Déja-vù

Tem uma propaganda de Metamucil no ar que toda vez que começa penso logo em algo japonês, mas não entendia o motivo já que não tem *nada* nipônico ali, pessoa, música, paisagem, nada. São mulheres [ou uma mulher em várias ocasiões, sei lá] flutuando com os braços erguidos para mostrar que o produto deixa mais leve porque faz funcionar os intestinos. Sutilmente, claro, nada tão escancarado como a Gabriela Duarte na propaganda de Activia Lactopurga*.

Daê hoje estava a rever Shima Uta na versão do argentino Alfredo Casero e, aos 3 minutos do vídeo, entendi a conexão de idéias. Mérde. Agora, toda vez que assistir o videoclipe pensarei na Claudia Oshiro com prisão de ventre.

* Sênquis pela correção, Adrina!

Meu mulato inzoneiro

No filme O Quinto Elemento tem uma flâmula da seleção brasileira de futebol da cabeceira da cama de Korben Dallas. ***Se não me engano*** com 5 estrelas, mas não posso jurar. O filme foi lançado em 1997, quando ainda era tetra [Eua'94]; a Copa seguinte foi em 98 na França, terra do diretor Luc Besson, aquela da final tétrica para os brasileiros e fenomenal para os franceses. Mas, considerando-se que a história do filme se passa em 2.263, acho que a idéia não foi exatamente elogiar a “seleção canarinho”: um título em 269 anos?
:oD

[S] Objeto de desejo

Folha: “Os romances de crime e detetive da autora britânica Agatha Christie, imortalizados em programas de televisão, filmes e obras de teatro, serão adaptados agora para histórias em quadrinhos.”

Como assim, “agora”? Faz um tempinho já que tenho ‘O Assassinato no Expresso do Oriente‘ nesse formato. Mas não tem problema: quanto mais, melhor.

Versão com fotos na BBC.

Biru*

Você precisa pagar uma propinazinha? Seu corruptor!! Não faça isso, comprar pessoas ou favores é anti-ético! Mas digamos que precise pagar por um serviço lícito, uma corrida de táxi, por exemplo. Em vez de dinheiro, pague em tampinhas de cerveja. Isto, claro, se estiver na capital de Camarões [é, aquele país que tem um futebol alegre]: a concorrência entre as cervejas é tão grande que as marcas distribuem prêmios nas tampinhas, que podem ser desde outra cerveja grátis até celulares ou carros. [Má hora em que as cervejeiras brasileiras se fundem em vez de competir, nénão?] Camarões e Brasil têm em comum, além do gosto por futebol, o hábito de pagar “a cervejinha do guarda” – e as tampinhas premiadas têm servido para os taxistas escaparem das multas de trânsito. Uma garrafa de cerveja custa lá mais ou menos um dólar americano.

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