Domingueiras

Agora é tempo de cigarras e os gatinhos estão num estado de felicidade tão grande que dá até pena ralhar quando eles trazem mais uma pra dentro de casa.

Momento Post-it: Os Sete Samurais do Kurosawa no TCM, 25/10, às 22h.

Um jornalista que eu gosto: André Trigueiro, da GloboNews.

Exterminador de produtividade: ScienceBlogs. Aglomerador de blogs brasileiros sobre ciência, cultura e política.

A Jorge Zahar Editor publica livros lúdicos de ciência. São poucos títulos, comparado com as centenas da coleção Ciência Aberta da portuguesa Gradiva, mas tá valendo. A JZahar editou a versão brasileira de O Estranho Caso do Gato da Sra. Hudson do Colin Bruce, que eu tenho na edição da Gradiva.

DVD Harry Potter e o Enigma do Príncipe na pré-venda: só vou escolher nonde comprar depois de ver quais os brindes disponíveis em cada loja.

Dudley Dursley, o primo valentão do Harry Potter, é neto do Doctor Who, o segundo. É engraçado pensar que Dudley e o décimo Doctor Who quase estiveram no mesmo filme [O Cálice de Fogo].

Crítica de Peter Ingham para Unseem Academicals do Terry Pratchett no Telegraph.

Duas novas farmácias inauguradas na mesma semana em Pedra Lascada. Agora são dezessete no total, numa cidade de 19mil habitantes.

Oito dias de sinal aberto HBO, três filmes: Treinando o  Papai, O Clube de Leitura de Jane Austen e… esqueci o terceiro.

Depois do feriado o padre no meio da semana, dona mãe ficou confusa das ideias: “dia de Nossa Senhora é feriado só em Pedra Lascada ou em São Paulo?”

Capoeira em dois momentos:

O brasileiro Mestre Ponciano no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo

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Um pouco mais de Harry Potter e pedido de livros

Na semana passada aconteceu a semana dos livros banidos nos EUA, quando as bibliotecas se mobilizam para denunciar tentativas de censurar livros. Os sete volumes da série Harry Potter costumam frequentar as listas de livros banidos de escolas. O argumento mais usado pra pedir a retirada de HP é a incitação à bruxaria [esoterismo, ocultismo] ou a visão não-cristã da obra – o que é a mesma coisa na cabeça dos que tentam impedir a sua leitura.

Na semana passada também saiu uma notícia que foi replicada em vários sites oficiais de mídia e blogs: segundo um dos redatores de dscursos do governo George W. Bush, o presidente [ou alguém com poder de veto no seu staff] negou a concessão da Medalha da Liberdade para a escritora J. K. Rowling por causa exatamente dessa pretensa incitação à bruxaria.

Segundo o Think Progress [que parece ter sido o primeiro a publicar essa informação] Matt Latimer escreveu no livro Speechless: Tales of a White House Survivor, na página 201:

This was the same sort of narrow thinking that led people in the White House to actually object to giving the author J.K. Rowling a presidential medal because the Harry Potter books encouraged withcraft.

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[LieToMe] Moral Waiver

Você já teve a impressão de estar sendo observado?

Você já teve a impressão de estar sendo observado?

[...] consequencialismo, cujos grandes defensores incluem Jeremy Bentham e John Stuart Mill. Basicamente, eles dizem que não existem princípios externos abstratos como a ideia de Justiça que possam validar ou invalidar nossos atos. A única forma de julgá-los é através das consequências que acarretam. Vale dizer que são boas as ações que engendram bons resultados. No caso específico de Bentham (conhecido como pai do utilitarismo), o que importa é o princípio de utilidade, que pode ser traduzido na fórmula: “o maior bem para o maior número de pessoas”. [Hélio Schwartsman, 20/08/09]

O título do segundo episódio de Lie To Me meio que entrega de bandeja o destino da trama, mas tudo bem, tem algumas coisas interessantes pelo caminho.

