A estudante que mantém uma biblioteca de livros banidos no armário da escola

Pela liberdade de ler

Pela liberdade de ler

Dica da @laconics: um artigo da BoingBoing referia-se a uma estudante norte-americana que empresta livros banidos pela escola católica aos colegas. Ela mantém 62 livros em seu armário na escola – são tantos que passou a usar o armário adjacente, que estava desocupado.

Crianças que nunca se interessaram pela leitura por lazer passaram a pegar esses livros para ler depois que foram proibidos. Muitas não têm coragem de pegar na biblioteca pública ou os pais não permitem que comprem os livros proibidos.

Faz sentido, né? Eles optaram por pagar uma escola católica, donde se infere que pelo menos boa parte deles deve acreditar e praticar as mesmas ideias propostas pela direção da escola.

I go to a private school that is rather strict. Recently, the principal and school teacher council released a (very long) list of books we’re not allowed to read. I was absolutely appalled, because a large number of the books were classics and others that are my favorites. One of my personal favorites, The Catcher in the Rye, was on the list, so I decided to bring it to school to see if I would really get in trouble. Well… I did but not too much. [Is it OK to run an illegal library from my locker at school? Yahoo!Answers]

Um colega da aula de Inglês pediu o livro emprestado porque ouviu dizer que era bom *e* porque estava na lista de banidos. A história se espalhou pela escola e os estudantes passaram a pegar os livros da garota. Conforme ela especifica na questão, apenas metade dos 62 títulos no armário faz parte da lista de banidos, isto é, não é o fato de ser banido que serve como critério para ser escolhido: ela menciona um topseller que está na lista mas que não frequentará a sua biblioteca underground.

Continuar lendo

Anúncios