Do They Know It’s Christmas? Feed the world!

Band Aid – 1984

Link http://www.youtube.com/watch?v=w5cX_ncZLls

Adam Clayton (U2), Phil Collins (Genesis, solo), Bob Geldof (Boomtown Rats), Steve Norman (Spandau Ballet), Chris Cross (Ultravox), John Taylor (Duran Duran), Paul Young, Tony Hadley (Spandau Ballet), Glenn Gregory (Heaven 17), Simon Le Bon (Duran Duran), Simon Crowe (Boomtown Rats), Marilyn, Keren Woodward (Bananarama), Martin Kemp (Spandau Ballet), Jody Watley (Shalamar), Bono (U2), Paul Weller (The Style Council), James “J.T.” Taylor (Kool & the Gang), George Michael (Wham!), Midge Ure (Ultravox), Martyn Ware (Heaven 17), John Keeble (Spandau Ballet), Gary Kemp (Spandau Ballet), Roger Taylor (Duran Duran), Sarah Dallin (Bananarama), Siobhan Fahey (Bananarama), Pete Briquette (Boomtown Rats), Francis Rossi (Status Quo), Robert ‘Kool’ Bell (Kool & the Gang), Dennis J. T. Thomas (Kool & the Gang), Andy Taylor (Duran Duran), Jon Moss (Culture Club), Sting (The Police), Rick Parfitt (Status Quo), Nick Rhodes (Duran Duran), Johnny Fingers (Boomtown Rats), David Bowie, Boy George (Culture Club), Holly Johnson (Frankie Goes to Hollywood), Paul McCartney (Former member of The Beatles), Stuart Adamson (Big Country), Bruce Watson (Big Country), Tony Butler (Big Country), Mark Brzezicki (Big Country)

Em outubro de 1984, o músico Bob Geldof viu uma notícia pela BBC sobre a fome na Etiópia. Ele telefonou para o amigo e também músico Midge Ure e juntos bolaram uma estratégia para arrecadar dinheiro em doações para o país africano, usando os meios de que dispunham.

Ainda bem que naquela época ainda não existia o Facebook.

Em poucos dias eles compuseram uma música e convocaram diversos músicos ingleses e irlandeses para gravá-la. O grupo reunido ganhou o nome Band Aid. A gravação aconteceu um mês antes do Natal e a canção estreou nas rádios no dia 28 de novembro, subindo imediatamente para o topo das paradas, onde ficou pelas cinco semanas seguintes. No dia 3 de dezembro foi posto à venda e vendeu um milhão de singles na primeira semana, 3,5 milhões ao todo só na Grã-Bretanha.

Ainda bem que naquela época ainda não existia o Napster.

Toda a renda foi doada para caridade, até mesmo o valor dos impostos depois que Geldof pediu o apoio da então Primeira-Ministra Margaret Tatcher. O duo Wham! lançara o single duplo contendo Last Christmas e Everything She Wants na mesma época e ficou em segundo lugar, o único caso na história inglesa em que um single com mais de um milhão de vendas não chegou ao número um. Tanto George Michael quanto Andrew Ridgeley participaram da gravação de Do They Know It’s Christmas, e ainda doaram o lucro dos direitos autorais do single do Wham! para a causa etíope. No total, arrecadou-se mais de oito milhões de libras.

Em julho de 1985 Geldof e outros músicos voltaram a se reunir no primeiro Live Aid, um concerto aberto e simultâneo em diversas cidades do mundo transmitido em escala global com o objetivo de angariar fundos e despertar a conscientização da população para a existência da fome na Etiópia. As doações somaram 150 milhões de libras esterlinas.

Live Aid virou um fundo beneficente e continua em atividade, agora com o nome Live8. O movimento inicial de Geldof e Ure gerou seguidores mundo afora [como We Are The World do Michael Jackson]. Há uma série de críticas que podem ser feitas contra esse tipo de ação social, mas de lá para cá aprendeu-se com erros causados pela ingenuidade e as ações estão cada vez mais efetivas.

Letra e tradução

Live Aid – Wembley Stadium, Londres/Inglaterra – 1985

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Dirty Dancing | I’ve had the time of my life, no, I never felt this way before, yes, I swear

Ninguém põe Baby no canto.

Imagem: I can has cheezburger

Hoje passou Dirty Dancing – Ritmo Quente na Sessão da arde de novo – dá pra saber porque o número de visitas explode no PdUBT por causa do post do filme e agora no Twitter vira Trending Topic. Oportunidade ótima para fazer o post musical da semana baseado na canção [I've Had] The Time of My Life, né?

Composição de Franke Previte, John DeNicola e Donald Markowitz, interpretada por Bill Medley e Jennifer Warnes, foi selecionada pelos coreógrafos Kenny Ortega e Miranda Garrison para fechar o filme [Garrison interpreta a personagem Vivian] e ganhou Oscar, o Grammy e o Golden Globe.