Para começar, ele demonstra que a série não vai se apoiar na tecnologia para resolver os casos e sim na análise humana com o apoio da tecnologia, que pode ser mais influenciável e portanto passível de falha porém é o que apreende melhor a complexidade das ações e reações. E com humor.

A cena inicial mostra o Dr. Lightman e o representante de uma agência a testarem a eficácia de um novo modelo de polígrafo portátil. O polígrafo analisa a resposta corporal às perguntas [aumento da transpiração, pressão arterial, batimentos cardíacos, etc.]. Alguns especialistas dizem que o detetor de mentiras tem de 90 a 95% de acuidade, mas os psicológos reduzem essa margem de acerto para 60%.

O problema desse tipo de mecanismo é que ele deteta as variações corporais mas não o contexto em que essas variações acontecem. Quem tem hipertensão sabe que a pressão pode subir na hora de medir só pela presença do médico ou enfermeiro, por causa da ansiedade. Tem até um nome técnico pra isso: Síndrome do Jaleco Branco.

Por isso nem todos os sistemas judiciais aceitam o resultado do teste do polígrafo como prova comprobatória [eita nóis!]. No Brasil não se aceita, se não me engano, e mesmo nos EUA tem Estado que também não.

Isso não foi dito na série, eu que pesquisei. Por cima. E eu tenho a SJB.

A partir deste ponto há spoilers.

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Domingueiras

Sim, na primeira versão de Paraíso a Maria Rita noivava com a besta do Otário também. Não suporto essa cara de deboche do ator novo, vontade de espancar. Mas depois disso minha memória é um borrão e não sei se estou a misturar novelas SPOILER —> mas, se não me engano, o Zeca invadia a cerimônia de casamento montado no cavalo e raptava a Maria Rita no altar <— FIM DO SPOILER.

O Ricardo sofre de saudade da Aninha. Porque ele a aaama e não consegue ficar longe dela, certo? Não, porque o apartamento tá um chiqueiro e ele tá com fome.

Todos os personagens criticam a atitude da protagonista – ou a falta de atitude. O Tóbi chega a dizer que ela é burra. A voz do povo é a voz de Deus, nué?

Aliás, apenas agora botei reparo que essa novela não tem vilões. Lerdinha toda vida. Mas nem senti falta de um.

De sexta pra sábado emagreci mais de 200g só de cabelo. Agora entendo porque usavam toucas para dormir antigamente: eu já tava ficando presa no próprio cabelo, mal conseguia me virar na cama.

Melhor do que cloral é o livro O Laboratório dos Venenos, do russo Arkadi Vaksberg: é pegar e dormir. O que me aborrece mais nem é a abordagem tendenciosa [oi, Henderson!] mas principalmente a estética, cheio de vírgulas e construções invertidas que tornam a leitura truncada, sem fluidez.

A estética também é um aspecto importante para europeus e japoneses quando o assunto é… vegetais. Se você tem o pepino torto ou se a sua banana é pequena pode perder a esperança de penetrar naqueles mercados. No Japão se desperdiçam 40% da produção agrícola porque os vegetais fogem do padrão, seja para mais, para menos ou pela forma.

Eu tou me sentindo a própria Soockie Stackhouse graças à @ratobiblioteca: no site The Free Dictionary todo dia tem uma palavra nova pra aprender [e um novo artigo, aniversário, Hoje na História, notícia, citação...]. Tem alguma versão brasileira disso? Tudo num lugar só?

O 37º volume da série Discworld, do Terry Pratchett, será lançado na Inglaterra e EUA no próximo dia 6 de outubro. O autor não sairá em turnê para divulgar Unseen Academicals por causa do Alzheimer :(

“Nos livros de Rowling, para salvar um inocente temos o direito e o dever de transgredir as leis. O direito à desobediência é amplamente justificado em várias situações da série. Harry, muitas vezes, só consegue se salvar e triunfar sobre as forças do mal por causa de sua audácia e capacidade transgressora”, observa Isabelle Smadja, pesquisadora da Universidade de Nancy, em Harry Potter: as razões do sucesso. “Embora ela mantenha a necessária luta entre bem e mal, estamos longe das ficções de baixo nível de hoje dirigidas às crianças, nas quais, para dar curso a uma violência por vezes cruel, se cria o pretexto faccioso de que os ‘bons’ devem lutar contra os ‘maus’ e que, por isso, podem matar e torturar.” [Revista Pesquisa Fapesp #135, mai/07]

Já ouviu falar no verbo “oportunizar”? Nem o Houaiss, nem o Michaelis. Mas essas duas acadêmicas sabem até flexioná-lo.

