Dirty Dancing | I’ve had the time of my life, no, I never felt this way before, yes, I swear

Ninguém põe Baby no canto.

Imagem: I can has cheezburger

Hoje passou Dirty Dancing – Ritmo Quente na Sessão da arde de novo – dá pra saber porque o número de visitas explode no PdUBT por causa do post do filme e agora no Twitter vira Trending Topic. Oportunidade ótima para fazer o post musical da semana baseado na canção [I've Had] The Time of My Life, né?

Composição de Franke Previte, John DeNicola e Donald Markowitz, interpretada por Bill Medley e Jennifer Warnes, foi selecionada pelos coreógrafos Kenny Ortega e Miranda Garrison para fechar o filme [Garrison interpreta a personagem Vivian] e ganhou Oscar, o Grammy e o Golden Globe.

Letra e tradução

Cena do filme

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Domingueiras

O Thiago Sampaio está a gravar uma série de vídeos em que resgata os cRássicos da Sessão da Tarde com verve crítica e bem-humorada. Começou com A Lagoa Azul, Os Goonies e nesta semana ele analisou Lua de Cristal. É de chorar de rir.

Link http://www.youtube.com/watch?v=R4-Ma9WwJYM

A BBC adaptará uma série de peças históricas do tio Shakespeare para TV [Fer Furquim]. Eu quero.

Minha participação no TeleSéries desta semana foi sobre Sons of Anarchy.

Falando em pão, juro que é só curiosidade minha, sem provocação, mas veganos comem pão feito com fermento biológico?

Uma pilha de cartas de amor foi achada em um compartimento da maleta de maquiagem da atriz Rita Hayworth. Foram escritas por Orson Welles, com quem foi casada durante quatro anos. No meio das cartas havia uma declaração do jornalista Leonard Lyons, manuscrita e assinada, atestando que em determinada data e horário ele e Welles estavam tomando café em um restaurante, só os dois. O jornalista atendia ao pedido de Welles para evitar estragos no seu  casamento caso uma jornalista de fofocas, que estava no mesmo restaurante, publicasse uma daquelas notinhas venenosas dizendo que o ator fora visto sem a esposa na cidade [Wellesnet].

Quase 90 mil livros se perdem na cidade de São Paulo, por ano. Os principais motivos são falta de conservação, não devolução e enchentes [UOL].

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[Sons of Anarchy] Burnt and Purged Away

Romeo: I find that big stacks of cash have a very tranquil effect on people.

Gaalan: Our American colleagues have put profit before protocol. We’re just here to enforce decency.

O que foi esse episódio de SoA, minha gente??

Começou como quem não quer nada, uma escada entre eventos, mas foi construindo o encadeamento de tal forma que nos últimos minutos eu estava agarrada na beira da cadeira sem nem piscar.

Pra começar, os irlandeses chegaram a Charming e não estão felizes com o arranjo de Clay com o cartel Galindo. Gaalan também tem outros problemas para tratar em território ianque e usa o poder de persuasão de umas caras mal encaradas para ajudá-lo a convencer o braço norte-americano do IRA a desistir do comércio ilegal de bebês.

Eu quase soltei gritinhos na cena dos Sons [Jax, Chibs, Tig, Happy, meus favoritos] botando pra quebrar no meio de dúzias de bebês fofinhos, preocupados em não usar armas pra não acertar nenhum deles por acidente. Depois de dois episódios com tiroteios, essa cena só reforçou a impressão que comente no post anterior: tiroteios são um recurso que deve ser usado com inteligência, não para preencher tempo.

A terceira ponta do arranjo demonstra sinais de que, uma vez dentro, a saída não será limpa. Clay tenta tirar Romeo do encalço de Tara, sem sucesso. Dá pra acreditar que o Clube consegue sair do transporte numa boa? Ingenuidade de quem acredita nisso, mas é explicável porque desconhecem o quanto Clay está afundado, as implicações e a que ponto ele chegou.

Por isso o trato que ele propõe a Tara me cheira a outro blefe, um acordo que sabe que não cumprirá.

Este episódio teve bastante ligação com acordos, aliás. Linc Potter conseguiu a última exigência e Otto entregou Bobby para o promotor; Juice forneceu a informação sobre o encontro entre o IRA e o cartel; o Xerife Eli recebeu o reconhecimento do prefeito e do Potter pela colaboração em seus respectivos projetos [e foi engraçado vê-los repetindo as mesmas palavras, denunciando o quanto são parecidos].

