De rodas, bolas e bolhas

Um brasileiro vence a corrida no Texas, consolidando a primeira colocação no ranking da IRL e não tem notícia em nenhum dos grandes portais. O mundo é uma bola umbigal. Que seja, o berro que dei quando Sam Hornish Jr. deixou o motor morrer no último pit stop foi bem parecido com o que dei no gol de Drogba contra a Arrentina: era a falta de sorte que atingiu Helio Castroneves em Indianapolis fazendo uma visitinha ao Hornish [sou só eu ou mais alguém pensa besteira quando vê o nome do cara?].

Na IRL também tem a equipe Super Aguri [até onde eu saiba os pilotos não vestem a cueca por cima das calças] e, para manter a tradição, eles também contam com um kamikaze ao volante: o nome deste é Kosuke Matsuura e é totalmente pinel. Ele deu um totó no Vitor Meira que deixou a marca da roda estampada na lateral do carro do brasileiro. Corre o bastante para ser competitivo, só que é um perigo pra quem está do lado. Ou atrás. Ou na frente. Não demora muito e vai ter a licença para dirigir cassada igual quinem o Yuji Ide. A Super Aguri não aprende e já arranjou outro maluco pro terceiro carro que disputa a F1. Por que é que eles não desistem e ficam só no que são bons?

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