Paixonites e musos

Tá, é a última vez que publico foto do Eric... hoje

Tá, é a última vez que publico foto do Eric... hoje

Dois artigos similares tratam quase do mesmo tema:  na Revista da TV, do O Globo, listam cinco novos musos de seriados, saindo dos óbvios Patrick Dempsey e Josh Holloway [Grey's Anatomy e Lost, respectivamente]. A escolha da colunista recaiu sobre:
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Ainda Southern Vampires / True Blood

Prestenção no livro atrás do Eric

Prestenção no livro atrás do Eric

Tem uma seção no blog Loving True Blood in Dallas chamada You know you’ve watched too much True Blood when… [Você sabe que assistiu True Blood demais quando...] As respostas são divertidas ["quando o médico receita vitamina B12 e ácido fólico porque está um pouco anêmica e você fica imaginando 'hmm, espere, quem me mordeu?'"].

Eu tenho pensado bastante nessa série de livros da Charlaine Harris ultimamente, mas por motivos menos engraçados. Já comentei antes que o que mais me chamou a atenção foi o pano de fundo social, mais evidente nos livros do que na série de TV. A autora evita ser panfletária a respeito do tema mas ele tá ali pra quem quiser ver o posicionamento dela contra o preconceito e a intolerância, e a favor da independência feminina, do livre arbítrio, da convivência e da aceitação das diferenças. Se considerarmos que a trama se passa na região sulista conhecida como Bible Belt [Cinturão Bíblico], então, o tom sobe ainda mais um pouco.

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Ryan Bradley

Ryan Bradley, 2007

Ryan Bradley, 2007

Estava a acompanhar as finais masculinas do U.S. Figure Skating Championship, programa longo, quando paixonei de novo, desta vez pelo Ryan Bradley. Tá que, dos doze competidores, uns tinham o rosto mais bonito, outros tinham mais talento, mas ele tem uma qualidade que supera tudo isso, imho: carisma.

Dos outros onze caras alguns se apresentaram intensos,  outros dramáticos, um tanto concentrados, sempre isolados do mundo como se estivessem sozinhos numa sala de espelhos, e aí entra o Ryan Bradley. Meus olhos até se arregalaram: ele flerta com a platéia escancaradamente, seduz, chega a perder a concentração até. Mesmo a escolha da trilha é diferente os outros competidores, um ritmo latino alegre que dá a oportunidade pra ele rebolar aquele traseiro muito agradável de se ver na coreografia enérgica.

V. vídeo do Programa longo de Ryan Bradley no  Campeonato Americano 2009. Ele terminou na quarta posição.

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Troféu PdUBT Oscar 2009

Hugh Jackman, o anfitrião

Hugh Jackman, o anfitrião

Post concluído em 24/02/09 às 12h.

A cerimônia de premiação do Oscar de 2009 foi a mais legal que já assisti – ou que me lembro, pelo menos. Nem os números musicais me aborreceram! Pela primeira vez, aliás, eu gostei dos números musicais – desculpa, Peter Gabriel, mas seis minutos da sua canção seria um porre, por mais que eu seja sua fã. Por outro lado, eu poderia aproveitar esse tempo pra ir ao banheiro… As apresentações musicais do Hugh Jackman também foram tão cheias de energia que nem a Beyoncé me tirou do sério desta vez.

Sim, senhor, quem diria, foi muito legal. Gostei da mudança da platéia, que foi pra bem perto do palco com o fim do fosso da orquestra. Tive um professor no colegial que fazia isso com a classe, mandava-nos arrastar as carteiras bem juntinhas em volta da lousa porque gostava de sentir o cheiro do gado. Nem um pouco lisonjeiro, é. A gente obedecia, na época ainda se respeitava o professor. Tem alguém que fez o colegial no Objetivo quando ainda era na Nove de Julho, em Marília, que se lembra desse cara? Foi no último ano antes do colégio mudar pro campus da Unimar.

Voltando ao assunto, Oscar, né? Adorei a novidade no anúncio das categorias de atuação: em vez o vencedor da categoria do ano anterior apresentar um clipe de cada indicado, cinco antigos ganhadores apresentam um testemunhal para cada indicado. Tornou a coisa toda mais íntima, mais emocional. Era normal ver olhos mareados nessas ocasiões. Quem apresentou cada categoria:

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Enquanto o Tio Oscar não vem

Com o calor que está fazendo hoje [31 graus às duas da manhã], tou com medo que chova pesado à noite e eu fique sem o sinal de TV. Tesconjuro, pé de pato, mangalô trêis veiz.

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As cerimônias de premiação da Academia de Cinema de Hollywood não são famosas apenas por agraciar os melhores artistas e trabalhos, mas também pelo desfile de estrelas no tapete vermelho, pelos discursos de apresentação e agradecimentos, pelas estatísticas e curiosidades ano após ano.

Três matérias publicadas nesta semana pré-Oscar trazem alguns destes momentos Kodak inesquecíveis.

Momentos curiosos que ficaram registrados na festa do Oscar

Memorável e imperdível para milhares de espectadores, ao longo da história dos prêmios Oscar vários fatos imprevisíveis deixaram aflitos os produtores do evento mais assistido do mundo inteiro. Os organizadores da festa calculam tudo, o que será dito e feito a cada minuto no reluzente palco durante as três horas de transmissão e não gostam muito de improvisos.

