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“Luciana, você é uma fraca! Não tem mais jeito!”

*de cabeça baixa e vremeia*

Sim, eu sou. Não, não tem.

Agora dá licença que vou ali devorar o bombom que o Correio acabou de entregar. Senquisgóde tou de folga.

Atualização
Dica de Titia Batata: poupe os caraminguás. Para quem acompanha a série nos livros, filmes e Internet não traz nada de novo e inda incorre em alguns erros – poucos e inofensivos, mas que depõem contra. Num livro cheio de informações e ensaios como o da Filosofia alguns erros não fazem mossa, mas num superficial como este Almanaque aparece mais. Nessa linha, o Manual vale mais a pena, mesmo para quem é neófito.

Tomai e comei

Digestivo Cultural: “”Livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons.
Adélia Prado, em entrevista sobre como despertar o interesse de novos leitores.”

Com esta introdução, a colunista Adriana Carvalho montou três “caixas de bombons”, para três fases da vida. A primeira para crianças, a segunda para jovens e a terceira para adultos. Eu confesso que li poucos dos que ela citou: A Fada Que Tinha Idéias é um dos meus TFF; de Agatha Christie li quase todos; um pouco de Conan Doyle [três, agora! ampliei 300% em relação ao começo do ano], um pouco de Garcia Marquez, Saramago, Clarice Lispector e Cortazar. E muita Turma da Mônica e Tio Patinhas, claro. Assim, minhas caixas talvez sejam bem diferentes das dela. Vam’ver…

A primeira caixa tem a coleção Paraíso da Criança, da Edelbra – que sobrinha adora. São contos de fadas e do folclore brasileiro ilustrados com fotos de bonecos e cenários construídos a mão, um capricho só. Tem também alguns livros de tecido e borracha, com elementos destacáveis, daqueles que os adultos deixem arrastar e puxar pra todo lado sem dar bronca pra não rasgar ou amassar ou rabiscar com giz de cera. Ler tem que ser lúdico, senão vira tortura.

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