O patrulhamento e o jornalismo

Titia Batata tá cos dedos congelados e não consegue digitar muito, então hoje apenas se fingirá de hub, recomêindando um chops e dois pastel um vídeo e dois posts:

. Imprensa perde critério no caso dos quadrinhos na escola, post de Paulo Ramos no Blog dos Quadrinhos que confirma a tendência de aumento de patrulhamento e “denuncismo” no caso dos livros inadequados nas bibliotecas escolares;
Dica de @elvinho.

. Manual prático de manipulação da mídia no blog de Luís Nassif. Produzido por alunos de uma escola pública do segundo grau para demonstrar como é possível para a mídia jornalística induzir e conduzir a opinião pública;
Dica de Tonho.

. TSSSSSSSSSSSSS…., post do blog Reload. A autora Deborah fica indignada com o atendimento da biblioteca da escola onde trabalha.
Dica de Suzana.

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Atualização
Lei de Guarapari proíbe a venda de livros de RPG no blog da Cynthia Semíramis
O caso João Ubaldo Ribeiro, artigo de João Pereira Coutinho para a Pnsata da Folha

Quem não tem cão

Eu não pude assistir ao primeiro episódio de O Aprendiz Universitário no dia da estreia [entre sessão dupla de Laurence Olivier ou Roberto Justus a escolha foi facinha, facinha], mas ontem aproveitei pra tirar o atraso e vi pelo Canal Brusp [Youtube].

Não vou comentar sobre o episódio em si [exceto que morri de inveja do time vencedor, que viu o show do Blue Man Group]. O que tou achando bem legal nesta edição é a interatividade da produção com o pessoal que tem acesso à Internet.

Desde as edições anteriores, a Vivi [vencedora da primeira edição e funcionária do Justus] e o Válter Longo participam da comunidade no Orkut, mas agora essa participação na rede se ampliou bastante.

O hotsite do programa dentro do site da emissora, pra começar, cresceu em tamanho e em agilidade. Além das fotos e currículo resumido dos participantes, agora tem também o perfil em vídeo de cada um, galeria de fotos e recap das provas [recapitulação].

Isso seria o minimo que a gente poderia esperar, né?, mas outro atrativo para quem acompanha o programa é o conteúdo exclusivo como o blog da produção [com RSS, ou seja, a gente sabe quando tem atualização pelo leitor de feeds], o podcast do Válter Longo e os vídeos Hora Extra, exclusivo para a Internet.

Eu achei bem legal o uso de ferramentas populares pra divulgar o programa e interagir com o público:

. galeria de fotos no FlickR;
. hospedagem de vídeo no Vimeo [no ano passado foi no Youtube];
. perfil no Twitter;
. grupo no Facebook;
. e, é claro, comunidade no Orkut.

Como eu não sei se conseguirei acompanhar pela TV com a mesma frequência do ano passado [ainda mais com as mudanças bruscas de horário do canal], essas alternativas são uma mão na roda.

Por coincidência, a Bruna comentou no Quarto Escuro sobre essa interação também, só que da parte da novela global Caminho das Índias.

Sinais!

Bruxas na Carta Capital

Carta Capital: As histórias são hilárias a não mais poder, mas os personagens de Pratchett são mais do que caricaturas. É possível se identificar com seus problemas, crenças e aflições e encontrar neles os contra-sensos da vida real. Por trás das máscaras cômicas, as personagens centrais têm vida, consistência e sentimentos com os quais é possível se identificar, às vezes até admirar. Seu mundo, por mágico e estranho que pareça, tem uma lógica própria e seus problemas são examinados, enfrentados e superados de maneira mais perspicaz e conseqüente do que em muito da literatura dita realista.

Como eu disse no poste anterior, às vezes vou na contramão da crítica especializada – mas não me importo se a crítica especializada concorda comigo.
;)

Aiai… Se não fosse a falta de grana + a falta de tempo + a pilha enorme de livros que ainda tenho de ler em 2008 [27, atualmente], eu arriscaria comprar Small Gods e Lords and Ladies pra matar a vontade [os próximos dois títulos da série]. Ou roubar.

Em sua pátria, só J. K. Rowling é mais vendida, sem o merecer – e sem conseguir superá-lo no ranking dos autores mais roubados das livrarias britânicas.

Testemunha de Acusação

Já tinha lido diversas resenhas sobre este filme, todas positivas. Até Rubens Ewald Filho concedeu-lhe cinco estrelas e, dizem, era a única adaptação de um livro seu de que Agatha Christie gostou. Quem me conhece, no entanto, sabe que não dou a mínima pras críticas especializadas e às vezes até prefiro ir na contramão – das opiniões estabelecidas, não da via expressa caus que não sou suicida.

Não foi o que aconteceu desta vez: Testemunha de Acusação (Witness for the Prosecution, EUA/1957) é um filme ótimo!

Não é um whodunnit tradicional como aqueles pelos quais a escritora tornou-se famosa: a grande pegunta aqui não é “quem é o culpado?” e sim “será que ele é culpado?”

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