Matutando

Com esse boato de que a rede Record vai adaptar a novela Yo Soy Betty La Fea no Brasil, fico imaginando quem será escalado pros papéis principais.

Se tomarem por base a trama original será uma atriz bonita que passará por feia na maior parte do tempo, com uma boa dose de comicidade e ternura em medida igual, o que complica porque as opções que me vêm à mente só conseguem uma ou outra, não ambas ao mesmo tempo.

O papel masculino principal provavelmente será o interesse romântico de Betty igual na novela e não apenas um bom amigo, o que aconteceu na série norte-americana. Tem que ser um ator que não seja suave, capaz de interpretar um crescimento moral lento e constante ao mesmo tempo em que age como um cafajeste.

Quem, Grande A’Tuin, quem do cast da Record tem essas características?

Cabei de perceber que nunca escrevi cafajeste antes, tive que procurar no dicionário se era com G ou com J.

Mais romance policial

O blog Peregrina Cultural publicou post-comentário a um artigo publicado em jornal inglês, listando 80 romances policiais ambientados ao redor do mundo. De Agatha Christie a escolha recaiu sobre Mistério no Caribe.
Para quem procura dicas de outros autores são 79.
;o)

– Trecho:

Esta postagem é baseada no artigo Crime fiction: Around the world in 80 sleuths [Romance policial: a volta ao mundo com 80 detetives] de Jonathan Gibbs. Que saiu na terça-feira passada, dia 22/7/2008, no The Independent, na Grã-Bretanha.

– Link:
Peregrina Cultural – lista com os títulos traduzidos, disponíveis ou não no Brasil;
The Independent
– artigo original, lista comentada com sugestões de leitura.

Quatro coisas

Simone convoca, Titia Batata comparece!

Quatro empregos que eu já tive:

01. Auxiliar de escritório
02. Gerente financeiro
03. Analista de sistema
04. Gerente-supervisor

Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

01. Qualquer um do Harry Potter
02. Qualquer um do Senhor dos Anéis
03. Qualquer um do Legalmente Loira
04. Hellboy e O Quinto Elemento
04,01. Qualquer um da série da múmia [A Múmia, O Retorno da Múmia e O Escorpião-Rei]

Quatro lugares que eu já morei:

01. Pedra Lascada/SP [quem acompanha o blog sabe onde é, eu só quero afastar pára-quedistas do Google]
02. Olímpia/SP
03. Cachoeirinha, Grande PoA/RS
04. Pedra Lascada/SP [preciso mudar daqui, né?]

Quatro programas de tv que eu gosto:

01. Documentários do The History Channel que não tenham a ver com guerra/extraterrestres [tá difícil, eu sei]
02. Como se faz [Discovery Channel]
03. E! News *vregonha*
04. Kylie Kwong: Pura magia [Discovery Travel & Living]

Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

01. Miguxinho [que não gosta de se expor]
02. Outro miguxinho [que não pode se expor]
03. Hermão
04. Little Wing

Quatro coisas que você faz todo dia sem falta:

01. Tomo atenolol [que não é pra gargalhar, visse? pra isso eu não tomo nada]
02. Abasteço os potinhos de água e ração de Tutu
03. Escrevo / faço palavras cruzadas
04. Leio

Quatro comidas favoritas:

01. Feijoada
02. Yakisoba
03. Lasanha
04. Oniguiri/kappamaki com carne-seca de Campinas/SP

Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

01. Campos do Jordão
02. Florença
03. Londres
04. Num navio de cruzeiro

Quatro pessoas que eu desafio a postar isso:
Ôôôôxe, agora complicou… Pra todo mundo que quiser responder!
:)

Justiça e ficção

A escritora [vencedora de um Edgar Award], professora e advogada Lisa Scottoline criou um curso na faculdade de direito da Universidade de Pennsylvania/EUA, em que usa literatura de ficção como base para suas aulas de Justice and Fiction. Ela indicou dez dos títulos dizendo que, se os ler, temos um resumo do curso.

. O mercador de Veneza, de William Shakespeare [tenho numa coletânea, mas não li... ainda]

. O assassinato de Roger Ackroyd, de Agatha Christie [já li. 3 vezes]

. Anatomy of a murder, de Robert Traver [não li]

. O talentoso Ripley, Ripley Subterrâneo, O jogo de Ripley e O garoto que seguiu Ripley, de Patricia Highsmith [só vi o filme adaptado do 1º]

. O sol é para todos, de Harper Lee [só vi o filme]

. O poderoso chefão, de Mario Puzo [li o livro *e* vi o filme]

. A firma, de John Grisham [só vi o filme]

. A civil action, de Jonathan Harr [não li]

. Uma certa justiça, de P. D. James [não li]

. Rumpole and the Penge Bungalow Murders, de John Mortimer [não li]

Nhai. Eu queria fazer o tal curso resumido mas sem os livros complica. Três deles nem foram traduzidos, pelos menos outros três estão esgotados, e eu duvide-o-dó que tenha na biblioteca de Pedra Lascada.

