A gente não quer só comida

No princípio era o Verbo… Ops, os japoneses tentando proteger a tradição e a qualidade dos seus pratos típicos em restaurantes fora do país [v. Governo aprova policiamento da culinária japonesa].

Agora a Itália lança uma cruzada pelo mesmo motivo [v. Academia da Cozinha quer combater comida italiana ruim].

Em Portugal não se chega a extremos ainda, mas há pelo menos uma voz a se levantar, embora para um outro lado [v. O sentido da refeição está a morrer].

Papo de comadre? De jeito maneira. As expansões e migrações só aconteceram por causa de comida.

Shinobi

Capa do DVD ShinobiNo começo do século XVII, o xogum Yeyasu Tokugawa unificou o Japão sob uma autoridade única, no que ficou conhecido como o Período Edo [Edo é a atual cidade de Tóquio, nonde Tokugawa estabeleceu-se]. Algumas eminências pardas o aconselharam a neutralizar os clãs ninjas, que obedeceram ao senhor local durante os séculos em que o país esteve dividido entre feudos e que portanto representam uma ameaça ao Senhor dos Senhores. Dentre as eminências pardas encontramos Yagiyu* e Hattori Hanzo** [hah! reconheceu os nomes, né?], que temem especialmente os clãs shinobi [outra denominação para "ninja"] Iga e Kouga, inimigos declarados há mais de 400 anos.

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Corvinal

The sorting hat says that I belong in Ravenclaw!

Said Ravenclaw, “We’ll teach those whose intelligence is surest.”

Ravenclaw students tend to be clever, witty, intelligent, and knowledgeable.
Notable residents include Cho Chang and Padma Patil (objects of Harry and Ron’s affections), and Luna Lovegood (daughter of The Quibbler magazine’s editor).

Take the most scientific Harry Potter
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ever created.

Get Sorted Now!

Alguém, uma vez, disse que eu pareço a Luna Lovegood – o que, pra mim, é uma baita de um elogio!

No mesmo teste deu que minhas chances de ser sorteada são 54% Slytherin, 68% Gryffindor, 82% Hufflepuff e 91% Ravenclaw.

Harry Potter e A Filosofia

No 98º dia antes do lançamento do sétimo livro da série Harry Potter tive um ataque de ansiedade [coisa que nunca me acontece *caham*] e cabei não resistindo: comprei o primeiro livro fora da série oficial [o Manual dos Bruxos não valeu, era emprestado]. Harry Potter e A Filosofia é um apanhado de artigos publicados por professores de filosofia e filósofos pró-HP a partir das leituras deles dos livros 1 a 5, no mesmo estilo de Matrix: Bem-vindo ao deserto do real. Terminei de ler no 93º dia da contagem regressiva.

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You should be dancing, yeah

Continuando com o tema da semana [breguices], também assisto esses concursos de dança pela tv [e dou palpite]. “Assisto” é modo de dizer, já que até agora só vi mesmo os do Silvio Santos porque, além de SS ser mau feito o Pica-Pau, seus jurados fogem da aparência de bonzinhos e criticam fundo, chegando ao ponto de dizer que o nadador medalhista olímpico Fernando Scherer parecia uma lombriga se remexendo. Acho isso menos prejudicial à auto-estima da pessoa do que os jurados de outro concurso do tipo, em outra emissora, que acham tudo lindo e dão nota 10 como quem distribui esmola nas esquinas, conforme vi no domingo passado.

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Crássico é crássico e vice-versa

Yahoo!: “”Em lugar de tentar aprender alguma coisa com o vexame mais recente de Britney (Spears), vale a pena ler filósofos e escritores que refletiram a fundo sobre o tema e cujas histórias resistiram ao teste do tempo.””

Dos 10 indicados, ainda não li “Doutor Jivago” e “O Corcunda de Notre Dame” – conheço a trama apenas pelos filmes. Tenho que consertar isso.

1. O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë
2. Ana Karenina – Leon Tolstoi
3. Romeu e Julieta* – William Shakespeare
4. Casablanca – filme
5. Sonho de Uma Noite de Verão – William Shakespeare
6. Doutor Jivago – Boris Pasternak
7. Razão e Sensibilidade – Jane Austen
8. O Corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo
9. Ligações Perigosas – filme [embora o livro de Choderlos de Laclos seja ainda melhor que o filme]
10. Orgulho e Preconceito – Jane Austen

* De tio Shakes prefiro A Megera Domada e Muito Barulho Por Nada. Não sou muito fã de Romeu e Julieta.

O terceiro tira

De acordo com um provérbio chinês, uma caminhada de mil milhas começa com o primeiro passo, honorável panda. Assim, o primeiro para para alcançar meu objetivo de ler todos os livros possíveis referidos em Lost ganhou fôlego com um baita presente de Zaira, antes mesmo de eu conhecer essa lista. A resenha da editora compara o livro de Flann O’Brien ao cRássico inglês Alice no País das Maravilhas, mas achei o clima [e as cores] mais parecido com Pedro Páramo, do mexicano Juan Rulfo.

O Terceiro Tira [The Third Policeman/Irlanda, 1939]
Autor: Flann O’Brien – pseudônimo de Brian O’Nolan
Editora: L&PM
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 224
Acabamento: Brochura
Formato: Médio