Rugby: Isso ainda vai ser grande no Brasil

O leitor habitual do PdUBT já sabe qual é o esquema, mas acho que vale avisar para quem caiu aqui de paraquedas: não sou publicitária, apenas posto neste blog pessoal coisas que acho legais e/ou interessantes. E roubo.

Esse post, por exemplo, nasceu de um comentário do @fwtoogood: “A nova propaganda da Topper sobre o Rugby é simplesmente genial”.

Ei-la.

Topper – Fatos Argentina


Link http://www.youtube.com/watch?v=sIDM8GyfIjc

E tem mais.

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Freedom 90′

Quando vi o comercial dos novos perfumes DG me bateu um déjà vu total: primeiro que a trilha sonora é Freedom 90′, do álbum Listen Without Prejudice Vol.1 do George Michael. O videoclipe dessa música mostra vários supermodels do final dos anos 80, começo dos 90 dublando a música: Naomi Campbell, Linda Evangelista, Christy Turlington, Tatjana Patitz, Cindy Crawford, John Pearson, Mario Sorrenti, Peter Formby.

Campanha Anthology – Dolce & Gabbana


Link http://www.youtube.com/watch?v=5lZRaCLSTrU

E segundo porque o comercial mostra um monde supermodels – tá, meia dúzia: Claudia Schiffer, Eva Herzigova e Naomi Campbell e mais três caras que desconheço, quase no mesmo clima do clipe.

Freedom 90′ – George Michael

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Blog Action Day 2009 | Mudança Climática

Eu sou péssima, péssima, com algumas coisas – uma delas sendo a tal da blogagem coletiva. Sempre acho o que os outros envolvidos escrevem tão legal que isso meio que me abala e me dá um bloqueio enorme.

Todo ano me inscrevo no Blog Action Day e acabo não postando nada. Neste ano o tema do BAD é Climate Change, mudanças climáticas, que envolve vários subtemas que eu gosto e poderia escrever a respeito… se não tivesse um bloqueio mesmo assim.

Blog Action Day é um evento anual que une blogueiros de todo o mundo postando mensagens sobre o mesmo assunto num mesmo dia nos seus próprios blogs, com o objetivo de provocar uma discussão em torno de uma questão de importância global. O Blog Action Day 2009 será o maior evento da história de mudanças sociais na web. Um dia. Uma causa. Milhares de vozes. [Site oficial em português brasileiro]

Até a Revista FAPESP do mês traz o tema na matéria de capa, cheia de informações sobre o panorama futuro da natureza e da agricultura no Brasil daqui a 100 anos, se as alterações climáticas seguirem nesse ritmo.

A BandNews fez reportagem sobre as tentativas de eleger o presidente da Comissão que vai elaborar o novo Código Ambiental Brasileiro. O twitter @bussolaescolar indicou o post 10 coisas que você pode fazer pra reduzir o aquecimento global.

Oras, mesmo a optativa de Serviço Social do semestre é sobre meio-ambiente. Um dos textos estudados foi um artigo publicado na revista Época em fevereiro de 2007 intitulado O que fazer com o lixo?, da Fernanda Colavitti. Marília/SP e Olímpia/SP enfrentam problemas com os lixões atuais; Marília tem um projeto para construção de usina de reiclagem enquanto Olímpia tá num impasse bonito.

O grupo de discussão sobre literatura niqui faço parte indicou um projeto paulistano chamado Dulcinéia Catadora. Nesse projeto de resgate da cidadania os catadores de lixo reciclável e seus filhos editam livros com capa de papelão. Um grupo de blogueiros está a mobilizar o #diasemsacolinha, que é uma causa que eu defendo já há alguns anos no velho e no novo PdUBT.

E, é claro, sempre tem aqueles que replicam que “os maiores poluidores não estão nem aí pra isso, se eles não mudarem seu modo de produção não é a minha sacolinha que vou deixar de usar que vai fazer diferença” e similares.

Tudo isso e eu não consigo pensar num post legal pra escrever, outra vez.

Desculpaê qualquer coisa.

Filme Casa Ecologica da Volkswagen – Parece pouco, mas faz muita diferença

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[LieToMe] Pilot

Olhe para a lente da verdade...

Olhe para a lente da verdade...

Numa simplificação grosseira da história da filosofia, existem duas matrizes de sistemas éticos. A primeira, que podemos chamar de deontológica, têm como expoentes Platão e Immanuel Kant. Para esses autores, são os princípios que importam. Uma regra como “não matarás” ou “não mentirás” valem incondicionalmente, seja porque estão amparadas pela ideia de Justiça, por Deus, pelo imperativo categórico ou por alguma outra entidade metafísica. [Hélio Schwartsman, 20/08/09]

Por uma dessas coincidências do destino [ou "alguma outra entidade metafísica", como diz o amiguinho aí em cima] duas pessoas me indicaram a série Lie To Me, no mesmo dia. Fui atrás de mais informações e me interessei assim que vi um nome associado à série: Tim Roth. Sou fã desse ator inglês, dos papéis de vilão que adoro detestar como o carinha lá do Hulk ou o do Planeta dos Macacos.

