Carta Capital: As histórias são hilárias a não mais poder, mas os personagens de Pratchett são mais do que caricaturas. É possível se identificar com seus problemas, crenças e aflições e encontrar neles os contra-sensos da vida real. Por trás das máscaras cômicas, as personagens centrais têm vida, consistência e sentimentos com os quais é possível se identificar, às vezes até admirar. Seu mundo, por mágico e estranho que pareça, tem uma lógica própria e seus problemas são examinados, enfrentados e superados de maneira mais perspicaz e conseqüente do que em muito da literatura dita realista.
Como eu disse no poste anterior, às vezes vou na contramão da crítica especializada – mas não me importo se a crítica especializada concorda comigo.
Aiai… Se não fosse a falta de grana + a falta de tempo + a pilha enorme de livros que ainda tenho de ler em 2008 [27, atualmente], eu arriscaria comprar Small Gods e Lords and Ladies pra matar a vontade [os próximos dois títulos da série]. Ou roubar.
Em sua pátria, só J. K. Rowling é mais vendida, sem o merecer – e sem conseguir superá-lo no ranking dos autores mais roubados das livrarias britânicas.

Marco Y disse,
Segunda-feira, Junho 2, 2008 às 17:19
27 livros na fila???
ai ai…
e eu me achando “curto” por ler 1 livro a cada 5 anos..
Suzana disse,
Terça-feira, Junho 3, 2008 às 09:22
Acabei de saber que Terry Pratchett tem Mal de Alzheimer.
*suspiro* O mundo é tão injusto às vezes…