Outro dia li um artigo de um escritor mexicano reclamando que a produção de romances policiais no país dele era prejudicada pela ausência de um sistema judicial confiável caus que esse tipo de livro parte da premissa de que os bandidos serão punidos no fim, restabelecendo a ordem. Num país em que se corrompe policiais, juízes, ministros e até o meirinho e onde a impunidade é regra, não exceção, isso perde a razão de ser.

Lembra de alguma outra nação gigante por natureza que conhecemos?

Pra quem mais se interessar: a lista comentada pela professora.

Padrão de tamanho de vestuário

Paper doll

A notícia é velha, segundo dona mãe e confirmada pelo Oráculo, mas eu soube apenas hoje então é só agora que comento, uai.

Finalmente a numeração das roupas vai seguir um padrão! Iei!

Coisa mais aborrecida é pegar uma peça do seu número e descobrir que é maior/menor do que o que você usa, numa loja, e em outra loja acertar o número. Chega a ser falta de respeito.

O coordenador de tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Ariel Vicentini, explica que cada empresa estabelece seu padrão de roupa, se baseando no tipo físico do público que deseja atingir. Ele garante “muitas fabricantes trocam as etiquetas de tamanho dos produtos para estimular a venda entre as mulheres que desejam consumir um ideal de tamanho incompatível com o real”. [Guia da Semana]

Cada confecção estabelece seu próprio gabarito de tamanho. Se o cara vende uma calça com cintura de 80cm e prega lá uma etiqueta dizendo que é nº 38, não é o caso de enforcá-lo com o cinto? Oh, eu esqueci que sou contra a pena de morte… OK, só açoitar, então. Ele está baralhando o lado psicológico da pessoa!

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Modo zumbi

Tem um ep antiiigo de CSI niqui o crime foi cometido com ricina. Não consigo achar/lembrar qual é.

Fazia tempo que não falava de sacolas plásticas, né? Pronto.

No site de fics tem um cartaz enorme: “devido às documentadas alegações de plágio, as fics de determinada autora não são elegíveis”. Ouf. A coisa é velha mas é feia. Essa foi uma das noites em que fui dormir às 4h, lendo um único documento, online.

E nem sou fã da tal autora…

Semana concentrada nos procedimentos pós-desafio na Casa Torta.

Marcus atualizou a Cozinha, bom!

Por que é que o Estadão lança uma edição do suplemento Paladar só de receita com quiabo fora da época de quiabo? Güenta, Jurema.

Sabe aqueles programas do Discovery Channel do tipo “como se faz?’ Adoro.

Rabugices de Titia Batata

Tem um spot de rádio que eu não gosto nem um pouco e isso me incomoda porque o cara que anuncia é legal, sempre que posso [i. é, acordo a tempo] ouço o programa niqui ele dá dicas boas e de graça. Mas do spot da empresa dele eu não gosto. Mais ou menos é assim:

– Oi, Fulano, fiquei sabendo que você vai voltar pro Brasil. Vai matar a saudade, hein?
— Vou voltar, sim, mas desta vez é pra ficar e vencer. Vou montar uma empresa.
— Mas você tem certeza? Tanta gente quebra a cara no Brasil, só se perde dinheiro.
— Fiquei sabendo de uma consultoria que ajuda dekasseguis [e aqui rola a propaganda em si]. Quero ser mais um a vencer!
— Pô, que legal…

O que me incomoda nesse spot é a pessoa negativa que, em vez de apoiar e incentivar o cara que tá cheio de vontade de trabalhar, tenta derrubá-lo, minar-lhe o ânimo. É diferente de uma pessoa que quer ajudar apontando soluções para as dificuldades que ele eventualmente vai enfrentar.

Já dei de cara com esse pessoal que parece que carrega uma nuvem preta portátil pra chover nos outros. Não é que ela sinta prazer em esmagar as esperanças dos outros, acho até que ela acredita que está ajudando.

Não tá.

No fim do comercial eu já tou com tanto nojo da pessoa que o “Pô, que legal…” me soa falso e carregado de inveja.

P.S: Eu avisei que tava rabugenta hoje.