Na riqueza ou na pobreza, na saúde e na doença

A familia Gosselin

A família Gosselin

Na semana passada estava a assistir a chamada engraçadnha da Sony [eles acham], no auge da TPM. Aquela que o casal de locutores diz: “Oi, você ligou para a casa da Fulana e do Rafa.”

Voz do Rafa: “Não podemos atender porque estamos nos preparando para as novas temporadas de Saturday Night Live, Worst Week e mais uma série de machinho.”

Voz da Fulana: “O quêee? Nesta casa só assistiremos Desperate Housewives, Kath & Kim e outra série de mulherzinha”, entremeado pelo “mas… mas… mas…” do marido.

Sim, eu tenho problemas de memória mas, desconsiderando o fato que acho as chamadas engraçadinhas da Sony totalmente sem-graça mesmo em condições normais, essa me lembrou de Jon e Kate +8, o reality que mostra o cotidiano de uma família com oito filhos [duas gêmeas de 6 e sêxtuplos de 2 anos].

Vi uns dois ou três episódios e abandonei, de raiva da Kate, do jeito que ela trata o marido Jon. Parece que vive numaTPM constante, é ríspida o tempo todo, grita com ele, trata com desprezo até. Quando ele quer fazer um carinho ela o afasta com força e diz “não, hoje não!”. Cada episódio tem um momento testemunhal em que os dois, juntos, conversam com a câmera sobre o que aconteceu durante a semana. Quando ele reclama do jeito que ela o trata, Kate faz cara de surpresa e diz “mas eu te amo”. Grandes b*stas falar uma coisa e demonstrar outra, né?

Lembrei disso agora porque vi ali nos livros recentes do Skoob que ela escreveu dois livros sobre a experiência de ter oito filhos pra cuidar – e Deus deve saber o que faz, porque as crianças são as mais fofas éva.

E eu queria compartilhar a minha TPM contigo. :)

Yo [no] soy Betty, la fea

Ana Maria Orozco, a Betty original

Ana Maria Orozco, a Betty original

Um Antigo uma vez me disse que a melhor forma de evitar decepções é manter as expectativas baixas. Geralmente eu esqueço desse conselho pessimista, mas lembrei dele quando começaram a aparecer as primeiras notas a respeito da adaptação brasileira de Betty, A Feia na Record. A cada novidade publicada baixava ainda mais a expectativa.

Na semana passada, por exemplo, disseram que a autora responsável pela adaptação brasileira voltou do México com a incumbência de refazer tudo porque tudo foi rejeitado pela Televisa, a dona dos direitos [embora eu não entenda por que a mexicana Televisa e não a colombiana RCN, o canal que produziu e exibiu o original de Fernando Gaitán. A Televisa produziu a paródia A Feia Mais Bela, com a Angelica Valle no papel de Letty].

Primeiros nove minutos e meio da original colombiana.

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Eli Stone – Praying for time

Estou tacando pedras nimim mesma: por ter detestado as chamadas do canal Sony eu não assisti os sete primeiros episódios da série Eli Stone. Honestamente, você se sentiria atraído se alguém dissesse que a série trata apenas de “um advogado que alucina”? E a colagem das imagens também não era nem um pouco apetitosa. Acho que fizeram intensivão de chamadas com o cara da Sessão da Tarde.

Aê ontem acabei deixando nele por falta de opção e… paixonei. O cara alucina, sim, por causa de um aneurisma que pode matá-lo a qualquer momento [ou não], só que tais alucinações têm uma lógica, uma possível mensagem oculta com significados possivelmente relacionados à fé [ou não].

Mas chega de caetanear.

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