Burrocracia

Sou uma pessoa resmungona que gosta das coisas simples, limpas e práticas.

Recebi páginas e páginas com o inventário manuscrito do estoque e um pedido para digitar e devolver impresso, que a pessoa ia  encaminhar para o escritório de contabilidade.

Ora, por que tanto desvio? Posso enviar por email diretamente pro escritório, é muito mais rápido e simples, não é?

Ligo para pedir o endereço de e-mail e a cidadã tem de consultar o superior responsável, que não aceita e exige que o inventário seja entregue em papel. Lá, vão ter que digitar tudo de novo e eu quero mais é que se lasquem. Da próxima vez vai no manuscrito mesmo.

Povo irritante.

Por falar em povo irritante, preenchi o formulário do Procon-SP para bloquear chamadas de telemarketing nos celulares e no telefone fixo de casa.

Não quero cartão de crédito nem assinar revista nem trocar de provedor, brigada.

Twitter no WordPress

Para quem tem blog no WP e conta no Twitter mas não tava com saco pra descobrir como jogar as micropostagens no blog [eu], agora tem uma solução facinha: basta adicionar o  widget na barra lateral.

No Painel de Controle clique em Aparência -> Complementos, localize o botão correspondente no fim da lista e clique em Adicionar.

Posicione na barra, clique em Editar, dê-lhe um título, informe seu username no Twitter e pronto. Depois de concluído é só Salvar Alterações.

A coisa mais besta, do jeito que eu gosto.

The Celebrity Apprentice – ep 04

Piers Morgan

Piers Morgan

O episódio começou com um Momento Awww: Tito Ortiz, aquele cara enorme lutador de vale-tudo, recebeu um representante do Hospital Pediátrico na academia para entregar o cheque da doação, mas quem apareceu foi uma garotinha de nove anos. Ela é pequenininha porque sofre de ossos frágeis e fez um desenho para agradecer ao Tito. Ele se ajoelha no chão e abraça a menina com todo cuidado do mundo.

*Snifs*

Findo o Momento Awww, o resto do episódio foi um tédio. Seria efeito apenas da saída do Gene Simmons? Tá certo que a tarefa não foi um desafio criativo, de gerenciamento ou de logística tão grande assim, também: cada equipe devia vender o máximo de ingressos em duas horas, de quatro espetáculos da Broadway.

Pela Hydra o gerente de projetos foi Vincent Pastore, que estava para estrear em Chicago – a peça, não a cidade. Donald Trump também se embananou. A briga começou já na hora da leitura do dosiê [lembra que numa prova do Aprendiz brasileiro do ano passado uma equipe pulou essa fase e se lascou?]: Vinny incumbiu Piers Morgan da leitura e Stephen Baldwin o interrompia a todo momento.

Depois foi a vez de decidir quem seria o tenente de Vinny na negociação de escolha com o time oponente: é óbvio que Stephen Baldwin pulou na jugular da oportunidade. No entanto, Piers o segurou e disse que ele seria mais útil pedindo ajuda a seus contatos no mundo artístico, no que Baldwin pirou e se recusou, dizendo que era em retribuição ao que Piers falou na prova anterior [que ia responsabilizá-lo se perdessem].

Piers Morgan: If you are now going to deliberately not hit your high-rollers for the money as some form of proving me wrong, you are a shallow little man.
Stephen Baldwin: Boomerang. When you’re full of it, and you spew that stuff out, it’s probably just going to come back and hit you right in the face.

Na equipe Empresario a liderança ficou com Marilu Henner, que atuou em seis peças na Broadway, e a tenência com Omarosa. A reunião foi um exemplo de trabalho em equipe, motivação e organização. Nely Galán usou enfim seu caderninho de contatos, dizendo que Gene a ensinou bem. Ela estava picada porque os caras da Hydra a puseram a par do que viram na prova anterior, ou seja, de que Trump queria demiti-la e ela só escapou porque Gene não a levou de volta.

Com esse cenário, é fácil apostar que a equipe feminina finalmente ganhou, né?

Continuar lendo

Rupert Everett

6494620_profile_mbox_background

A primeira vez que vi Rupert Everett foi no filme As Loucuras do Rei George [aquele do xixi azul] mas a peruca, a maquiagem e o figurino – sem contar o histrionismo – não me permitiram colocá-lo na caixinha de fazíveis. Muito tempo depois assisti ao Casamento do Meu Melhor Amigo e olha ele lá, num papel mais contemporâneo e totalmente apaixonável.

Virei fã completa do ar enfadado, do sotaque pedante, da autoironia e do humor seco dos personagens que interpretou daí para a frente. O fato de que ele é lindo não lhe é nenhum desfavor, mesmo às vésperas dos 50 [embora algumas fotos mais recentes sugiram que ele tenha alterado alguma coisa no rosto, continua mais do que OK pra mim].

Outro detalhe que me atrai nesse ator inglês é o talento dele em múltiplas áreas. Com ascendência nobre britânica, alemã e um pouco russa, aos 15 anos largou a escola e fugiu para se tornar ator. Para sobreviver passou os dois próximos anos como prostituto. Com 1,92m e bella figura, foi modelo de passarela em Milão, Itália.

Tem formação em piano clássico, mas lançou dois CDs de pop rock com composições próprias [Generation of Loneliness e Into the Vortex, que não encontrei ainda, damn]. Fala fluentemente italiano e francês; entre os projetos futuros está uma turnê teatral pela Itália na temporada 2009-2010.

Continuar lendo