Rupert Everett

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A primeira vez que vi Rupert Everett foi no filme As Loucuras do Rei George [aquele do xixi azul] mas a peruca, a maquiagem e o figurino – sem contar o histrionismo – não me permitiram colocá-lo na caixinha de fazíveis. Muito tempo depois assisti ao Casamento do Meu Melhor Amigo e olha ele lá, num papel mais contemporâneo e totalmente apaixonável.

Virei fã completa do ar enfadado, do sotaque pedante, da autoironia e do humor seco dos personagens que interpretou daí para a frente. O fato de que ele é lindo não lhe é nenhum desfavor, mesmo às vésperas dos 50 [embora algumas fotos mais recentes sugiram que ele tenha alterado alguma coisa no rosto, continua mais do que OK pra mim].

Outro detalhe que me atrai nesse ator inglês é o talento dele em múltiplas áreas. Com ascendência nobre britânica, alemã e um pouco russa, aos 15 anos largou a escola e fugiu para se tornar ator. Para sobreviver passou os dois próximos anos como prostituto. Com 1,92m e bella figura, foi modelo de passarela em Milão, Itália.

Tem formação em piano clássico, mas lançou dois CDs de pop rock com composições próprias [Generation of Loneliness e Into the Vortex, que não encontrei ainda, damn]. Fala fluentemente italiano e francês; entre os projetos futuros está uma turnê teatral pela Itália na temporada 2009-2010.

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Analogue 4 anos depois

O grupo norueguês A-Ha, um dos ícones da música pop dos anos 80 e 90, volta ao Brasil para apresentar shows em São Paulo e no Rio de Janeiro nos dias 25 e 26 de março. Os músicos trazem a turnê de seu mais recente álbum “Analogue”. Lançado no fim de 2005, o CD obteve maior projeção na Europa, onde o grupo fez alguns shows. [UOL]

Agora, ondé mesmo que guardei o meu CD?

2005… O CD até já tá indisponível na maioria das lojas.

Gente, o Morten não mudou nada, comé que pode?