Estou tacando pedras nimim mesma: por ter detestado as chamadas do canal Sony eu não assisti os sete primeiros episódios da série Eli Stone. Honestamente, você se sentiria atraído se alguém dissesse que a série trata apenas de “um advogado que alucina”? E a colagem das imagens também não era nem um pouco apetitosa. Acho que fizeram intensivão de chamadas com o cara da Sessão da Tarde.
Aê ontem acabei deixando nele por falta de opção e… paixonei. O cara alucina, sim, por causa de um aneurisma que pode matá-lo a qualquer momento [ou não], só que tais alucinações têm uma lógica, uma possível mensagem oculta com significados possivelmente relacionados à fé [ou não].
Mas chega de caetanear.
Pelo que entendi, Eli é advogado no escritório de Jordan Weatherby, pai de Taylor, também advogada e de quem Eli era noivo. O ator que interpreta Jordan é o mesmo que fez o professor sexista de Legalmente Loira, então comecei com o pé esquerdo com ele… A atriz que interpreta Taylor é Natasha Henstridge, daquela série das três espiãs que o SBT reprisou até furar o disco. Já de Jonny Lee Miller, o Eli, eu nada sabia senão que foi o primeiro marido de Angelina Jolie mas no Wikipedia diz que ele torce pro Chelsea, então já gostei do cara.
Do que eu gostei também é que o roteiro da série dedica parte do tempo ao procedimento legal [o episódio que assisti ontem apresentou dois casos] mas não se limita a isso. Teve espaço também pras discussões filosóficas entre Eli e seu terapeuta holístico, com temas bem interessantes pra dormir em cima: o Doutor Chen demonstrou por meio de exemplos que instrumentos de Deus podiam ser maquiavélicos [Moisés, Martinho Lutero, Martin Luther King, Gandhi]. Teve até um pouco de novela, quem gosta de quem, quem beijou quem, essas cousas.
Mas foi no caso secundário que a série prendeu minha atenção, o julgamento de um jogador de baseball acusado de assassinar premeditadamente o amante de sua esposa. Primeiro porque os nomes do casal me pareceram referência a outro casal de outra série [o Turk e a Carla, de Scrubs] – e era mesmo – e segundo porque o desfecho me lembrou Testemunha de acusação. Não posso contar porque é um baita dum spoiler, mas quem assistiu ambos deve ter percebido a semelhança também, apesar de serem sistemas jurídicos de dois países diferentes.
Agora vou baixar os primeiros episódios [todos com o título de alguma música do George Michael!] e tirar o atraso.

Simone Miletic disse,
Quarta-feira, Junho 11, 2008 às 14:16
Hummm…. Eu não assisti porque, além dos comerciais bem sem graça, ainda não tinha acabado Damages quando ele estreiou… Mas vou baixar o primeiro para ver se concordo contigo.
Beijos
Marco Y disse,
Quarta-feira, Junho 11, 2008 às 15:18
É impressão minha ou a Sony está ficando para trás da Warner e da Universal, em matéria de tratamento visual?
Estou achando as chamadas da Warner um show de bom gosto e ainda tem unidade visual com o site. A Universal também deu uma modernizada no logo e no visual das chamadas do canal. Só achei um pouco vermelhão demais.
Cássia disse,
Quinta-feira, Junho 12, 2008 às 00:36
Séries.
Cativam.
Hoje consegui um tempinho e fui ver na telona Sex and City.
Me surpreendeu, de certo modo…
Mas, foi divertido.
Ando vendo como opção a aquisição de séries interessantes como House, por exemplo.
E, por fim, querida Naomi, acabei conhecendo o catálogo da Avon que tem lá os livros!
rsrsrsrsrsrsrsrs
Amigos enriquecem nosso saber.
Abraços juninos!
naomi disse,
Quinta-feira, Junho 12, 2008 às 14:41
si, eu já tinha assistido o final de damages, no meu caso foi antipatia da propaganda mesmo.
marco, eu só lembro que warner e universal mudaram a identidade visual recentemente… concordo contigo sobre o bom-gosto da warner [eu gostei do vermelhão, achei que combina com o tom intenso do canal!], e adoro a identidade musical que acompanha cada canal: o rock do universal e o pop do warner channel.
cassia, comprar os dvds das séries é uma alternativa a ser levada em consideração, sim – e a quarta temporada de house tá sendo um arraso: até os episodios mais fracos são muito bons.
Cauks disse,
Quinta-feira, Junho 12, 2008 às 22:05
NHé.
Enton, façamos o seguinte: vc taca pedra em mim e eu taco pedra em vc. Pq tb me arrependi de non ter assistido os primeiros episódios. Pra começo de conversa, tb achei a chamada fraca. E se tivessem feito algo decente, teriam msotrado o pai dele na chamada (Thomas Cavanagh) e dái sim, eu teria assistido, pq adoro ele. Chegou a assistir ED? Era com ele.
Mas, voltando… gosto de séries desse tipo e espero que fique no ar por várias temporadas, pois sou vítima de ter as séries favoritas interrompidas no meio.
E tb por que tou com um bode infernal de Grey’s Anatomy e de E.R.
Muita putaria pra pouco enredo.
Onde vc consegue baixar os episódios?
Suzana disse,
Sexta-Feira, Junho 13, 2008 às 13:37
Eu AMO Eli Stone. Amo. De. Paixão.
Adoro. A secretária dele é completamente biruta, e os casos são ótimos. De dois episódios para cá é que ficaram dois casos (esse do jogador de beisebol foi o primeiro a compartilhar o episódio com um caso do Eli). Você vai amar. Ele é muito fofo e engraçado.
E a chamada da Sony é tão ruim que identificam o Eli como defensor público – quando ele trabalha num baita escritório de advocacia.
Já assistiu os episódios de “Numb3rs”? Se quiser, depois te mando via Pando os últimos episódios da quarta temporada, que já baixei.
Bjs
naomi disse,
Sexta-Feira, Junho 13, 2008 às 17:33
cauks, geralmente eu baixo do islife.com.br. só apelo pro combo mininova.org + legendas.tv quando o islife fecha por excesso de tráfego ou não tem lá.
série cancelada é um trauma!
su, numb3rs tou assistindo aos poucos, tem dia que dá pra ver 2 na seqüência, tem dia que só 1… [você viu que o ep de american chopper do dia 16 vai ser o do brasil?]
eu também adorei a patti, ela é ótima!