Torta/bolo de banana

Embora eu precise, não sou muito fã da banana in natura. Nenhum problema se ela for processada em alguma receita – como o Manezinho Araújo, por exemplo, ou apenas batida com leite. Sabendo disso, dona mãe já tem esta receita de cor, de tanto que ela faz.

Tem uma no forno agora, pra me acompanhar durante as 500Milhas de Indianapolis mais tarde. Tá sentindo o cheiro?

Torta de banana

Ingredientes
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de maisena
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de manteiga
1 xícara (chá) de leite
3 ovos
1 colher (sopa) de fermento em pó

bananas
açúcar cristal
canela em pó

Modo de fazer
Ligue o forno. Unte e enfarinhe uma assadeira grande e funda. Tipos uma de 38~40cm no lado maior.

Bata as claras em neve bem firme e reserve.

Peneire a farinha, a maisena e o fermento juntos e reserve.

Bata bem a manteiga e o açúcar até virar um creme claro. Truque de dona mãe: tire um pouco da manteiga e substitua por óleo, uns 10~20ml. Manja tampinha de enxaguatório bucal? Aquela medida.

Junte as gemas a esse creme, misture bem e acrescente o leite. Vá adicionando aos poucos a farinha de trigo, a maisena e o fermento peneirados em conjunto. Bata bem.

Por fim, junte as claras em neve.

Despeje numa assadeira untada. Aproveite para lamber a colher e a vasilha quando ninguém estiver olhando.

Por cima da massa disponha pedaços de banana nanica bem madura, fatiadas na diagonal, em sentido atravessado, com a espessura de pouco menos de 1 cm. Polvilhe abundantemente com açúcar cristal e canela. Na assadeira de casa vão 8 das grandes.

Leve ao forno quente e abaixe até 180º. Tá pronto quando espetar um palito e ele sair seco, essas coisas. Ou quando a sua Jurema não aguenta mais esperar com esse cheiro, o que acontecer primeiro.

Jurema

Nabeyaki udon

Nabeyaki udon

Eu tenho um problema e o nome dela é Jurema. A lombriga insaciável atacou de novo enquanto eu assistia a um documentário sobre uma província que esqueci o nome, na ilha que não lembro qual é, e que tem 800 restaurantes especializados em udon, o macarrão feito com farinha e água.

Às 18h40.

Foi por este motivo que jantamos nabeyaki* no auge do verão brasileiro e dona mãe me proibiu de ver esses programas por um bom tempo.

Kagawa! Lembrei o nome da província, tá lá no Wikipedia.

* O nabeyaki é servido direto do fogão no pote de ferro [ou de cerâmica refratária] em que é cozido, quase fervendo. Dá um suadouro mesmo no inverno mais gelado.

Modo zumbi

Tem um ep antiiigo de CSI niqui o crime foi cometido com ricina. Não consigo achar/lembrar qual é.

Fazia tempo que não falava de sacolas plásticas, né? Pronto.

No site de fics tem um cartaz enorme: “devido às documentadas alegações de plágio, as fics de determinada autora não são elegíveis”. Ouf. A coisa é velha mas é feia. Essa foi uma das noites em que fui dormir às 4h, lendo um único documento, online.

E nem sou fã da tal autora…

Semana concentrada nos procedimentos pós-desafio na Casa Torta.

Marcus atualizou a Cozinha, bom!

Por que é que o Estadão lança uma edição do suplemento Paladar só de receita com quiabo fora da época de quiabo? Güenta, Jurema.

Sabe aqueles programas do Discovery Channel do tipo “como se faz?’ Adoro.

Vício

Torrone de amendoim da Montevergine: gruda nos dentes mas quando começo uma barra das grandes não paro enquanto não chegar ao final. E a barra pequena não dá nem pro cheiro.

Segundo o Wikipedia, o torrão é de origem moura, conhecido desde o século 16. Os ingredientes principais são açúcar, mel, clara de ovo e amêndoas [ou amendoins ou outras nozes/castanhas]. Se a amêndoa for usada inteira ou quebrada é a variante Alicante; se for em pasta, a Jijona. O negócio é tão sério que existe até um Conselho Regulador do legítimo Turrón.

O doce pode ser cortado em retângulos ou em forma de bolo redondo [v. receita no Mais Você]. O torrone é considerado sobremesa tradicional de Natal na Espanha, parte da França e da Itália [de onde vem o nome torrone] e da América Latina.

Por mim, todo dia é natal.

Jurema ataca novamente

Num dos tópicos da comunidade Agatha Christie li um comentário que me lembrou que em casa também fazemos isso, e também graças à Mitzi de Convite para um homicídio: a frigideira de fritar ovo e omelete não é lavada, e sim cuidadosamente limpa com papel-toalha. E não é de teflon, material que nem existia em 1950, mas não gruda nada e o ovo fica lindo. Obrigada, tia Agatha!!

Outro inglês que paixonei, culinariamente falando, é o Jamie Oliver. No episódio de sábado ele fez feijoada [Jurema acordou] e “bonita bacula” – que o colega brasileiro entendeu que era bolinho de bacalhau. Tão fofo! E ele não é cheio de frescura feitos outros chefs, que chegam ao absurdo de cozinhar usando luvas cirúrgicas. Jamie Oliver lambe os dedos e é de lamber os dedos, nham nham.

Agora bateu vontade de comer pudim de leite… Não 4 toneladas, claro, mas um bom tanto.