Ajustando imagens no Picnik

CSI:NY s07e22 - antes

Quando voltei do hiato forçado provocado pelo raio e tive de reinstalar os softwares no Miguelito, a TatiLie indicou o site Picnik para edição de imagem. Eu preciso de pouca coisa, cortar, redimensionar, acrescentar legenda ou marca d’água, então esse serviço online me pareceu suficiente.

Daí voltei a fazer a coluna semanal pro TeleSéries e me deparei com um problema: as capturas de tela ficavam escuras porque o vídeo de origem já era escuro. Em cenas noturnas mal dá pra ver o que está acontecendo. Resolvi espiar o que mais o Picnik oferecia na versão grátis e tá lá: ajuste de exposição e contraste. Pronto, meus problemas se acabaram. E é tão fácil de usar…

Pra começar, o site não exige cadastro, é chegar e subir a foto pra edição. A interface em português é outro atrativo. Depois de fazer o upload da foto a pessoa clica em Editar –> Exposição –> arrasta as barras de exposição e contraste [geralmente para a direita, se for pra iluminar] e o resultado aparece imediatamente na tela. Depois de clicar no botão OK aparece a aba Salvar, que permite salvar a imagem de volta no computador.

Se a série é antiga e gera uma captura mais quadradona eu aproveito para cortar em cima e/ou embaixo e deixar a imagem mais próxima do atual padrão 16:1, antes de redimensioná-la em 500 x 300 px utilizado no TS. Isso acabou beneficiando o PdUBT por tabela: a imagem original que fecha o último post da série The Borgias era praticamente uma tela preta antes de eu quase estourar a luz no Picnik, mas valeu a pena pra mostrar o tal efeito “Madonna with the Child” que eu desejava.

Valeu, Tati!

CSI:NY s07e22 - depois

Pequenas atitudes

Três quadrados, amigo, três quadrados! (Novo dispenser "verde" de papel higiênico garante menos desperdício)

Imagem: I Can Has Cheezburger

Roubei a “pauta” deste post da Sam Shiraishi, mas tenho a impressão que ela não vai ficar brava. ;) A ideia é compartilhar atitudes sustentáveis que podemos adotar em casa no dia a dia, praticamente indolores. A Sam fotografou três que a família dela adota lá em SP/Capital:

1. carregar sacolas retornáveis [as ecobags];

2. não descartar óleo de cozinha usado na pia;

3. reduzir o consumo de descartáveis.

Os detalhes estão lá no post dela, valem uma lida.

Aqui em casa usamos as três dicas já faz um tempinho: além de ecobags e furoshikis, sempre que possível usamos o serviço de entrega a domicílio dos supermercados, isso diminui a quantidade de sacolas plásticas. As sacolas destinadas ao acondicionamento de alimento são obrigatoriamente feitas a partir de matéria-prima virgem, não podem ser feitas a partir de reciclagem, então quanto mais se evitar melhor.

O óleo eu já comentei, né, que vira sabão caseiro, mas além disso a prefeitura recolhe junto com o lixo reciclável. Quanto ao uso de descartáveis, dona mãe nunca apreciou-os muito mesmo…

E para compartilhar aqui vão minhas três contribuições ao debate:

1. sempre que possível, optar por produtos que tenham refil: em cosméticos, higiene e limpeza está ficando mais fácil achar produtos com embalagem refil, que usam menos matéria-prima e são recicláveis [além de baratear o orçamento, hehehe];

2. reusar: um dos três Rs [reduzir, reutilizar e reciclar] da sustentabilidade. Uma parte do lixo reciclável de casa vai pra oficina de artesanato do Centro de Assistência Psico-Social da cidade [e depois a gente ainda compra o artesanato deles, hahahaah!], uma parte da sacolas plásticas vai pra horta do Centro Espírita [por mais que economizemos, ainda sobra mais sacolas do que usamos para descartar o lixo];

3. evitar imprimir documentos: o provedor de inFernet que uso passou a emitir fatura eletrônica [assim como a SKY já faz], o que permite pagar online sem usar nenhum pedaço de papel. [Tá certo que quem for imprimir vai gastar duas folhas de papel por causa da configuração comercial do boleto, mas já dei a dica lá e parece que vão corrigir pro próximo mês]. E quando faço o pagamento online salvo o comprovante em PDF ao invés de imprimir.