Toda vez que passa o comercial do café Três Corações lembro do filme Vem Dançar Comigo, o do Baz Luhrman. Love is in the air, manja?

Então Seu Jorge compõe e grava uma música com o título Burguesinha, daí vai lá e estrela a campanha da seção de moda da Riachuelo, né?

Uma das videolocadoras nonde sou cadastrada vai fechar :( A proprietária perguntou se quero comprar algum dos clássicos do acervo, vai me mandar a lista preu escolher.

Tegucigalpa é a capital de Honduras. Isso é uma coisa que não escrevo desde… Bom, desque jogava Quiz. E mesmo assim não frequentava as salas de Capitais.

Ouço muito duas variações de diálogo atualmente:

[1] “Votou nessa pessoa, não foi? Então agora engole seco e vai chorar na cama.”

ou

[2] “Ainda bem que eu não votei nessa pessoa, senão estaria com mais raiva ainda.”

Feliz Dia de Cosme e Damião. Quer um pirulito?

Paixonei em Glee. E comãssim que o vampiro Chow de True Blood é o coach Ken Tanaka, o cara que só tem um par de calças compridas?
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Semana dos livros banidos

bks

“A word to the unwise.
Torch every book.
Char every page.
Burn every word to ash.
Ideas are incombustible.
And therein lies your real fear.”
[Ellen Hopkins in Manifesto - clique aqui para baixar o poema na íntegra]

Ellen Hopkins compôs o poema Manifesto depois que uma cidade no Estado de Idaho/EUA baniu seu livro Burned, que conta a história de uma garota mórmon que enfrenta uma crise de fé. Seu livro Crank and Glass, na lista dos mais vendidos no New York Times, conta a história de outra garota viciada em crack [baseada na sua própria filha] e provocou a revolta de pais de alunos de uma escola onde a autora tinha uma palestra agendada.

A reclamação desses poucos pais obrigou a diretoria da escola a cancelar a palestra.

Vale lembrar que amanhã [26] começa a semana do livro banido nos EUA. O evento celebra a liberdade para ler qualquer livro e surgiu como uma resposta para a prática crescente de censura nas bibliotecas públicas e escolares norte-americanas. A Banned Books Week é patrocinada pela Associação Americana de Bibliotecas [ALA].

Segundo dados da ALA, no ano passado foram reportados 513 casos de livros que sofreram censura ou tentativa de censura. Os dez que receberam mais reclamações foram:

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Domingueiras

O Windows não foi desligado corretamente

O Windows não foi desligado corretamente

Dorga! O jogo inaugural do estádio do Dallas Cowboys vai ser no mesmo horário que o Emmy. Eu queria ver o famoso telão que interfere nos punts e mostra mensagem de erro do Windows.

Na novela Caras e Bocas, personagem se esgoela porque terá de raspar a cabeça: “Eu estou perdendo tudo o que é mais importante em mim, meu seio, meus cabelos…” Acho que sou muito ruim, porque não senti um pingo de emoção nesse momento.

Ou desprezo conta como emoção?

Eu me preparo para dormir: coloco o marcador de página no livro, ajeito o edredon de lado para o friozinho da madrugada, afofo o travesseiro de cabeça e o de agarrar, apago a luz e deito. Só aí percebo que esqueci de tirar os óculos.

Você já assistiu ao último episódio da Família Dinossauro? Eu não tinha visto, até a Cristine publicar lá no Rato de Biblioteca [senquiu!].

