Mundo sem fronteiras, Brasil dentro

Comentário ouvido ontem:

— Isso é que globalização! Churrasco com sushi, farofa, salada de macarrão…

E ele nem considerou as próprias pessoas presentes; tinha descendente de português, de alemão, de negro, de japonês, de italiano assistindo o jogo entre dois países formados pela mistura de etnias. Eu gosto muito disso.

Tanto que os dois filmes que assisti no feriado refletem um pouco dessa globalização. O primeiro foi Crash – No limite. Além de incluir personagens de todos os continentes, a história inda é daquelas que vai amarrando o destino de cada um aos outros, por mais diferentes que sejam. E a melhor cena, pra mim, foi protagonizada pelo personagem latino com sua filha [tão secundários no meio dos nomões do elenco], o chaveiro, logo após uma outra cena de uma crueza incômoda em que ele é o objeto da discussão entre Brendan Fraser e Sandra Bullock. Faz a gente se inquietar no sofá.

O segundo filme é global “do lado de fora”: um diretor brasileiro com elenco inglês filmado na África sobre uma empresa farmacêutica canadense para um estúdio americano. O jardineiro fiel é, como direi… fofo. Despertou mais a vontade de ler o livro pra pegar as partes mais interessantes, i. é, a teoria conspiratória, que acabou ficando meio de banda no filme. Não entrou na minha lista de Top Favoritos Foréva porque não preencheu o requisito número um: dar vontade de rever 15, 20, 30 vezes, o ano todo, mas valeu cada centavo da locação.

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