É pouco? É. Vai resolver o problema do mundo? Nem de longe, mas fico com as palavras de Ryan Hreljac [grifo meu]:

“Eu adoro ouvir mais exemplos de pessoas que apenas fizeram o que elas queriam fazer e não ligaram se não iriam resolver o problema todo ou não iriam fazer o maior impacto sobre o mundo, mas foram ingênuas o suficiente para fazer o que eu fiz quando eu tinha seis anos. E é incrível o que pode acontecer ao longo do tempo.” [Ryan Hreljac, via Papo de Homem]

De 2001 para 2011

Em 11/09/2001 estávamos @technosoftnavas, @andrerissatto e eu fazendo a migração do servidor de @siteantidrogas desde as primeiras horas da manhã, quebrando a cabeça porque DNS parecia não responder. Só depois de telefonar pro suporte técnico do backbone descobrimos que havia um estrangulamento no tráfego da Internet por causa das notícias sobre o atentado terrorista: as páginas iniciais dos principais sites de notícias estavam limpos dos elementos visuais para dar conta dos acessos, e mesmo assim demoravam para carregar.

Em 01/05/2011 estávamos @technosoftnavas, eu e milhares de pessoas descobrindo pelo Twitter e Facebook sobre a morte de Osama bin Laden, líder da Al Qaeda responsável pelos atentados, antes de qualquer portal de notícias ou canal de tv brasileiro, assistindo ao pronunciamento do presidente Barack Obama em streaming pelo site da Casa Branca.

A História é feita de momentos, pois pois?

RMVB e imagem

Um tempinho atrás eu perguntei se alguém tinha solução pra um problema que enfrentava ao assistir vídeos .rmvb no Real Player, as corridinhas ou soquinhos. Agora que estou a instalar programas no PC fui reler os comentários e optei pelo Real Alternative, mas a versão Lite, que na verdade é um pacote de codecs que permite assistir aos .rmvb em qualquer player [sem ter de instalar o Real Player].

Já assisti a mais de 12 episódios sem nenhuma corridinha na imagem até agora – pra mim, resolveu meu problema.

Por falar em imagem, alguém indica um software free, grátis e amigável tipo Photoshop? Uso pouca coisa [redimensionar, escrever, cortar], de repente até um serviço online faça isso…

Sete e sete são catorze, com mais sete vinte e um

[Via @paulomourajr] Regra pra determinar se um número é divisível por 7: separe o último dígito, multiplique-o por dois e subtraia do resto do número original. Ex.: 432 = 43 e 2 = 43 – [2 x 2] = 39, que não é múltiplo de 7.

Outro exemplo: 8631 = 863 e 1 = 863 – [ 1 x 2] = 861, ainda não dá pra saber. 861 = 86 e 1 = 86 – [1 x 2] = 84, que é 70 + 14, múltiplos de 7. Se quiser continuar, 84 = 8 e 4 = 8 – [4 x 2] = 0, pronto, divisível por 7. [Fonte: The Endeavour]

É claro que tem de conhecer a tabuada do 7 primeiro, móde reconhecer seus múltiplos. ;)

Censo 2010 3 em 1

Censo 2010

Censo 2010

Cê sabe que a cada dez anos tem um povo que anda de casa em casa assuntando quantas gentes moram ali, quantos banheiros dividem e coisas assim, num sabe? Apois, é o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE], que começou agora no dia 1. Eu vou te contar, nesse intervalo de dez anos fiquei muito paranoica coesse negócio de dar informação particular ao primeiro que pergunta, graças à Internet. Tá que é gente uniformizada e crachazada, mas mesmo assim. Malandrage tá sempre um passo à frente.

Por isso, resolvi que desta vez responderei ao questionário via Internet. Incoerente, né? Prefiro responder a uma máquina do que a uma pessoa.

