Ratatouille

Pôster de Ratatouille

Pôster de Ratatouille

Momento confessional: eu nunca me considerei parte do pessoal que detesta o cinemão hollywoodiano só porque é norte-americano, que idolatra filmes cabeuça europeus e asiáticos e desdenha animações da Disney ou da Pixar – porque me divirto com cinemão e animações, e filme cabeuça só em doses homeopáticas que é pra não me pôr em mais crises existenciais do que sou capaz de superar.

Também na contramão, eu achei Ratatouille [Ratatouille, EUA/2007]apenas legalzinho – mas um legalzinho plus, acima de Sem Reservas. Não consigo pôr o dedo no que foi que aconteceu, no entanto…

Não deve ter sido a tática da antropomorfização [eita palavrão], caus que isso me engana direitinho desde, xeu ver… o Mickey? Os ratinhos da Cinderela? Em todo caso, é logo no comecinho do filme que me pego questionando a intenção do roteiro, quando o rato Remy declara sua admiração pelo Homem e a forma como ele emula comportamentos e ações humanas.

Como disse o fabuloso Maurício, era só uma história sobre pessoas e ratos. E a parte difícil era diferenciar as pessoas dos ratos. (O Fabuloso Maurício e Seus Roedores Letrados, Terry Pratchett, Ed. Conrad, pág. 9)

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