A questão Tara versus Wendy é a que menos desperta meu interesse no momento, mas tenho a impressão que não será resolvida nos próximos dois episódios. Isso deve ficar pra quinta temporada, a não ser que Wendy acabe morta – e isso é outra coisa que eu gosto na série, raramente se mata alguém pra resolver um problema. Geralmente, um assassinato em SoA só cria mais problema ainda.

O  que está me intrigando de verdade é por que Gemma insiste em proteger Clay. Opie está determinado, mas ela resiste. Vi pessoas criticando a matriarca por essa atitude por achar que ela faz isso por amor a Clay, mas eu matuto se não é um plano mais complexo dela, um plano calculado friamente – nesse caso, tem mais chance de dar certo do que a reação emocional de Opie, por mais compreensível que essa reação tenha sido e pelos gritos de “Êee!” que soltei, não acredito que Opie teve sucesso.

Off-topic: artigo “How Sons of Anarchy got racism right” [Racialicious
].

Blog legal em pt-br: Sons of Anarchy

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Agatha Christie e os serial killers

L&PM

A Lulu Coruja comentou lá no post dela pro Desafio Literário que estava a fim de escolher um Agatha Christie pro mês dedicado a serial killers, mas já tinha lido Os Crimes ABC. Lembrei de um outro [E Não Sobrou Nenhum, antigo O Caso dos Dez Negrinhos] – que ela também já leu.

Daí fiquei matutando: verdade, titia Agatha quase não investiu no tema em seus mais de 60 romances e inúmeros contos. Tem assassinatos múltiplos, claro, porém são mais na linha “silenciar uma testemunha ou alguém que suspeita do primeiro crime” ou para eliminar uma sucessão de obstáculos a um objetivo.

Minha impressão é que a escritora valorizava mais as vítimas dos que os criminosos. Muita vez seus detetives criticavam os que pensavam diferente: a investigação da maioria dos casos tinha como objetivo limpar os inocentes das suspeitas. Ao contrário do que vemos atualmente, ela não fazia um jogo de gato e rato em que o detetive tem de provar que é mais inteligente do que o criminoso. O mais próximo disso a que ela chegou foi justamente em Os Crimes ABC, em que Hercule Poirot é desafiado a identificar e capturar um assassino em série que usa um guia ferroviário para escolher suas vítimas, o ABC Railway Guide.

Definição de assassino em série/serial killer: O FBI define um serial killer como uma pessoa que mata três ou mais vítimas, com períodos de “calmaria” entre os assassinatos. Isto os separa dos assassinos em massa, que matam quatro pessoas ou mais ao mesmo tempo (ou em um curto período de tempo) no mesmo local, e dos assassinos turbulentos, que matam em vários locais e em curtos períodos de tempo. Os serial killers geralmente trabalham sozinhos, matam estranhos, e matam por matar (diferentemente dos crimes passionais). Geralmente os serial killers demonstram três comportamentos durante a infância, conhecidos como a tríade MacDonald: fazem xixi na cama, causam incêndios, e são cruéis com animais. [HowStuffWorks]

A gratificação que conseguem é psicológica, não material, e eles são desconectados das vítimas, isto é, para eles as vítimas não têm humanidade ou individualidade.

Globo

Em E Não Sobrou Nenhum, dez pessoas são convidadas sob diversos argumentos para uma temporada numa ilha. O assassino incógnito acusa cada uma de um crime passado e começa a eliminá-las seguindo os versos de uma cantiga infantil. É o romance de mistério mais vendido no mundo. Titia Agatha adaptou-o para o teatro e a mulher era tão danada que mudou o final – assim, quem leu o livro e foi ao teatro foi surpreendido pela Duquesa da Morte. De novo.

A questão do intervalo de tempo na definição do FBI invalidaria classificar esse livro na categoria de serial killer, mas para o Instituto Nacional de Justiça dos EUA o intervalo pode variar de horas a anos, então sim, é um romance sobre serial killer.

Depois puxei mais um pouco pela memória e lembrei de mais quatro histórias em que os assassinos cometeram crimes em série. O problema é que em três  livros isso faz parte da solução final, ou seja, se eu identificá-los aqui estaria cometendo um baita spoiler ao contar qual o padrão, pois isso exporia a identidade de quem perpetrou os assassinatos.