Letra e tradução

Cena do filme

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As muitas versões e covers de Bohemian Rhapsody, do Queen

I seez a sillouetta ob a man on a moose, on a moose an playin a banjo... thunner bolts of lightn...

Muitos dos vídeos neste post já apareceram no PdUBT caus que [1] adoro essa música e [2] muita gente também, a ponto de criar versões supimpas ou da letra ou do vídeo. Isso significa que tem um quaquilhão de vídeos e ainda faltam alguns, mas tentei colocar os que gostei mais. Só não tem a do Terry Pratchett, citada em tuíte. Daria o braço direito de alguém por esse vídeo…

A canção faz parte do álbum A Night at the Opera de 1975 e foi composta por Freddie Mercury em três partes: começa como uma balada, tem uma seção de ópera no meio e finaliza como rock [ou seis partes, considerando-se as diferentes técnicas utilizadas]. Para não deixar este post ainda mais longo, deixo o link da BBC que conta mais da história da música.

Letra e tradução

Queen

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Take on me, take me on

A-ha

Link http://www.youtube.com/watch?v=djV11Xbc914&ob=av3e

Take On Me foi a música que tornou a banda norueguesa A-ha conhecida no mundo inteiro, graças ao seu videoclipe feito com rotoscopia. Lançado em 1984 no primeiro álbum do A-ha [Hunting High and Low], tem composição dos três membros do grupo: Morten Harket [voz], Pal Waaktaar [guitarra] e Magne Furoholmen [teclado].

Fiquei surpresa com a quantidade de covers e versões dessa música porque o alcance vocal que as notas agudas exigem é difícil de alcançar – nem o próprio Morten consegue mais, hoje em dia – mas com uma ajeitadinha aqui e ali são dezenas de versões disponíveis. Selecionei as mais legais ou interessantes.

Curiosidade: um dos bad guys do clipe oficial é Philip Jackson, o Inspetor-Chefe Japp  da série Poirot.

Letra e tradução

A-ha ao vivo – Rock in Rio 1991

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But I would walk 500 miles and I would walk 500 more just to be the man who walked 1,000 miles to fall down at your door!

Link http://www.youtube.com/watch?v=3s4Czla6tXc

Eu estou com essa música na vitrola mental desde domingo, quando minha timeline no Tumblr pipocou de referências veladas com a combinação “500 miles + Doctor Who” e, mais tarde, “Sue from catering”. Na segunda-feira descobri o motivo: a equipe da série inglesa gravou um clipe especial para a despedida do ator David Tennant do papel de Décimo Doutor [Anglophenia].

Atores fixos, convidados, operadores de câmera e áudio, o pessoal dos efeitos especiais, produtores, roteiristas, cabeleiros e maquiadores, um Ood [!!], o pessoal do Confidential e Sue da Cantina, todos gravaram vídeo em que cantavam a música I’m Gonna Be [500 Miles] da banda escocesa The Proclaimers. Já vi o clipe várias vezes e chorei em todas.

Eu acredito que devem ter planejado o clipe desde muito cedo, porque as três companions do Décimo aparecem e em locação [a Rose, a Martha e a Donna], além do Lorde Presidente Rassilion [Timothy Dalton] e do Capitão Jack Harness do spin-off Torchwood. E um Ood. Eu já mencionei o Ood?

É uma gracinha de vídeo, bem alto astral com as pessoas se divertindo e cantando e dançando, sem manipular a emoção do espectador com uma música melosa ou roteiro idem, mas é emocionante porque dá pra perceber o carinho da equipe pelo ator e, da mesma forma, o carinho do ator pelos colegas e a série.

O clipe foi exibido na festa de despedida após o último dia de trabalho de Tennant como o Doutor e ninguém explicou o motivo de só vir a público agora. Em todo caso, o dia 30 de outubro ficou conhecido na comunidade whovian como o 500 miles day [Doctor Who Brasil].

Desta vez não vou embutir no post todas as versões que encontrar [Wikipedia], apenas o videoclipe da banda para o filme Benny & Joon – Corações em Conflito e para o evento Comic Relief, edição de 2007. No do Comic Relief o Tennant também aparece, ele é fã declarado da canção.

Atualização: fãs de DW mundo afora podem enviar vídeos fazendo a coreografia de I’m Gonna be [500 Miles] até 13 de novembro para o The Eleventh Blog [com uma bandeira do seu país] pra eles montarem um clipe-homenagem no mesmo estilo.

Segunda atualização: o pessoal do Whovians tá anunciando um clipe 100% brasileiro, novidades virão!

Letra e tradução

The Proclaimers [TSO Benny & Joon]

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Do you think I’d crumble, do you think I’d lay down and die? Oh, no, not I – I will survive! HE-EY!

