[TrueBlood] Evil Is Going On

Gasparzinho, versão True Blood

Post redigido antes da liberação do post mortem do episódio, editarei depois com o vídeo e imagens.

Perdoe-me por usar uma expressão em inglês para comentar o último episódio da terceira temporada de True Blood, mas… Haters gonna hate. :P

A partir deste ponto há spoilers

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[TrueBlood] Fresh Blood

Eric, você é o sol que alumia as minhas noites.

Já que casamentos intrafamiliares são carta fora baralho, cria-se um excedente de noivos e noivas que podem ser utilizados para forjar alianças com outros clãs. Também se pode aproveitar a ideia de interditos sexuais para criar outras proibições, que reproduzam ou ampliem relações de poder. [Hélio Schwartsman, O incesto é um problema?, 17/06/10]

Claro que HS nem de longe menciona o que acontece em Hotshot; só citei um trecho do artigo aqui porque [1] vale a leitura completa e [2] quero passar logo para os outros subnúcleos.

[O editor William Irwin lançou o volume True Blood & Philosophy: We wanna think bad things with you no mês de junho. Já entrou na minha lista de desejos, claro. Espero que esteja à venda no Submarino, Saraiva ou Cultura em breve.]

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[TrueBlood] I Smell A Rat

Eric, Sookie e Pam no Fangtasia

Eric, Sookie e Pam no Fangtasia

Depois do episódio ótimo da semana passada eu já esperava uma certa queda na qualidade no décimo e antepenúltimo da temporada – só não contava que fosse despencar tanto. A dispersão em vários subnúcleos foi um expediente interessante no início mas acabou perdendo sua força no final: algumas tramas e personagens que poderiam ser melhor construídas e desenvolvidas se perderam no meio do caminho. Em alguns casos há a possibilidade de que sejam retomados [caso dos Weres, já que Manganiello foi efetivado no elenco fixo], outros tiveram os mesmo tratamento displicente dedicado ao plot de Dallas na temporada passada.

A partir deste ponto há spoilers.

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[TrueBlood] Everything Is Broken

Eric, Pam e Miss Flanagan

Eric, Pam e Miss Flanagan

O melhor episódio da série até agora, IMHO. Nem precisarei abrir mão de comentar alguma coisa [leia-se "relacionamentos abusivos"], conforme escrevi na semana passada, porque foi um ep cheio de diálogos ótimos, viradas de jogo, revelações e atuações marcantes.

Antes de começar, xeu só desentalar uma coisa que ando matutando desde o início desta temporada, que é o desperdício de sangue. Na primeira um vampiro disse que se os assassinatos em série fossem coisa deles os cadáveres estariam exangues. Agora o Eric deixa o tapete da Sookie todo molhadinho [hahahahaha!], o festim de Russell, Lorena e Bill chega a vazar da limusine, e o banho de Sookie e Bill vira uma homenagem à cena do chuveiro de Psicose. Nani desuka?? Mottanai desuka! :lol:

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[TrueBlood] Night on the Sun

Nunca demonstre temor

Nunca demonstre temor

Eu queria mudar de assunto, juro. Queria chegar aqui e comentar apenas “puxa, você viu o que aconteceu com fulano, o que você achou do que sicrano disse, o que será que vai acontecer com beltrano, e que música legal encerrou o episódio!” mas não dá: basta um ep centrar-se um pouquinho mais em Sookie & Bill que o tema do post volta a ser sobre sexismo, machismo, misoginia e violência contra a mulher.

Eu vou entender se você preferir fechar o blog e voltar amanhã, foi a vontade que eu tive de parar de assistir e voltar no próximo episódio também.

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[TrueBlood] Hitting the Ground

Quem não tem glitter se vira com... Tinkerbell!

Quem não tem glitter se vira com... Tinkerbell!

Hahahahaha!

Cara, desculpa, não consigo parar de rir. Este episódio de True Blood foi pura comédia, e o melhor é que dá a impressão de comédia involuntária provocada pela tosquice. Essa impressão foi reforçada porque, entre personagens submetidos ao ridículo, rolaram litros de sangue cenográfico e gosma vermelha e pelo menos cinco cadáveres.

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[TrueBlood] I Got a Right to Sing the Blues

A noiva de Franklin

A noiva de Franklin

Eu a-do-rei este episódio!

Pela primeira vez em muito tempo, as partes que gostei superaram as que me deixaram indiferente [oi, Jason; oi, Crystal] e as que me deram raiva. Por onde começo…? Bom, na dúvida, pelo começo, né?

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[TrueBlood] Trouble

Eu teeenho a fooorça!

Eu teeenho a forçaaa!

Uma das coisas que eu mais curti na primeira temporada de True Blood e que é constante nos livros da Charlaine Harris é o lado cômico, o bom humor. É um jeito de lidar com temas sérios sem afastar o espectador/leitor. Infelizmente, de uns tempos pra cá os roteiristas da série mudaram a fórmula, canalizando o humor em personagens burlescos [quando não ridículos]. Dois exemplos são o Jason Stackhouse e o Andy Bellefleur, que viraram caricaturas do caipira ignorante e preguiçoso e do policial paspalho.

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[TrueBlood] 9 Crimes

Franklin e Tara

Franklin e Tara, mais um relacionamento abusivo.

Janice Herveaux sobre Debbie Pelt e Alcide: Ela foi o primeiro amor da vida dele, ele nunca tinha conhecido alguém tão cheia de vida, aquela m*rda toda. Mas quantos tiros você tem de levar por alguém, quanta coisa ruim tem de acontecer com você e com quem você ama antes de você perceber que sentir-se vivo não é o suficiente?

Sookie está/é tão obcecada pelo seu relacionamento com Bill que não consegue ver as coisas em perspectiva. É o primeiro relacionamento amoroso da vida dela, e é justamente com um ser a quem ela não consegue ler as intenções ou ouvir os pensamentos. Ser telepata pode não ser grande coisa, afinal, pois a tornou dependente desse dom para conhecer as pessoas ao invés de torná-la consciente dos sinais que enviam pelo comportamento. Tudo tem que ser desenhadinho.

A partir deste ponto há spoilers.

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[TrueBlood] It Hurts Me Too

Alcide e Sooke

Alcide e Sookie

A Simone Miletic está a sortear o box da segunda temporada de True Blood – veja lá no Só Seriados de TV.

It’s interesting that the courage and wit, in all of these cases, of the vampire-hero’s lady love, relying on her mostly human repertoire of skills and savvy measures up to or outdoes that of her super-powered swain. Time and again, she saves him: from himself and from his foes. By standing by his side, despite his debilitating reaction to kryptonite or sunlight, she proves her mettle and his value. [Huffington Post, 24/06/10]

Segundo o artigo de Laura Brounstein, vampiros são os super-herois da hora e, assim como Lois Lane e Mary-Jane, o papel das mocinhas é ajudá-los e salvá-los ao dar-lhes apoio moral e ficar ao lado deles. Eu… fiquei sem palavras. Acho que, no fim, errada estou eu ao exigir uma protagonista forte e independente, que luta contra o mal em pé de igualdade com um ser com poderes superiores ao seus, que consegue defender-se sozinha apesar de ter a opção de se apoiar sempre no tal super-heroi. Erradas somos eu e você que xinga a Sookie bestalhona da série de TV.

E olha que neste episódio eu até gostei da Sookeh quase o tempo todo! A cena inicial, quando…

A partir deste ponto há spoilers.

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