Se você não liga pra spoilers ou já leu tudo da Tia Agatha, clique e arraste aqui pra ver quais são –> Morte na Praia, Cai O Pano e Mistério no Caribe <– fim dos spoilers.

De modo geral, os romances policiais de Agatha Christie são do gênero confortável, em que os criminosos são punidos [de uma forma ou de outra], os inocentes inocentados e as vítimas recebem justiça, ao mesmo tempo em que se tenta evitar um clima “justiceiro”. A justiça é aplicada pelas autoridades.

As autoridades no Irã afirmam que uma mulher acusada de ter matado pelo menos seis pessoas disse que se inspirou nos romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie. [BBC, 24/5/2009]

L&PM

O terceiro livo em que a Dama do Crime aborda serial killers que eu posso mencionar livremente sem estragar o final é o romance É Fácil Matar. O título em si já deixa claro a natureza desumana do assassino em série [Murder Is Easy, no original em inglês]. Na trama, um policial aposentado viaja de trem [obsessão da autora] na mesma cabine que a simpática velhinha Miss Pinkerton, que lhe lembra muito de uma tia querida.

Miss Pinkerton está preocupada com alguns acidentes ocorridos em  seu vilarejo e está a caminho da Scotland Yard. Ela parece aflita porque acha que sabe quem é a pessoa que cometeu os crimes e qual a próxima vítima, e Luke espera que os policiais a tratem com respeito na Yard, embora ache que são preocupações sem fundamento de uma velhinha meio caduca. Ele chega a pensar mesmo que a polícia deve ter um departamento só para atender a tia de alguém.

No dia seguinte, ele lê no jornal que Miss Pinkerton morreu atropelada antes de chegar à Scotland Yard e decide partir para Wychwood-under-Ashe para investigar. O livro não está entre as obras-primas da escritora, mas é uma diversão honesta e tem até uma boa porção de romance.

Está aí. Não sei se a Lulu leu este último, mas ficam as três dicas para quem participa do Desafio e precisa de ideias leves neste tema pesado.

As muitas versões e covers de Bohemian Rhapsody, do Queen

I seez a sillouetta ob a man on a moose, on a moose an playin a banjo... thunner bolts of lightn...

Muitos dos vídeos neste post já apareceram no PdUBT caus que [1] adoro essa música e [2] muita gente também, a ponto de criar versões supimpas ou da letra ou do vídeo. Isso significa que tem um quaquilhão de vídeos e ainda faltam alguns, mas tentei colocar os que gostei mais. Só não tem a do Terry Pratchett, citada em tuíte. Daria o braço direito de alguém por esse vídeo…

A canção faz parte do álbum A Night at the Opera de 1975 e foi composta por Freddie Mercury em três partes: começa como uma balada, tem uma seção de ópera no meio e finaliza como rock [ou seis partes, considerando-se as diferentes técnicas utilizadas]. Para não deixar este post ainda mais longo, deixo o link da BBC que conta mais da história da música.

Letra e tradução

Queen

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Domingueiras

Não consegui pensar numa tradução que mantivesse o trocadilho. Sugestões?

Imagem: I can has cheezburger

Sobrinho está na escolinha de futebol. Três vezes por semana chega em casa com os joelhos ralados, a panturrilha doendo e feliz da vida. :)

Estou adorando essa temporada de frio fora de época. Valeu, São Pedro!

Polícia volta a investigar morte de Natalie Wood [Fer Furquim]. Eu era criança mas me lembro disso porque William Holden morreu duas semanas antes e me ficou marcado na memória que os respectivos cônjuges do Casal 20 faleceram praticamente juntos [Wood era esposa do Robert Wagner e Holden era o marido da  Stephanie Powers]. A morte de Holden também foi esquisita.

Minha participação no TeleSéries desta semana foi sobre Fringe.

A segunda parte da série de posts da Érika Horigoshi sobre Supernatural, desta vez com as referências literárias [O Mundo das Coisas Ao Meu Redor].

Dá até medo de comentar, mas cê viu o 49ers? 8-1 nesta temporada? Estamos em 1984 ou o que??

OMG! CSI:Gallifrey [o ep no final é o da Agatha Christie]

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