Imagem: Up next in sports

I Will Survive é outra das minhas mais preferidas canções éva. Ela fala de empoderamento e autoconfiança com uma batida otimista e alegre, passando longe das músicas que exaltam a dor de corno – perdoe o meu latim. Composição de Freddie Perren e Dino Fekaris, foi lançada em 27 de outubro de 1978 como o lado B de um single da cantora Gloria Gaynor e, talvez por esse motivo, sem backing vocals e remixagens características da disco music.

Eu gosto da versão original, do cover da banda Cake, da  cena em que o time de futebol americano canta e dança em Virando O Jogo, da cena em Priscilla Rainha do Deserto, da versão salseira de Célia Cruz, do remix do Robbie Williams, da atitude da Miss Piggy…

Letra e tradução

Gloria Gaynor

Link http://www.youtube.com/watch?v=ZBR2G-iI3-I

Diana Ross & Ru Paul

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Heathcliff, it’s me, Cathy come home, I’m so cold, let me in-a-your window

Heeth Kwiff! Heeth Kwiff! *suspiro* Você deixou o gato assistir O Morro dos Ventos Uivantes de novo, não deixou?

Imagem: I can has cheezburger?

Na época em que eu usava o Multiply, montei um álbum com diversas versões da música Wuthering Heights, composta pela Kate Bush quando ela tinha 18 anos. Bush inspirou-se na adaptação de 1970 do romance da escritora inglesa Emily Brontë [O Morro dos Ventos Uivantes], a versão estrelada por Timothy Dalton no papel de Heathcliff.

A canção foi lançada em janeiro de 1978 e foi o carro-chefe do álbum de estreia de Kate [The Kick Inside], contrariando determinação da gravadora, que escolhera outra canção para divulgação. Kate insistiu em usar WH e ainda obrigou a gravadora a trocar a capa do disco, atrasando as vendas em cerca de dois meses. A música teve dois videoclipes produzidos, um para exibição no Reino Unido [o primeiro da lista abaixo] e outro para os EUA [a versão red dress].

Não encontrei todas as versões e covers – faltam a de Susan Egan e E-clypse feat. Jemma Price, que tenho na Ouvateca do Multiply em mp3, e outros que nem procurei muito, na verdade – mas taí. Divirta-se. :)

Letra e tradução [Cristine Martin]

Kate Bush vídeo oficial

Link http://www.youtube.com/watch?v=-1pMMIe4hb4

Kate Bush versão red dress

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It’s not unusual to be loved by anyone

Michael Jordan

Imagem: Up Next In Sports

A música It’s not unusual é composição de Les Reed e Gordon Mills. Tom Jones, então um artista desconhecido, gravou um demo da canção para apresentar a Sandie Shaw pra que ela a gravasse em disco, mas a cantora ficou tão impressionada com a interpretação de Jones que recusou e sugeriu que ele mesmo gravasse, o que Tom Jones fez em 1965. O tecladista que tocou na gravação original era o adolescente Elton John.

It’s not unusual voltou às paradas em 2011 por dois motivos: Tom Jones apresentou-a no final da edição de American Idol deste ano e o personagem Blaine [Darren Criss] fez uma performance no episódio de estreia da terceira temporada de Glee [ambos programas da mesma emissora, a Fox] – mas Glee não é a única série em que um dos personagens se entrega de corpo, alma e voz à canção dançante. Tem o Carlton em Um Maluco no Pedaço, que chegou a criar uma dancinha que é sua marca registrada; tem Os Simpsons; Will & Grace… Não achei as cenas de Friends, The O.C./Um Estranho no Paraíso e Sex & The City, mas aqui estão algumas versões e covers.

Bom earworm pra você. ;)

Letra e tradução

Tom Jones [live] The Ed Sullivan Show 1965

Link http://www.youtube.com/watch?v=ThEq2wD3PXw

Tom Jones American Idol 2011

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You spin me round like a record, baby!

Imagem: Up next in sports

Das muitas músicas favoritas dos anos 80 essa é uma das minhas mais preferidas. :lol: You spin me round [Like a record] foi lançada no final de 1984 pela banda inglesa Dead or Alive [DoA para os íntimos] e o vocalista Peter Burns integrava o grupo de artistas da época que se apresentava com maquiagem extravagante: Boy George [Culture Club], Adam Ant [& The Ants], Peter Murphy [Bauhaus], Robert Smith [The Cure] – mas Burns foi além e submeteu-se a cirurgias plásticas que nem sempre deram certo [veja o vídeo de 2003].

Hoje em dia a letra não faria nenhum sentido com os MP3 players -da mesma forma que não faz mais sentido dizer “vacinado com agulha de vitrola”, “cair a ficha”, etc. *Suspiro*

Adam Sandler costuma usar músicas dos anos 80 em seus filmes [um dos motivos por que eu amo ele] e usou essa em Afinado no Amor. Abaixo seguem alguns outros covers metal, folk, tecno, hip hop…

Letra e tradução

Dead or Alive original

Link http://www.youtube.com/watch?v=ZUatnbaNfEo

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