X-Men Fairy Tales | Contos de Fadas

Momotaro e O Pêssego Gigante

Momotaro e O Pêssego Gigante

Estes são os primeiros quadrinhos que leio depois de muito tempo. O que me atraiu aqui foi a ideia: o escritor e editor C. B. Cebulski, da Marvel, resolveu adaptar fábulas e mitologias para o universo dos heróis de quadrinhos, começando pelos X-Men. Na verdade ele fez um mashup, usando histórias que já existiam antes.

No volume 1 [arte de Sana Takeda], por exemplo, ele une a lenda japonesa Momotaro O Menino Pêssego com Os Filhos do Átomo do Joe Casey. Ciclope é Momotaro, o menino que nasceu de um pêssego [momo, em japonês] e foi encontrado por um casal de velhinhos.

V. a lenda de Momotaro no blog P-dacinho do Japão.

O volume 2 [arte de Kyle Baker] é o meu preferido. O cara recontou a amizade entre Charles Xavier e Erik Magnus Lehnsherr – Magneto, para os íntimos – usando a fábula africana A Amizade entre a Tartaruga e a Águia. O legal é que os desenhos são dos animais, mas mesmo assim dá pra reconhecer quem é quem ali.

O volume 3 [arte de Bill Sienkiewicz] usa alguns contos de fadas dos Irmãos Grimm – só reconheci A Bela Adormecida – para recontar A Saga da Fênix Negra [que também é a história de base do filme X3: O confronto final]. É o meu menos favorito, traz o triângulo amoroso entre Ciclope, Jean Grey e Wolverine.

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Ajuda dos universitários | Filme do Fernando

Nas respostas da Ajuda dos universitários anterior o Fernando falou de um filme que ele achou que fosse o que eu queria saber e que acabou não sendo. Como ele também não lembra do título acabei por ficar curiosa. Eis as dicas:

Era um filme, não era minisérie.
A irmã era apaixonada pelo irmão e não queria que ele tivesse ninguém.
Após uma tragédia, os espíritos ficam na mansão. Me lembro de um incêndio no final. A irmã era bem má.

Parece legal.
8)

Yokan

Yokan de azuki

Yokan de azuki

Quando eu era criança pequena e vinha passar as férias na  granja do meu avô, yokan era quitute pras ocasiões especiais e servido com parcimônia. Geralmente era dado/recebido como presente, embrulhado com capricho num papel bonito.

Naquela época não tinha loja de produtos japoneses em cada esquina e os ingredientes [feijão azuki e kanten] eram caros. Tinha a opção do yokan feito com batata-doce, claro, mas o kantem ainda era o ingrediente-chave.

Pra mim, sempre que se fala em yokan lembro do yokan do Tartaruga, uma casa japonesa de Marília/SP que fechou já faz muitos anos. Era embalado em papel espelhado e vinha numa caixa de papel cartão com motivos japoneses em vermelho. Como eu era criança, achava que o doce era feito de tartaruga – claro que não, era de azuki mesmo.

Nunca mais comi yokan de azuki :( Só de batata-doce, que é gostoso só que não é a mesma coisa. Yokan é um namagashi, um doce que acompanha o chá verde. De vez em quando vem numa das combinações de bandeja de namagashi da Satsumaya [não lembro se na II ou na III] – o problema é que eu acho a Satsumaya doce demais. Nos doces japoneses o que prevalece é a sutileza que permite sentir todos os sabores, e não o açúcar.

Enfim.

Qualquer dia vou  testar essa receita do blog TofuBlog, que tá com uma cor linda. Ou essa de satsuma yokan, de batata-doce roxa. Ou comprar esse japonês legítimiu, que parece ser menos trabalhoso. :lol:

* azuki = feijão vermelho pequenininho
* kanten = gelatina agar-agar, à base de alga

Domingueiras

Eu gosto mais do irmão dele, o Groucho

Eu gosto mais do irmão dele, o Groucho

João Grilo é o gato mais leso que já tive. Todo mundo rouba a comida dele. Por ‘todo mundo” entenda-se os irmãos Nestor e Kuro-chan.

Pelo de gato no letor ótico do mouse…

Programa tipo Roda Viva na rádia: volume do microfone dos entrevistadores/donos da rádia 26, volume do microfone do convidado 14. Demonstra bem de quem é a opinião que importa ali.

Estaremos sem energia elétrica amanhã, das 13h às 16h. Pensei: “uia, vou asistir mais um ou dis episódios de Poirot” até me cair a ficha. Dãr.

Nossa vizinha da esquerda é uma senhora viúva de cabelos lilás que já não ouve muito bem. A TV dela fica sintonizada direto no canal católico, então o dia inteiro a gente escuta missa, novena, etc. Menos ontem. Ontem ela tava ouvindo Bad Romance da Lady Gaga a todo volume. IMMD.

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Minha semana em série

Spring break lá no norte significa pausa nos episódios inéditos. Nhai. Tudo bem, aproveitei pra adiantar Poirot.

Tick, Tick, Tick…, Castle: Dorga, episódio com continuação. Geralmente deixo pra assistir junto caus que a ansiedade me mata, mas esqueci. Agora é aguentar mais uma semana pra descobrir o que aconteceu. O que me atraía em Castle eram as introduções com cenários intrigantes de crime, a trilha sonora, os crimes em si. Um a um esses elementos foram abandonados em favor dos flertes bobinhos, das historinhas dos personagens fixos… E agora precisa desses subterfúgios pra manter o interesse.

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Ajuda dos universitários | Nível master

Essa será difícil, caus que assisti quando era criança e lembro de poucos detalhes:

. minissérie [acho]
. uma mansão
. um poço
. uma menina
. um menino [Alexaaandre]
. um dos dois era um espírito – provavelmente a menina…
. terror terror TERROR do tipo que deixa Titia Batata acordada ca luz acesa.

Alguém?

Oh, e muito agradecida pelas respostas ao desafio anterior: o filme é Mame, uma comédia musical de 1974 com Lucille Ball e Bea Arthur.