Pela primeira vez, moradores de todos os 5 565 municípios do país poderão repassar suas informações para o recenseamento via internet. Para isso, eles terão primeiro que ser visitado por um agente do IBGE, informar o seu número de telefone e receber um envelope lacrado, que conterá códigos de acesso para acessar a página do questionário. [Info]

Pelo que entendi até agora, existem dois modelos de questionário, um básico e um mais extenso, chamado de “amostra” e que contem as perguntas do básico mais questões relativas à escolaridade, renda e religião da pessoa que chefia a casa [ou seja, mesmo o questionário de amostragem não reflete os números reais globais]. O questionário de amostra será aplicado em apenas 11% dos domicílios. Dá pra fazer o download dos dois modelos em PDF no site do IBGE. Apenas o de amostragem tem questões dedicadas a deficientes.

O PDF do ste não mostra as opções de religião disponíveis. Houve uma polêmica entre os espíritas quando a Federação Espírita Brasileira emitiu uma carta instruindo os membros a responderem “kardecistas” quando questionados, porque se respondessem “espíritas” o recenseador anotaria “Sem opção religiosa”. Isso foi desmentido e a FEB publicou uma retificação em seu site.

Nessa retificação tem um anexo em DOC que foi fornecido pelo próprio IBGE com todas as opções de religião aceitas pelo programa do smartphone do recenseador. Eu copiei e trouxe para cá, se quiser baixar as 33 páginas é só clicar no link abaixo.

Anexo Religiões Censo IBGE 2010

Mas isso não impede que se responda com uma religião que não esteja na lista. Há um movimento nas redes sociais para que o internauta responda Jedi ou Jediismo quando perguntado. Veja a resposta que eu obtive via email [censo2010@ibge.gov.br]:

Mesmo se a religião informada pelo recenseado não estiver presente na lista, ela será registrada como a religião do recenseado.

Moral da história? Responda o que quiser. :lol:

Os computadores de mão que estão sendo utilizados pelos recenseadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para coletar os dados do Censo 2010 serão destinados a programas de inclusão digital em escolas públicas e para a realização de entrevistas de programas de saúde domiciliar depois que a pesquisa acabar. Os computadores usados nos postos que fazem a coleta dos dados do censo também deverão ser encaminhados a escolas públicas. [Folha]

Os smartphones são da LG e os aplicativos rodam em Windows Mobile [via OlharDigital].

Página oficial do Censo 2010 http://www.censo2010.ibge.gov.br/

Global Voices: de Cala boca Galvão a serendipity

Como Ethan Zuckerman ligou o fenômeno de ativismo virtual “Cala boca Galvão” à iniciativa internacional Global Voices, um grupo de voluntários que escolhem artigos na blogosfera e no noticiário local e os traduzem para o maior número de idiomas possível.

O vídeo dura quase vinte minutos, mas carrega rápido e é muito interessante.

Link http://www.ted.com/talks/lang/eng/ethan_zuckerman.html

O vídeo só tem opção de legenda em inglês por enquanto [clique no subtitle ali na parte de baixo do player], mas isso já ajuda um bocado se o seu listening é meio maluco feito o meu.

serendipity
s. capacidade de fazer descobertas importantes por acaso
Fonte: Babylon

Site do Global Voices em português

* Agradeço à Diana Pádua pela dica!

Carisma desliga cérebro

Nããão, estão roubando meu cérebro!

Nããão, estão roubando meu cérebro!

“Quando caímos sob os encantos de uma figura carismática, as áreas do cérebro responsáveis pelo ceticismo e atenção tornam-se menos ativas. Usando imagens de ressonância magnética, cientistas escanearam os cérebros de vinte pessoas neopentecostais e de vinte não-evangélicos enquanto ouviam orações gravadas. Disseram aos voluntários que seis orações foram lidas por um não cristão, seis por um cristão comum e seis por um “curador” [pessoa que acredita-se ter poderes de cura, sabedoria e de profetizar]. Na verdade, todas foram lidas por um cristão comum.

Apenas os cérebros das pessoas devotas apresentaram alteração em resposta às orações. Partes dos córtex que têm papel chave na vigilância e ceticismo ao julgar a veracidade e a importância do que as pessos dizem foram desativados quando o sujeito ouvia o suposto curador. As atividades [cerebrais] diminuíam menos quando o orador era supostamente um cristão comum.

O pesquisador Uffe Schjødt diz que isso explica porque determinados indivíduos conseguem obter influência sobre outras pessoas, e conclui que sua habilidade para fazer isso [influenciar pessoas] depende massivamente das noções preconcebidas da sua autoridade e do quanto é digno de confiança.

