A terrorista

[Hoje lembrei do sonho que tive, mas depois de ler o da Your Soul e o da Marília na República dos Sonhos, achei o meu muito normalzinho…]

Sou uma terrorista perigosa caçada pela Interpol e estou hospedada num hotel de luxo, num quarto que tem a porta alta em folha dupla e com estampa de rosas. Meu braço direito é uma espécie de Arthur Hastings ou John Watson, e assim como Poirot ou Holmes sinto que estou perdendo a paciência com ele.

Batem na porta e sei que é a polícia. Eles arrombam e a porta cai em cima de mim. Eles não me encontram [são burros ou o quê??]. Sinto o peso deles em cima da porta – que está em cima de mim.

Mostram uma lista de mulheres que me denunciaram para Watson/Hastings. Duas listas, uma com oito e uma com seis nomes. Depois de cada nome um número de minutos e segundos, igual CD que mostra a duração de cada música. Hastings/Watson então entrega para a polícia uma mini-fita cassete, dessas que jornalista usa em gravador, com a única pista capaz de me localizar. Na fita, no lado B, tinha a música Rock me Amadeus, do Falco.

Adivinha se não tou com essa música na cabeça desda hora que acordei.

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