Feijão maravilha

G1: “Com o preço do feijão em alta, o brasileiro já começa a buscar alternativas para o produto. Segundo a nutricionista Flávia Renata Dotti, do Grupo Seiva de gerenciamento de serviços de alimentação, o feijão preto, a lentilha e a soja são opções mais acessíveis e nutricionalmente equivalentes.”

Dona mãe reclama do preço do feijão faz meses. Em Pedra Lascada, 1kg já custa mais do que um pacote de 5kg de arroz. Feijão preto aqui costumava ser mais caro e já foi alcançado pelo carioquinha; soja e lentilha saem um pouquinho mais barato mas também não é taaaanto assim. Ainda mais do jeito* que se faz em casa, a diferença de preço some.

Não vou esfregar esses fatos na cara de Paul McCartney porque ele não lê o PdUBT, heh.* Com bacon e lingüiça defumada, e fubá pra engrossar o caldo.

Go gal!

Henshin: “Elas não tinham super-poderes, mas fizeram de sua valentia e audácia as armas para enfrentar a bandi­dagem. Nos anos 60, Safiri e Trixie foram as responsáveis por abrir o caminho para uma legião de super-heroínas que surgiriam nas décadas seguintes.”

Aaah, eu adorava a Princesa Safiri! Acho que vou ali reler os mangás

Belga, Madame. Não francês!

Graças à dica da Fernanda [senquiu!] consegui completar os episódios de Ugly Betty antes do previsto no IsLife. Já baixei até o ep 10 da 2ª temporada, e só faltam mais 8 pra terminar de assistir. É uma delícia ficar catando citações, referências, participações especiais, curiosidades… Tem muita referência ao Brasil, de modelos [Gisele, Alessandra, Adriana] à edição brasileira da Mode e, é claro, a cirurgias plásticas.

No episódio Swag, Betty chega mesmo a falar português com a recepcionista da Casa Brazil. O português da atriz America Ferrera não é mau e soa brasileiro, levemente acaipirado por causa do R puxado, ao contrário da recepcionista pretensamente brasileira que tem um sotaque definitivamente lusitano. Bom, acho que devo me dar por satisfeita porque pelo menos não colocaram alguém falando espanhol, né?

Pedido nas AmericanasPapa Poirot também fica bravo quando os ingleses acham que ele é francês, porque a nacionalidade faz parte da identidade da pessoa. Da personagem, digo.

Pucca chorandoEu não chego a ficar [muito] brava mas me incomoda o jeito genérico como tratam os orientais: tem olho puxado é japonês. Imagino que chineses, coreanos, tailandeses, malaios também não gostem muito. Recebi um exemplo perfeito disso na semana passada quando mandaram emeio avisando que a agenda da Pucca que encomendei tinha sido despachada. Decerto acharam que só porque a Hello Kitty e o Keroppi são japoneses, todo personagem infantil também é.

Custa pesquisar um pouco?

Eita

Conversa relembrada enquanto procuro receita legal pra takô.

– E ae, quando que você termina a faculdade?

– Este ano, ainda bem. Trabalhar e estudar ao mesmo tempo, não agüento mais.

– É por isso que o nosso querido presidente não fez nem uma coisa nem outra, né?

* Takô = polvo, carne sólida. Lula é iká e é oco. Daí se fazem anéis de lula mas não de polvo.

Isso era aquilo

Eu tava sem nada pra fazer, num tééédio… Quando recebi emeio comercial da Saraiva com um erro* [de digitação ou ortográfico, quem há de saber?] e percebi que toda vez penso nesse livro com o título antigo, tendo que me corrigir logo em seguida. Como um planeta puxa o outro num carrossel em volta do sol**, lembrei também de outros dois livros que tiveram os títulos alterados, por um motivo ou outro.

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A palavra é de prata, o silêncio é de ouro

Made in Japan: “Quando falam que as pessoas fazem qualquer coisa para ficar mais bonitas, elas não estão brincando. Um tratamento revolucionário importado da Turquia coloca os japoneses em uma situação inusitada, a de refeição para peixes que se alimentam de pele humana.”

Originalmente, o tratamento com os peixinhos Garra Rufa trata doenças da pele. Soubesse disso antes, talvez o norte-americano Paul Karason escaparia de desenvolver Argyria [do latim argentum, relativo ao elemento químico prata (Ag)] quando foi medicado com prata coloidal para curar uma dematite. Os efeitos externos da Argyria são visíveis: os sais de prata se depositam na pele, que assume uma coloração cinza-azulada [ou azul-acinzentada, depende de quem olha].

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