Pop

Eu não entendo o ódio no coração das pessoas que detestam o Adam Sandler. Decerto que ele não é o melhor ator do mundo. Talvez nem esteja na lista do 2.500 melhores, mas também não é pra tanto. Hoje, quando terminei de assistir Click, me dei conta que eu gosto dos filmes dele. Na verdade gosto mais ainda da trilha sonora dos filmes dele. Um cara que é fã do Styx e do Carrs não pode ser tão ruim assim.

Tá que geralmente é só besteirol; esse Click é uma versão pop do conto de Continuar lendo

As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas

No século passado, quando a Varig inda voava, tinha uma propaganda da companhia* que comemorava o primeiro vôo Brasil-Japão. O desenho contava uma versão light da lenda tradicional do pescador Urashima Taro, que veio para o Brasil em vez de ir pro Reino do Fundo do Mar mas, de resto, é bem parecida com a versão original. Essa lenda é a primeira do livro As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas, publicado no Brasil em dois volumes e dois idiomas – minha mãe adorou. Outra historinha que já vi em português [só não lembro nidonde] é a de Momotaro, o menino que nasceu de um pêssego [tem os que são trazidos pela cegonha, uai, por que ele não poderia nascer num pêssego?]. Hoje em dia, Momotaro é uma variedade híbrida de tomate.

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Pós-coa

Criatura paga três dígitos num ovo de chocolate só para ler na caixinha “cuidado, este produto pode causar efeito laxativo”?

Pra todo lado que olhava na tv só via filme de cidadão vestido com túnica bege, no fim-de-semana prolongado. O jeito foi alugar filme de terror.

Eu sabia que existia uma prima de segunda grau com o mesmo prenome e sobrenome em BSB, mas agora encontrei uma *terceira* Luciana Hikawa, graças ao Orkut [ainda estamos tentando descobrir se somos parentes]. Será que tava em liquidação?

Ganesh, não me canso de rever e rever The Complex Tour. Se não ganhar na mega-sena, terei que vender um rim até junho para ver o show ao vivo.

Virundum político: no single do Partido Comunista Brasileiro [ou do Brasil, algo assim] que diz que “pra dar certo a gente tem de ser ousado“, eu entendia “pra dar certo a gente tem de ser rosado“. E inda xingava de racista.

Vende-se rim. Único dono.

Molho ecumênico

. 4 pimentões vermelhos grandes – tem que ser do vermelho, não serve o verde maduro
. 2 cebolas grandes
. 4 folhas de louro – tem que ser louro, não serve moreno nem ruivo [eu sei, horrívia, essa]
. 1 lata pequena de extrato de tomate Elefante – tem que ser Elefante, de outra marca não fica igual
. 1 xícara [chá] de óleo de soja
. 1 xícara [café] de vinagre
. sal qb – maomeno 3 colheres rasas de chá, mas tem quem prefira mais carregado

Lave bem os pimentões, descarte o umbigo e as sementes, pique em pedacinhos e taque no copo do liqüidificador.

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O Doador

Capa do livro O Doador, de Lois LowryEstava com dois livros para ler há coisa de um mês [para ser mais precisa, estou com 9 livros para ler ainda]. Um levou quase todos estes 30 dias pra chegar ao fim, o Praticamente Inofensiva, quinto e último volume da série do Mochileiro das Galáxias que me serviu para noites e noites de sono pesado. Os elementos de Douglas Adams estão todos lá – talvez um pouco exagerados e, de qualquer forma, quem leu os 4 primeiros fica mesmo com aquela coceira de querer saber comé que termina, inda mais porque era inédito no Brasil. Em todo caso, não muda o fato de que não entrou na minha lista de TFF [Top Favoritos Foréva].

Já o segundo foi indicação da xará Naomi Kovacs e terminei numa sentada só, ontem à noite – e isso porque tem apenas 15 páginas a menos que o Praticamente…. O Doador de Lois Lowry começa meio idílico, cenas de crianças em suas Continuar lendo

Iei!

TechnoSphere voltou!! Hein? Não conhece Techosphere, pequeno gafanhoto?

Vinícius de Moraes, autor de uma boa receita de feijoada em verso, no Poema Enjoadinho já dizia:

Filhos… Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?

Então lá fui eu brincar de ser mãe no site TechnoSphere , um “mundo virtual em três dimensões habitado por formas de vida artificial criados por Continuar lendo

Inculta e bela

Emerson encrespou contra o uso de “possue”.

Eu encrenco com o uso indiscrimado dum advérbio que ortograficamante tá até certo, mas é enfiado a torto e a direito nos lugares mais improváveis, tipo “ela usava um vestido onde era aberto nas costas”, “campanha de doação de sangue, onde salva vidas”, “comprou um sapato, onde colocou numa sacola” e por aí vai.

Argh.