo de respirar, quem dirá de escrever algo minimamente decente aqui. Não são férias, não… *ai se sêsse!*

Digressões à parte, nesses dias andei a ler e assistir filmes. Coisas que não exigissem sair da cama.

Foi assim que terminei de ler o vol. 5 do mangá “Lobo Solitário” – que tem uma seqüência cheia de ternura, quebrando toda aquela violência e a dureza do código de honra do Japão feudal.

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Um Mau Começo

Um pouco mais pra baixo comentei sobre sapos engolidos. Parece que um deles estava estragado. Desde sexta-feira ando verde pelos cantos, passando muito mal. Daí hoje tirei folga, por conta do plantão de fim-de-semana, e aproveitei para ler “Mau Começo“, primeiro volume de Desventuras em Série. Não vou comentar muito sobre o enredo porque a Bruna já fez isso muito melhor, e agora entendo o entusiasmo dela. Eu só não me lembro de ter visto alguém comentar sobre o nome do executor testamentário dos Baudelaire, o Sr. Poe: ele tem dois filhos, de nome Edgar e Albert. Edgar A. Poe, escritor de contos góticos e de terror, bem apropriado para criar o clima das histórias de Lemony Snicket. O livro é dedicado a Beatrice, mas aí não sei se é a mesma de Dante [Alighieri, o da Divina Comédia], o que também faria sentido.

O grande defeito do livro é que a gente termina muito rápido: as letras são maiores que dos livros “adultos” e há ilustrações [lindas, a lápis ou carvão ou nanquim, de Brett Helquist]. Viciei.

Doze homens e outro segredo

Não vou chegar ao extremo de dizer que a melhor parte do filme “Doze homens e outro segredo” é a trilha sonora – mas até acho que é… Baixei o álbum inteiro atrás daquela música da seqüência de Vincent Cassel para descobrir que é a Faust 72, interpretada por Dynasty Crisis, bem seventies com o sintetizador moog e que tem rolado ad infinitum no Winamp de Miguelito. Agora estou a baixar o álbum de “Onze homens e um segredo” v.2001, que também é uma trilha matadora.

Semi-replay 2.5*

*Inédito aqui, conhecido apenas dos habitantes da Mansão ACBr. Porque hoje estréia o filme O Guia do Mochileiro das Galáxias, eu dormi das 4h30 às 7h00 e trabalharei o fim de semana inteiro.

Abduzidos
Primeiro: o aniversário das Lucianas já passou e ele chegou atrasado.

Ou…

Todo o povo que estava comemorando foi abduzido por alienígenas, desmaterializado do salão de festas e transportado em direção a uma nave espacial na estratosfera. Nesse exato momento devem estar passando por Plutão e deve ter algum velho amigo meu gritando alucinado: “é aqui que eu desço! É aqui que eu desço!”
Sama-san

*Flashback*

Zaphod Beeblebrox tentou passar despercebido na festa. Não era muito fácil, com suas duas cabeças, mas obteve um relativo sucesso. Havia caído ali [literalmente] porque a nave estava a seco. A Coração de Ouro, que ele roubou quando ainda era Presidente da Confederação das Galáxias, era movida por Improbabilidade Infinita, e viera atrás de combustível. A probabilidade de haverem dois participantes da mesma lista de discussão dedicada à maior escritora de romances policiais daquele planeta aniversariando no mesmo dia era grande. Grande [e portanto Finita] também era a probabilidade de que houvessem quatro ou mais Lucianas dentre os integrantes; já a probabilidade de que justamente duas Lucianas aniversariem no mesmo dia poderia abastecer a nave por mais alguns meses.

Ele pegava mais um brigadeiro da bandeja quando a oportunidade perfeita se apresentou: um dos integrantes perguntava onde ficava o banheiro. A moça fez o sinal universal de que ficava às suas costas: 4 dedos dobrados, o dedão esticado para trás. Por uma incrível coincidência ["mais alguns anos-luz sem precisar reabastecer", calculou Zaphod] este era também o sinal do caronista… do mochileiro. Neste momento ele abdu…. ahn, convidou-os todos para um bota-fora num restaurante que ele conhecia, ali pertinho, no Fim do Universo.

O old friend de Don Samael não desceu em Plutão, conforme o planejado. Neste momento ele está degustando sua sétima taça de Dinamite Pangalática e chamando Vogon de “meu bem”.

Ford Prefect atualizou o Guia do Mochileiro das Galáxias, verbete “festas na Mansão ACBR”: na edição anterior ainda não era a única festa da Terra onde se toca Apaato no Paati, do DJ Pokemon.