Eu olho o traje vermelho que a Lady GaGa usou pra receber o VMA e lembro de um personagem do folclore brasileiro. O duro é que não lembro exatamente de qual: é da Folia de Reis? Da umbanda? Didonde, Grande A’tuin?

Aaacho que não conheço nenhuma música da Taylor Swift [country, manja?] mas fiquei bem impressionada com a atuação da moça num dos melhores episódios de CSI na temporada passada.

Pequenos prazeres: retirar uma concha de feijão recém-cozido só com água [sem carnes, toucinho, bacon, etc.], misturar com duas colheres de açúcar e mandar ver.

A Adrina me mandou o volume Minas Gerais da coleção Cozinha Regional Brasileira [senquiu!]. Gente, que tortura. Lia as receitas e o estômago chegava a doer de vontade de experimentar tudo. Eu disfarçava mastigando biscoitos cream cracker.

Mas ontem dona mãe fez pernil à pururuca [que não pururucou, não sei se porque tava frio e chovendo ou porque o gás acabou no meio] e bolo de fubá. Jurema se esbaldou.

E cê viu que no volume São Paulo tem receita de rosquinha de pinga?

Quando pesquisei sobre o Seal pro Top Roqueiros Carecas Fazíveis, fiquei sabendo que Flavio Briatore é o pai biológico da filha mais velha da Heidi Klum, mas não participa nada. Seal agradece a ele por permitir-lhe ser o pai dela sem nenhuma interferência.

No post A conta que não fecha, do Ivan Capelli, há um comentário assinado por Gil de Ferran a mencionar uma rodada com objetivos escusos na temporada 2006 da F-Indy.

Aprendi nesta semana: ESCORREITO: que não tem defeito, falha ou lesão; que tem apuro, que é correto.

Via @novohouaiss.

O que Dumbledore faria? Um site bem legal com as lições deixadas por Albus Dumbledore. Em inglês.

Daniel Radcliffe tem me surpreendido cada vez mais com o tratamento paciente e respeitoso com fãs e a mídia.

Que a escritora J. K. Rowling contribui com várias causas sociais infantis a gente sabe, mas desta vez a notícia é que a produção do filme Harry Potter e as Relíquias da Morte gerou 20 mil libras esterlinas para uma casa de repouso para crianças.

Segundo o IBGE, o gasto médio de uma família brasileira com livros é de R$ 11,00/ano. Eu pensei num monde coisa pra comentar mas decidi que não.

Em vez disso, deixo dois links que valem a leitura:

Passeando pela Bienal no blog Peregrino Mutante

Livros; a estranha lógica editorial no blog Pensamenteando [comentários inclusive]

Blog sonoro [!] dedicado ao mundo dos livros: Mondolivro. Cada áudio dura um minuto e meio, é rapidinho pra baixar e ainda é transcrito nos posts.

Se você é assinante UOL ou Sky faça uso dos cupons de desconto que eles oferecem. Pela mensalidade que cobram é até pouco, mas é melhor que nada.

Lembra da lista dos filmes pra mulérzinha? O blog Cinesmasmorra fez um podcast com vários deles e mais um monde outros que não foram citados. Ficou bem joiado.

Os melhores e os piores professores do cinema

Dolores Umbridge, Harry Potter e a Ordem da Fênix

Dolores Umbridge, Harry Potter e a Ordem da Fênix

Eu tinha pensado em guardar este post para o próximo dia 15 de outubro mas não resisti. O site inglês [sempre eles!] SchoolGate publicou algumas listas dos melhores e piores professoras do cinema. O SchoolGate fica hospedado dentro do site da Times e o slogan deles é “Ajudando você através do labirinto do sistema educacional britânico”.

A autora das listas que eu trouxe para o PdUBT é a Sarah Ebner. Ela ainda republicou duas listas externas, uma da Lovefilm e outra da Teachers TV, que trazem poucas novidades em relação à lista dela. Acessando os links dá pra ler os comentários e ver vídeos dos filmes.