O cara é muito bom, mas só aparece em papéis coadjuvantes e em filmes quase sempre obscuros [com algumas exceções, cRaro]. Ele chegou a ser convidado para interpretar o Lord Voldemort da série Harry Potter, imagine. Preferiu o remake do Planet Of the Apes do Tim Burton, o que me leva a pensar que não é um artista que preocupa com fama.

Interesse despertado, fui assistir ao episódio piloto.

Bum!, me conquistou.

A partir deste ponto há spoilers.

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Ser diferente é normal

Tem dois comerciais de TV que meio que tratam do tema, de uma forma ou de outra.

Um é tão recente que só vi uma vez até agora e não encontrei o vídeo online, ainda. Na verdade, tá tão difícil de encontrar que começo a duvidar até se eu vi mesmo ou se alucinei.

Se vi mesmo, é da Petrobras e mostra, por um micronésimo de segundo, um frentista cadeirante. Na pesquisa que fiz, só apareceu esse vídeo. Não é o que eu quero, o que eu procuro e que acho que vi mostra um frentista com o uniforme da bandeira BR, cadeirante, a atender um cliente.

O segundo comercial já é bem antigo, mas ainda passa na TV e eu sorrio toda vez que vejo: aquele do chocolate Twix em que três caras com Síndrome de Tourette se unem e ganham dinheiro inventando a barra de “biscoito! caramelo! chocolaaate!”.

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A mesma mensagem mostrada de forma diferente

Eu gostei da nova propaganda do Ford Fusion que está a passar na TV, criada para a série “Quem dirige o novo Ford Fusion fez por merecer”. Desta vez mostram alguns executivos conversando num almoço sobre onde pretendem estar daqui a cinco anos [oi, Roberto Justus?]. Um deles estará ao volante de um carro de luxo, símbolo de quem venceu na vida.

Em clima de flerte, ele pergunta à colega onde ela pretende estar dali a cinco anos. Corta para a mesma cena, com o mesmo cara no mesmo carro e a câmera começa a girar para o lado do carona. A ideia é imaginar que o plano de carreira da moça seria namorar o cara de sucesso mas daí vemos o banco vazio e uma boa virada de roteiro.

Esperto, engraçado, motivador – tudo o que as peças dessa mesma série não conseguiram no ano passado [chegaram a ser reportadas no Conar, só que os relatores arquivaram a reclamação].

Tudo isso é embalado ao clássico “Back in Black”, som do AC/DC (Sony Music), uma das mais importantes bandas de rock da história da música, formada em 1973. Para finalizar, a assinatura “Quem dirige o Novo Ford Fusion fez por merecer” – presente na comunicação do modelo desde 2008 – procura reforçar o conceito da iniciativa. [Propmark]

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Patrulhamento

Vampiros existem.

Não tou falando daqueles que brilham ao sol, nem dos que se alimentam de sangue, nem de nenhum dos dez tipos mais interessantes de vampiros que o Henderson pesquisou no Depokafé [link].

Nos livros da série Harry Potter eles são os dementadores.

Os dementadores se alimentam da felicidade humana e, portanto provocam depressão e desespero em qualquer um que esteja próximo deles. [Potterish]

O melhor feitiço contra este ser das trevas é resgatar a memória, a lembrança de vida mais feliz da pessoa, porque eles não suportam a felicidade alheia.

Estava pensando nisso ao assistir ao novo comercial das Havaianas, aquele com o Marcos Palmeira e o grupo Samba na Veia batucando num bar. Do nada, irrompe uma dementadora irritada com a alegria deles a bradar que existe um crise mundial e que eles deveriam estar preocupados com isso em vez de ficar cantando.

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As famílias mudam

Na semana passada vi um comercial de Nebacetin no intervalo do jornal Tem Mais Notícias [da afiliada regional da Globo, TV Tem - aliás, quantos comerciais de medicamentos passaram naquele dia! Contei quatro em 15 minutos].

O comercial já tem mais de ano, pelo que pesquisei por aê, mas nem eu nem os miguxos pra quem perguntei tinham visto ainda. Começa dizendo que as famílias mudam, o jeito de cuidar não, e daí passam diversas famílias a comentar para o que usam o produto.

O que me chamou a atenção foi a composição dessas famílias: foi o primeiro comercial que eu vi a mostrar não apenas o modelo pai-mãe-casal-de-filhos de comercial de margarina, mas também uma família formada por filhos adotados de outras etnias, de mãe solteira, de pais homossexuais.

“As famílias mudaram, é fato. A sociedade já reconhece os novos modelos de famílias. Nebacetin é uma marca que evoluiu com seu consumidor e prova isso mostrando todos os tipos de família no seu comercial”, declara André Godoi, redator da agência. [Vitrine Publicitária]

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