Da revista Problemas Brasileiros do SESC-SP, edição nov/dez de 2008 [cara, que deprê um nome assim]:
Nessa cidade [Olímpia/SP], distante 417 quilômetros da capital e hoje com 48 mil habitantes, foi criado há 44 anos, por iniciativa de um grupo de professores da rede estadual de ensino liderado por José Sant’Anna, um Departamento de Folclore, que se tornou o embrião do Festival de Folclore, hoje o maior do Brasil.
As apresentações anuais aconteciam inicialmente na Praça da Matriz, até que o local se revelou muito acanhado para o grande número de grupos e de turistas que acorriam anualmente à festa. Passou-se então a utilizar um centro de esportes, que também se mostrou insuficiente, até que se inaugurou, em 1986, o Recinto do Folclore, com uma área de 9 mil metros quadrados. A arena principal desse espaço tem arquibancadas para aproximadamente 10 mil pessoas e há um palco secundário para apresentações simultâneas. Os ingressos são gratuitos e não faltam barracas de doces, comidas típicas e brinquedos e diversões para todas as idades.
O local recebe também participantes de outros eventos, como o Salão de Pinturas e Artes Folclóricas e minifestivais, destinados às crianças em idade escolar.
Vale uma lida, tem histórias e causos bem interessantes.
Site oficial do Fefol folcloreolimpia.com.br
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