Começando pelos 15 piores professores de filmes:

1) Dolores Umbridge (Imelda Staunton) em Harry Potter e a Ordem da Fênix [Harry Potter and the Order of the Phoenix]
Alguém tinha alguma dúvida?

2) Agatha Trunchbull (Pam Ferris) em Matilda
A atriz também fez a Tia Guida em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.

3) Richard Fenton (Johnathon Schaech) em A Morte Convida Para Dançar [Prom Night, 2008]

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Os 50 piores vilões do cinema

Angela Lansbury, Sob o Domíio do Mal

Angela Lansbury, Sob o Domínio do Mal

Às vezes tenho a impressão que o pessoal gosta mais dos vilões do que dos mocinhos, pela quantidade de listas e artigos dedicados a uns e a outros. Tá certo que um bom mocinho depende de um mau vlão, mas um pouco de equilíbrio é bom, né? ;)

A revista inglesa Times elaborou uma lista com os 50 melhores vilões do cinema. No artigo tem comentários e vídeos, mas eu trouxe apenas os nomes pra cá.

São eles:

50. Dr. Evil (Mike Myers) – Austin Powers: Um agente nada secreto [Austin Powers: International Man of Mystery] (1997)

49. Leatherface (Gunnar Hansen) – O massacre da Serra Elétrica [The Texas Chainsaw Massacre] (1974)

48. Ivan Drago (Dolph Lundgren) – Rocky IV (1985)

47. Agente Smith (Hugo Weaving) – The Matrix (1999)

46. Kevin (Elijah Wood) – Sin City (2005)

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Domingueiras

Dica fantástica da LuMa [senquiu!]: um jovem casal francês se propôs a percorrer 15mil km entre Miami/EUA e Ushuaia/Argentina, gastando apenas um euro por dia. Além da mochila nas costas, Laetitia et Guillaume [atualmente apenas Guillaume] levam também Kitty, um gatinho que resgataram em New Orleans [se o meu francês deu pro gasto].

A jornada começou em 2008 e está prevista para terminar em 2011. Kitty era filhotinho e cresceu na estrada. As fotos dele na mochila e nos ombros dos humanos são as minhas favoritas, nem reparei na paisagem latino-americana.

C’est très fofinho!

Ainda em francês, pero entendível, veja o que acontece quando a criatura exagera no mé lá no blog da MarieJean. Numa época em que os celulares vem com câmeras de boa resolução, pode ser eu ou você no Youtube!

Anturdia comentei que ninguém odiava a Megan Fox mas parece que não é bem assim. Com apenas dois filmes lançados, a moça tá juntando desafeto quinem mosca.

Primeiro ela diz que não vai fazer o filme da Mulher Maravilha porque é uma personagem fraca e recebe uma lambada de todo lado, como nesta carta aberta.

Daê ela diz que trabalhar com Michael Bay é como trabalhar para Hitler e obtém outra carta aberta de três membros da equipe técnica de Transformers 1 e 2. Essa carta foi publicada no blog oficial do diretor, eu li ontem, mas quando voltei hoje para pegar o link tinha sido excluída.

Senquisgóde pela Internet que tudo salva.

Aliás, googlar “Megan Fox open letter” traz muita diversão de volta.

Quando vemos as corridas da Nascar, cidadãozinho se empolga: “tia, Cars!”

Tou ensinando ele a reconhecer o carro 42: “M’toya fofinho!”

No filme Mamãe É de Morte, Mamãe mata uma mulher porque ela usava sapatos brancos depois do Labor Day. É uma das coisas que ficam caraminholando na minha cabeça, mas agora já sei por quê.

Próxima.

No ano em que Titia Batata nasceu, meu nome foi o 15º mais registrado, segundo o site Certifixe.

Senquisgóde a chuva deu uma trégua, já tava ficando sem toalhas limpas.

Dona mãe descobriu que o responsável pelas compras em um supermercado daqui de Pedra Lascada só bota produto de quem lhe paga “comissão” e ficou indignada.

