Casa de ferreiro…

.. espeto de pau.

Fiquei cinco dias sem internet em casa. E uma baita preguiça de conectar o cabo do telefone no modem móde dispor de, pelo menos, uma conexão dial-up. Mas agora que o tédio bateu de verdade até me animei a usar o discador daquele provedor lá, o grandão. No selvício apenas não dava nem tempo de respirar, quem dirá de escrever algo minimamente decente aqui. Não são férias, não… *ai se sêsse!*

Digressões à parte, nesses dias andei a ler e assistir filmes. Coisas que não exigissem sair da cama.

Foi assim que terminei de ler o vol. 5 do mangá “Lobo Solitário” – que tem uma seqüência cheia de ternura, quebrando toda aquela violência e a dureza do código de honra do Japão feudal.

Também reli “Sonho de uma flauta”, de Hermann Hesse, para quebrar outra seqüência: há muito tempo só tenho lido autores britânicos. A pausa durou uma noite, porque logo em seguida voltei para a ilha e reli “A preceptora” de Anne Brontë, a irmã mais nova de Charlotte ["Jane Eyre"] e Emily ["O morro dos ventos uivantes"].

Já pelo lado dos filmes assisti “Elektra” e devo confessar que gostei mucho! Mais que de Homem-Aranha [qualquer um dos dois] e seguramente mais que de Demolidor – aliás, *se não me engano*, Elektra é spin off de Demolidor, que é spin off de Homem-Aranha. Tudo em família, mas Elektra tem Goran Visnjic e Jason Isaacs [Lucius Malfoy] bonus.

Ladrão de diamantes veio em seguida, com musiquinha de titia Rita Lee na trilha sonora – e não há mais o que comentar sobre o filme.

O terceiro foi um que disseram ser *a minha cara*. Nah, só porque fala de interpretação de códigos secretos, sociedades milenares, História e caça ao tesouro, sem mencionar Nicolas Cage, Harvey Keitel e Sean Bean bonus?
;o)

Mas é sério, adorei “A lenda do tesouro perdido”. Um dos melhores diálogos está nele, quando chegam ao fosso sob a Igreja da Trindade:

Shaw: — Como eles construíram tudo isso sem equipamentos?
Gates: — Do mesmo modo que as pirâmides, a muralha da China…
Riley: — É, os alienígenas ajudaram.

E, por fim, assisti uma fábula rock’n’roll: o dvd de [finalmente!] Ruas de fogo. Um cRássico da sessão da tarde da minha geração *cof*, e uma trilha sonora que toca até hoje. Foi indescritível descobrir o quanto é canastrão Michael Paré ;o) e quão estranho é Willem Dafoe. É pena que, assim como outros cRássicos da sessão da tarde, o dvd seja tão pobre de extras: mal se pode selecionar áudio e legendas e só.

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Um comentário sobre “Casa de ferreiro…

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