Livros que você não consegue largar

Esse é o conceito da campanha publicitária Unputdownable, que a agência Saatchi & Saatchi criou para a editora Penguin Books, veiculada na Malásia para demonstrar o caráter “inelargável” da literatura clássica.

Os meninos e o trem de ferro, E. Nesbit

Os meninos e o trem de ferro, E. Nesbit

Cannery row, John Steinbeck

Cannery row, John Steinbeck

O cão dos Baskervilles, Arthur Conan Doyle

O cão dos Baskervilles, Arthur Conan Doyle

Eu tenho só dois livros da Penguin: Jane Eyre da Charlotte Brontë, da linha Classics com capa preta, e Wuthering Heights da Emily Brontë, com capa amarela. Ambos são Top Favoritos Foréva.

Dica do grupo Expresso Literário.

Enquanto isso, saiu o resultado da pesquisa sobre o mercado brasileiro de livros realizado pela Fipe/USP. Se tiver interesse no tema, veja alguns pontos no site Amigos do Livro.

O preço médio constante do livro (todos os gêneros), por unidade vendida, variou de R$ 8,58 em 2004 para R$ 8 em 2008.

Me conta onde, plis?

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20 comentários sobre “Livros que você não consegue largar

  1. Tbém quero saber adonde no Brasil. Nem que a vaca tuça. Nem nos sebos tem por esses preços! A média é de 35 reais, com tendência pra cima. Muito pra cima. Como um bom livro não tem tempo nem moda, voltei sem eles na mala. Mas sim, apenas de comida. Digamos, preferí alimentar o cérebro das minhas lombrigas que o meu!

  2. Pois então, Lu. Acho que nem nos sebos!
    Ah! A Luma também acha isso…
    🙂

    Fofura linda, a alimentação ajuda mesmo, em tudo!
    Mas, acredite, houve épocas nas quais tive que fazer terapia de apoio, porque tinha que usar medicamentos…
    Uma das opiniões que mais me convenceu foi a do Dr Alonso Luis de Souza.
    Um neurologista e neurocirigião de primeira linha.
    Disse-me ele, que eu devia pensar que nervos de aço são como o próprio aço…
    Suportam tensão – stress – até o ponto de escoamento.
    A partir daí, passa a existir a necessidade de suporte desses aços!
    Mais ou menos isso…
    É que o debate era entre um médico e uma engenheira – euzinha!

    Dito isso, eu também procuro nos florais o plus que só a alimentação não me permite usufruir.
    Mudanças de comportamento são as consequências óbvias!
    :yes:

    Minha linda, e a guerra das abertas?!
    O lindão tá me chamando… William Bonner!
    😉

  3. Ou eles erraram de pais nessa pesquisa, ou esqueceram de colocar um 3 antes do 8. Alias, acredito que um dos fatores do livro não ser um bem de consumo popular no Brasil são os preços. Se botar no papel, custa quase 10% do salário mínimo!
    Para mim, livro deveria fazer parte da cesta básica!
    bjs

  4. Lu, marido acabou de explicar que a pesquisa não se refere ao preço de venda, mas o de custo! Acredita ele, que custa em média R$ 8,00 para se produzir um livro no Brasil! Isso explica muuuuita coisa! Principalmente os valores altos dos mesmos. 0.o

  5. Oi Naomi,

    Não creio que seja o preço de custo, pelo menos no site citado não está explicado se é preço de custo ou de venda. Em todo caso, livro a R$ 8,00? onde?

    Alguns dados interessantes no tal site: o segmento com maior crescimento (em nº de exemplares e faturamento) é o religioso, e a maior fatia de vendas e faturamento fica com os didáticos. Obras gerais (ou seja, literatura das boas) foi o que menos cresceu em faturamento.

    Resumo da ópera: quer ler coisa boa? procure coisas antigas em sebos ou bibliotecas. Para falar a verdade, quando entro numa livraria não tenho vontade de comprar nada. Só tem auto-ajuda e a meia dúzia de best sellers do momento.

    E para comprar lá fora também não sai barato: ontem conheci o site http://www.betterworldbooks.com. Boa variedade de títulos, frete mais barato que a Amazon, mas ainda assim não sai barato. Numa lista enorme de livros usados (5 livros por 15 dólares), com o frete a 3.75 por item, pelas minhas contas cada livro usado sairia por 13 reais. E usado! Se forem livros novos, fica ainda mais caro.

    Outra alternativa é baixar títulos em domínio público (em inglês) no projeto Gutemberg. Ou a alternativa “que não pode ser nomeada”…. (hehe)

    Quanto à pergunta da Diana, acho que o alto custo e a baixa tiragem dos títulos editados no Brasil andam juntos. Se as editoras apostassem em tiragens maiores, baixo custo unitário e uma grande divulgação, quem sabe as pessoas lessem mais… mas ninguém quer arriscar, melhor ficar na segurança dos best sellers da lista da Veja. Precisamos de um clube do livro da Oprah por aqui…

    Beijos,

    Cris

    • cris, eita, escrevi a resposta pra diana antes de ler seu comentário, hehehe…

      te digo, esse negócio de livro custar caro [ou da gente ganhar pouco] acaba comigo. a minha lista de desejos só cresce, e tem muitos que não encontro nem na via alternativa 😦

      um clube do livro da oprah seria legal, quem teria o poder de alcance que ela tem aqui? de vez em quando vejo o fausto silva indicar cds, dvds e livros no momento merchan dos domingos. tem que ser uma pessoa popular, né?

      • não sei, talvez a Ana Maria Braga ou a Hebe? Olha que os livros do Clube da Oprah são bem bonzinhos, com a indicação de uma pessoa popular talvez as editoras se interessassem em lançar títulos que nem chegam por aqui.

      • cris, inda me lembro de uma campanha de incentivo à leitura que passava no intervalo do jogo de futebol, na época que o luís fabiano jogava no glorioso spfc.

        acho que é por isso que fico feliz toda vz que ele marca um gol pela seleção, até hoje.
        😉

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