Eu fiquei preocupada porque sei da existência dos boleiros não apenas nesse estabelecimento e perdi a capacidade de me indignar faz tempo.

A propósito, não tem mais aveia Quaker no tal super. Tem uma marca genérica que desconhecemos.

Marília, aqui vamos nós.

Oooh, Harry Connick Jr. cantou o hino no kickoff da NFL. Love you, xuxu. Mas Troy Polamalu se machucou. Love you too, xuxuzão.

So desu ka, domingo que vem tem Emmy Primetime, né? Tapete vermelho no E! e cerimônia no Sony, mas e o horário?

Blog novo sobre séries, filmes e livros na área: Esperando o Esperado, da Mica.

Vi o episódio piloto de Vampire Diaries mas, com as séries que acompanho regularmente retornando daqui a pouco, tenho que escolher o que vou seguir e o que não. E VD vai ficar de fora.

Um leitor da Nina Horta se pergunta onde foi parar o bucho casinha de abelha, na coluna do dia 10/09.

Ói, desque mudei pra Pedra Lascada nunca mais vi – e isso faz quase 25 anos.

Momento Post-It: o Scream Awards deste ano será no dia 31 de outubro na TNT, segundo o blog Line-Up.

Mesmo quando eu penso que existe um movimento anunciando o fim da literatura, eu olho meus netos, penso na série do Harry Potter e me vejo obrigada a discordar disso, pois surgiu uma escrita que as crianças acompanham. Ainda mais as crianças, que têm déficit de atenção e não são capazes de ler uma página porque estão tão viciadas no visual e não sabem acompanhar raciocínios completos como a literatura! Fico contente de ver que a literatura e o “livrão” não estão morrendo. O menino de 7 anos lê um volume do Harry Potter num fim de semana e é preciso quase “pegar pela orelha” para ele parar de ler e fazer outras coisas. É muito interessante esse fenômeno. [Walnice Nogueira Galvão, Revista Fapesp # 158]

No livro Undead and Philosophy, um articulista propõe a criação do PETZ – People for the Ethical Treatment of Zombies.

Tava à procura de uma dica de compostagem simples pra fazer uso das folhas e flores dos ipês que caem no quintal de casa e achei lá na Ilha do Mel Capixaba.

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25 livros melhor adaptados no cinema

Uma Thurman e John Malkovich em As Ligações Perigosas

Uma Thurman e John Malkovich em As Ligações Perigosas

O britânico Telegraph elaborou uma lista com 25 filmes que saíram das prateleiras de livros e mantiveram sua credibilidade intacta. O título do artigo, no entanto, dá a entender que seriam os livros que renderiam as melhores adaptações cinematográficas. Eu fui pelo primeiro significado, até pelos comentários da autora Melissa Katsoulis para cada filme.

Como toda boa lista, há ausências e controvérsias.

Das ausências o que me lembro agora é de Como Água Para Chocolate [Laura Esquivel / Alfonso Arau], Testemunha de Acusação [Agatha Christie / Billy Wilder], Blade Runner [Philip K. Dick / Riddley Scott], Henrique V [William Shakespeare / Kenneth Branagh] e O Castelo Animado [Diana Wynne Jones / Hayao Miyazaki].

Das controvérsias comentei nonde de direito, na lista abaixo. ;)

1.Grandes Esperanças [Great Expectations, 1861] de Charles Dickens
David Lean, 1946

Estrelado por John Mills e Alec Guinness. Tem uma versão modernizada por Alfonso Cuarón com Ethan Hawle e Robert de Niro; não é essa.

2. O Morro dos Ventos Uivantes [Wuthering Heights, 1847] de Emily Brontë
William Wyler, 1939

A versão com Merle Oberon e Laurence Olivier. Eu fico muito dividida aqui, porque embora realmente tenha o clima gótico e a caracterização cruel dos personagens, o roteiro só considera metade do livro. E aquele final do produtor, adicionado à revelia do diretor, quase que f*de tudo. Mas comparado com a versão com a Juliette Binoche e Ralph Fiennes é bem mais fiel, mesmo.

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