Tóim na testa

Revendo Homens de Preto no sábado à tarde é que percebi, ali no meio dos seres estranhos, um tipo familiar: Tony “Monk” Shalhoub no papel de um comerciante ilegal de armas alienígenas. Da primeira vez que assisti passei o tempo todo babando pelo Tommy Lee Jones e não prestei atenção nos detalhes.

Revendo Demolidor – O Homem Sem Medo no domingo à tarde é que percebi as referências a artistas da casa editora dos quadrinhos [Joe Quesada, Jack Kirby, Stan Lee, Frank Miller - os dois últimos apareceram em pontas] e a presença de Jon Favreau, que vem a ser o responsável por outra adaptação da Marvel [Homem de Ferro]. Da primeira vez que assisti passei o tempo todo dirigindo insultos contra o Ben Affleck e não prestei atenção nos detalhes.

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High School Musical

Pôster do filme High school musicalGaroto conhece garota nas férias de verão e vivem interlúdio terno. Ao retornar às aulas, ele descobre que ela é a nova aluna da escola mas teme assumir que teve um momento terno com a garota por causa da turma. Ela faz amizade com pessoas com interesses diferentes dos dele, mas enfim descobrem que todas as faunas podem conviver harmoniosamente no meio de muita cantoria, ó, o amor é lindo. Parece familiar?

Quase 30 anos depois, High School Musical é uma versão teen, Continuar lendo

O Segredo do Anel

Capa do livro O Segredo do AnelTerminei de ler O Segredo do Anel, que é o primeiro de uma trilogia anunciada pela autora Kathleen McGowan a seguir a trilha de O Santo Graal e A Linhagem Sagrada [citado pelo menos umas duas vezes na trama], assim como O Código Da Vinci: impossível não comparar [hermã que emprestou o livro definiu assim: "é diferente mas é igual"]. Em vez de um professor simbologista, uma repórter acadêmica [?]. Em vez de Da Vinci, Botticelli e de La Tour. Em vez de Paris, a região do Languedoc. Em vez da Opus Dei, uma confraria incógnita. Foi duro agüentar os primeiros dois terços do livro, inda mais porque a autora tem um estilo mais trágico que faz as personagens derramarem lágrimas de emoção ou trocarem “olhares significativos”. Tem trechos que parecem tirados de romance da Harlequin.

O terço final é mais interessante porque ela usou essa mesma veia romântica para criar o que seria o Evangelho Segundo Maria Madalena, que mostra os últimos dias de Jesus sob o ponto de vista das mulheres da vida dele. Também é interessante a idéia de que devemos olhar com olhos críticos a História escrita e não menosprezar o folclores e as tradições orais, além de pescar referências sobre os cátaros e Rennes-le-Château. E, também como no Código, o enredo é altamente cinematográfico – quem sabe um filme esteja por vir.

O livro? Bom entretenimento e longo o bastante pra render pelo menos uma semana de leitura antes de dormir.

O Segredo do Anel
Autora: Kathleen McGowan
Editora: Rocco
Trad.: Pinheiro de Lemos
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 429

Duas visões diferentes

O Globo: “Em todo o país, as bibliotecas enfrentam problemas com furtos e danos a livros, e debatem maneiras de conscientizar os leitores.”

Eu sei que tem gente que até curte encontrar um livro “personalizado” com linhas sublinhadas ou anotações nas margens, em sebos, mas não consigo fazer isso com meus livrinhos. Malemá identifico nome e ano na folha de rosto. Por outro lado…

Folha: “Livro que se deseja ler são os livros proibidos: precisam ser roubados. Era assim quando eu era pequeno. A gente roubava o livro proibido e ia atrás das passagens mais escabrosas.”

De certa forma, é um pensamento que quase me consola quando lembro do meu Lao-Tse sumido. Quase.

Tem mas acabou

– Correios, bom dia.

– Oi, você tem daquelas caixas de Sedex temáticas no tamanho 1?

– Que tamanho é esse? Tem pequeno, médio e grande.

– Do pequeno. Qual estampa tem aí?

– Tem da caixa azul com amarelo.

– Mas esse é da comum, você não tem daquela com tema de litoral, do Centenário, de estrela?

– Não, só da azul com amarelo.

Então tá, né? Pedi para Muleki pegar quando passasse por perto. Meia hora depois ele chega com as caixas – temáticas, da que eu queria. Disse que viu na prateleira e achou bonitinhas [eram as Litoral], trouxe sem saber da conversa anterior. Em vez de “tem mas acabou” aconteceu “não tem mas achou”.

Moral da história: para quem tou devendo as balinhas e outras coisas, aguarde e confie. Despacho na segunda.

Deathly Hallows

Nem há notícia ainda de que a autora tenha terminado o livro 7 e os correios britânicos já se organizam para entregar àqueles que comprarem na pré-venda [não digo que "eu, inclusive" porque os correios britânicos não entregam no Brasil, mas que serei uma das primeiras a comprar na pré-venda nem há dúvidas. Até já deixei meu email na página especial da Saraiva para isso].

Não é à toa que as edições infantil e adulta estejam nos 2 primeiros lugares da lista de bestsellers da Amazon.uk [mas me deu vontade de ler "Por que os pés dos pingüins não congelam? e outras 114 questões". Sem contar que esse já foi publicado].

Quanto à tradução do título, tem uma entrevista recente [29/12/06] da tradutora no site Potterish. O título ***provisório*** é Harry Potter e As Insígnias Mortais