Atenção! Ganhar o Oscar pode ser ruim para a carreira

Falar de uma maldição do Oscar talvez seja excessivo, mas a verdade é que alguns ganhadores do prêmio, como Nicole Kidman, Renée Zellweger, Halle Berry, Adrien Brody, Hilary Swank e Cuba Gooding Jr., não fazem sucesso nas bilheterias há anos.

Relembre as piores gafes do Oscar

Realizada ao vivo, com diversas celebridades e um complicado ritual cerimonial, a festa do Oscar é um prato cheio para gafes – desde as mais comuns, como celebridades tropeçando no palco, até as mais bizarras, como o “sumiço” do envelope com o nome dos vencedores da categoria. Algumas simplesmente são indisfarçáveis e o público no mundo inteiro percebe; outras, acabam virando lenda apenas entre os “insiders” de Hollywood.

Algumas dessas gafes apareceram nos respectivos Troféus PdUBT também.

Já a coluna Ask the AnswerB!tch, do E! Entertainment, elucida algumas dúvidas dos leitores a respeito da cerimônia.
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Planilha Organizadora

Para quem planeja assistir à transmissão do Oscar no domingo [eu! eu aqui, ó!] e é meio control freak [eu de novo, oi!] aqui nesse site tem uma planilha de Excel prontinha pra baixar e imprimir, com todos os indicados de 2009.

81th Academy Awards – 22/02/09 [domingo]

Countdown
16h~20h E!

Red Carpet
20h~22h E!

Pré-Show
21h~22h TNT

Academy Awards
22h~2h TNT

After Party
2h~4h E!

Rola a bola

Treinamento

Treinamento

“Sinais!”, diria titio Pablo Conejo. Eu gosto de coincidências.

Estava a ler um artigo bem interessante do Felipe Munhoz no Pelé.Net com o título Jogadores seguem na contramão nacional e conciliam estudos com futebol. O tema é a comunidade de jogadores de futebol que não se satisfaz com apenas jogar bola, mas também investe na própria educação. Uma comunidade ainda minúscula, infelizmente, como se percebe nas entrevistas de beira de campo: a maioria não consegue se expressar com fluência e apela pras fórmulas prontas da arte de não dizer nada que os comprometa.

Uma das pessoas entrevistadas para o artigo foi Suzy Fleury, especializada em psicologia do esporte. Ela diz que um técnico formador pode ajudar a mudar esse estado das coisas, alguém como Telê Santana.

“Esta figura sumiu neste cenário. O Telê (Santana) se preocupava com a formação do craque, mas também cuidava da formação do homem. Esta função não está mais sendo executada pelos técnicos.”

Um pode dizer [como, aliás, efetivamente disse em entrevista] que isso é tarefa da família, no máximo do clube, não do técnico – que, ademais, não permanece muito tempo num mesmo clube. Telê pôde fazer isso porque era um caso raro de técnico estável.

Aí eu pergunto: e no Brasil, onde o esporte é usado como um modo de fugir justamente das condições sociais que afetam criança ou jovem e que incluem, muitas das vezes, uma família desestruturada ou sem condições de prover a sua educação, comé que faz? Ninguém assume a responsabilidade?

E você questiona: ondé que tá a tal da coincidência, Titia Batata?

Tá bem aqui num poste do blogue À Cata de Palavras, da Adrina, a respeito do comercial mais recente da série Rala que rola [Take it to the next level] da Nike, que eu li logo em seguida.

V. vídeo no Youtube.

A peça mostra o treinamento de jovens jogadores a partir do “toque da alvorada” até o “toque de recolher”.

Gravado na Espanha e em São Paulo, o vídeo possui ritmo intenso e muita ação. Com um jogo de câmera pulsante, ele retrata a importância do esforço na preparação física e nos treinos para se alcançar o sucesso na carreira esportiva.

A assinatura Rala que Rola também remete que atualmente, não basta aos jogadores terem apenas talento e habilidade, é necessário ralar para atingir os objetivos no esporte. [Futebol do Interior]

Sim, sim, tudo isso está bem. O que incomodou a Adrina [e a mim também, a propósito] foram os tapas na cara. Tapa na cara não forma caráter.

Casais de novelas

Desde sábado tou com essa idéia de post na cabeça esperando pra sair, desde aquele um dos casais de cinema: os casais de novela que acho mais fofinhos. A representatividade é pouca, como se percebe, caus que só tem novela dos anos 80 na minha lista, a época em que eu as assistia inteiras – ou quase.

Então aqui estão meus Top10 de momento.

5. Ana Machadão e Thiago - Débora Bloch e Edson Celulari
A mecânica e o bailarino, em Cambalacho. No começo eu torcia para que conseguisse dobrar o superficial Athos, mas depois passei a torcer pelo Thiago. O segundo casal favorito dessa novela era formado por Naná e Jejê [Fernanda Montenegro e Gianfrancesco Guarnieri], os cambalacheiros.

Link http://www.youtube.com/watch?v=Qr63Qa9ZIhY

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