Não está claro se os resultados podem se estender além da liderança religiosa, mas o pesquisador se pergunta se aquelas regiões cerebrais podem ser desativadas do mesmo modo em resposta a médicos, pais e políticos.” [New Scientist, 27/04/10, tradução livre]

Eu acredito que sim, os resultados da pesquisa podem ser extrapolados tanto para outras religiões quanto para [e principalmente] a política. Claro que essa minha opinião não tem nenhum fundamento científico, é baseada apenas na observação empírica da minha timeline do Twitter e na nota da profa cãpanheira, tão fácil de manipular… :lol:

Momento obsessivo-compulsivo: sacolas plásticas

PegaPet: alça de papel kraft da 1900 Pizzeria

PegaPet: alça de papel kraft da 1900 Pizzeria

A rede de pizzarias paulitana 1900 esá a abandonar o uso de sacolas plásticas nas entregas. Em 2008 eles adotaram essa solução simples, barata e genial para carregar garrafas de água, suco ou refrigerante: uma alça feita de papel kraft  que se adapta a qualquer garrafa. As sacolas de papel não são ideais para essas garrafas porque a condensação de água provocada pela bebida gelada pode rasgar o papel, mas para a entrega de outros produtos a empresa já está a substituir as de plástico também, desde o ano passado.

Anturdia vi uma reportagem sobre um supermercado carioca que começou a trabalhar com sacolas plásticas mais reforçadas para evitar ter que colocar uma dentro da outra [uso dobrado] e com informações em letras enormes para evitar o abuso. Mesmo assim, a repórter flagrou uma mulher colocando sua comprinha em duas sacolas. A mulher disse que colocar uma dentro da outra é mais confortável pra carregar. Quando a repórter perguntou “e o meio-ambiente?” a mulher fez uma cara de “f*da-se o meio-ambiente” que tive vontade de socar-lhe a fuça.

[Mas as palavras que lhe saíram da boca foram "fazer o quê, né?"]

Comé aquele ditado mesmo? Quem quer fazer arranja um jeito, quem não quer arranja uma desculpa.

Na mesma matéria, a repórter encontrou uma senhora toda chique. Na mão direita, uma sacola plástica daquelas reforçadas; na mão esquerda uma ecobag de algodão estampada “I [coração] the [Terra]“, ambas lotadas de compras. É isso o que a outra não entendeu: se todos fizessem uso consciente, não precisaria chegar ao cúmulo de ter de proibir.

[A dica sobre a PegaPet eu roubei da Simone Miletic.]

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Orangotag: séries que assisto, organizadinhas!

Comãssim, 'provavelmente não dorme'?

Comãssim, 'provavelmente não dorme'?

Tou usando o Orangotag para manter um registro das séries que acompanho. A dica veio da Mica [sênquis!] quando perguntei se existia algum serviço tipo o Skoob e o Filmow caus que sempre me perco na hora de baixar os episódios, não lembro se já assisti e até [oi, Alzheimer] esqueço que acompanho algumas séries.

House, por exemplo, ainda não assisti ao ep Wilson e subsequentes. O site avisa quando isso acontece, com uma frase até simpática: “Opa, parece que você tá meio atrasadinho com [nome da série]” Cadastrei apenas as que eu estou acompanhando atualmente [C.S.I., Castle, Criminal Minds, Glee, House M.D., Modern Family, NCIS, NCIS: Los Angeles, Sons of Anarchy, The Big Bang Theory e True Blood], deixei de fora as que abandonei, as que assisto eventualmente ou já se encerraram.

Primeiro fiz um cadastro diretamente no site mas, não sei o motivo, ele não me reconhece quando volto e tenho de reativar a conta toda vez. O esquisito é que ele mantém o log das minhas atualizações. Daê descobri que posso entrar com a conta do Facebook e pronto, acabou o pobRema. Quero dizer, só tiver de adicionar tudo de novo na watchlist do perfil novo, mas acompanho poucas séries atualmente e não doeu fazer isso outra vez.

Então, para quem achar que é um serviço útil e quiser me adicionar lá também meu nome de usuário é batatatransgenica. Tem o lunaomi também, mas esse é o que fica pedindo reativação toda vez e acho que vou abandoná-lo no Orangotag.