Vale uma lida

Digestivo Cultural: “Os brasileiros não são pessoas com uma deficiência genética que as impeça de imergir no mundo dos livros. Mas essa imersão deve acontecer de forma espontânea, sem cerimônia, com a leitura encarada com naturalidade, como uma atividade trivial de prazer cotidiano e não como um ato sacrossanto de ode à grandeza e à excelência intelectual. Ninguém deve se sentir obrigado a ler os clássicos ou a melhor literatura sempre.”

Amém dadá.

[Rolando o dado para olhar o outro lado, hoje passei um tempão procurando livros sobre ciências que permitam o aprendizado de forma lúdica, igual quinem Breve história sobre quase tudo, Da falsificação de euros ou O que Einstein disse a seu cozinheiro e só cansei o braço. Depois de ler o artigo de Luis Eduardo Matta, bateu a sensação de que esse é outro campo nonde os detentores do conhecimento protegem a pompa e a circunstância com excesso de zelo no Brasil. Em Portugal, uma única editora chega a ter várias coleções dedicadas a desmistificar física, química e matemática. Aqui é meio disperso - quando existe - e fica escondido no meio dos livros técnicos. Aceito indicações.]