O segundo marido

Eeepa! Blog novo na área, da xará Luciana [outra vítima do Trio Ternura, tsc...], que inspira ótimas risadas com as histórias de uma família apaixonada por velocidade e outras coisas.
;o)

Aliás, Lu, tava aqui matutando sobre o japonês fantasma e me lembrei de um fato que aconteceu com dois tios meus. Minha família materna tem um longo histórico de sonambulismo. Um tio [A], de Pompéia, passou uma noite na casa do irmão [Tio B] em Campinas, a caminho do litoral onde ia se encontrar com esposa e filha. Por acaso a disposição dos cômodos das casas de ambos era *muito* parecida, principalmente na área íntima. A distribuição dos móveis no quarto do casal, então, era xerox um do outro.

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Polenta temperada

Quando eu tinha uns oito anos, minha família se mudou para uma casa verde. A casa, além de ser verde, nada tinha de excepcional a não ser o porão, a garagem de dois andares, os dois coqueiros enormes ladeando a entrada, um viveiro de maritacas, um de canários, o jardim de pedras e o fato de ser vizinha do diretor da escola. Não da escola onde eu estudava na época, ainda bem, mas diretor de escola é uma daqueles cargos que o indivíduo incorpora de um jeito que você imagina que a vida toda ele foi diretor de escola. Daqueles cargos que ele carrega até mesmo no feriado de Carnaval. Daqueles em que a primeira coisa que você ouve de manhã é “Como vão suas notas?”. Daqueles que sempre te dão livro no aniversário. Daqueles que… Certo, já captaram a mensagem. Continue lendo

CPF

Beto comenta sobre contabilidade no Egito Antigo e eu respondo: quereria que fosse tão simples assim por acá, também.

De alguma forma meu nome apareceu errado na Receita Federal. Não sei *como* conseguiram essa proeza, visto que no CPF tá certo e na declaração de IR também. Só lá no sistema que um H virou um M [é, um M disso mesmo que você tá pensando....].

Bastaria Luciana entrar no site e solicitar correção, certo? Nãããão, para que facilitar o que podemos complicar?

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