[TrueBlood] Frenzy

Delícia.

Delícia.

A primeira vez que encontramos Sophie-Anne não é nos livros, mas no conto One Word Answer de Charlaine Harris, quando Sophie-Anne vem à casa de Sookie para [SPOILER]. Nós então a encontramos oficialmente quando Sookie a descreve no livro 6 da série Sookie Stackhouse Mysteries, Definitely Dead, como linda e pálida como leite, com cabelos castanho-avermelhados, olhos grandes e amendoados. Sophie-Anne tamtém é retratada como uma mulher elegante, de cerca de 1,53m, sempre arrumada até o último cílio. “Maquiagem, vestido, cabelo, meias, joias – o pacote completo.” [The Vault, 30/08/09]

Cuidado ao clicar no link acima se você não leu os livros: tá lotado de spoilers. Por isso nem comentarei muito o artigo do site, que compara a Rainha Sophie-Anne que vimos no undécimo episódio de True Blood com a Rainha Sophie-Anne dos livros e contos. Eu disse “muito”, não “nada”.

Pelos livros, Sophie-Anne foi transformada na França aos 13 anos de idade, cerca de 1100 anos atrás. Ela é mais velha do que Eric, posto sua posição superior na hierarquia vampírica: Sophie-Anne é a rainha da Louisiana, enquanto Eric é o xerife da Área 5 do Estado. Evan Rachel Wood, a atriz que interpreta a personagem, é jovem mas tem a aparência bem mais sofisticada do que uma adolescente. Eu compreendo sua escalação numa série adulta em vez de uma atriz da faixa etário condizente com a dos livros.

Oi, Dakota Fanning, luv you, xuxu.

Porém, na minha opinião, a atriz [ou o roteirista] errou no tom da personagem. Dá a impressão que ela se baseou no mesmo princípio que o Michael Gambon ao [achar] criar seu Dumbledore: “Oh, ele é um mago poderoso diretor de escola, então deve ser temível”: “Oh, ela é uma rainha vampira, então deve ser altiva e prepotente”. E aí dá-lhe clichês copiados de filmes trash de vampiros.

Antes de continuar o post, xeu te contar: cê tá sabendo que a escritora Charlaine Harris vai aparecer no último episódio desta temporada de True Blood, daqui a duas semanas, né? Se minha memória não falha, é uma cena no Merlotte’s. Uma pontinha.

A partir deste ponto há spoiler. Vale por um bifinho.

Sophie-Anne, Bill e Hadley

Sophie-Anne, Bill e Hadley

Voltando à Evan Rachel Wood…

Junte isso ao fato de que ela atuou a maior parte do tempo com o Stephen Moyer e pronto, interpretações constrangedoras mode on.

OK, esquecerei tudo o que li nos livros e me concentro apenas na série. No casting dos atores, disseram que a Rainha teria 500 anos de idade; no episódio, ela disse que foi transformada um pouco antes da Revolução Industrial – que, as aulas de História ensinam, foi lá pelo meio do século 18. Nós estamos no início do século 21. Haja contorcionismo matemático… Ou então ela mente para esconder a idade. 😆

Mas a participação de Sophie-Anne a esta altura é importante para explicar a trama confusa [e superficial] da MaryAnn: segundo a Rainha, a bacante – que não é lá um ser muito esperto – é imortal porque é tão antigo que se imaginou imortal e que só se tornará mortal quando seu Deus vier [o tal do Deus cornudo dionísiaco que Jason encarnou na semana passada].

Para que ele venha, é necessário encontrar o receptáculo perfeito. Este receptáculo é um ser que transita entre os dois mundos [natural e sobrenatural]: transmorfos, lobisomens, coelhinhos da Páscoa… Exceto vampiros; “tem a ver com o fato de que nossos corações não batem”. MaryAnn chegou a Bon Temps invocada por Tara e achou que ela seria o receptáculo, durante um tempo.

Hein?

Tara não transita entre dois mundos até onde sabemos. Demorou um tempo até que a mênade se desse conta. De fato, a bicha é meio obtusa mesmo. Daí então voltou sua atenção para Sam Merlotte… Mas espere, ele não era um sacrifício ritual? Oh, inferno, fiquei confusa de novo.

Descobrir que foi Tara quem invocou a mênade naquele exorcismo fajuto da Miss Jeanette, na temporada anterior, não ajudou nem a clarear nem as coisas nem a atrair minha simpatia de volta à sua pessoa. Tara está um porre de xarope de ipeca de uns tempos pra cá. Mesmo depois de sair do transe induzido por MaryAnn – na verdade, ficou até pior, usando a culpa para manipular a mãe [que merecia] e usando de crueldade com Lafayette e Sookie, por causa de um suposto “amor verdadeiro”.

Dá um tempo.

Quanto ao tal transe, embora Lafayette tente consolar Sookie dizendo que as pessoas não sabem o que fazem, que não é culpa delas, pra mim o que MaryAnn fez foi apenas remover as muralhas morais que as impediam de dizer e fazer o que fazem. Ela liberou os instintos animais dessas pessoas, não os criou.

Pam: Aquela coisa me deve um par de sapatos.

Qem botou o ovo?

Quem botou o ovo?

Voltando à Sophie-Anne, tem mais dois pontos que quero comentar.

[1] A Rainha menciona o nome de Sookie com naturalidade, como se a conhecesse ou soubesse de tudo a seu respeito.

[2] A amante da Rainha, Hadley, é prima de Sookie. Oooh, que coincidência! Será? Ela não demonstra surpresa quando Bill revela que só se alimenta de Sookie [este é um novo tipo de relacionamento exclusivo, suponho], o que implica que eles namoram e qual o grau de comprometimento do vampiro com sua prima. Hadley nem precisa perguntar o sobrenome dessa Sookie, que não é um nome comum porém também não é único [oi, Gilmore Girls].

Percebeu?

De modo geral, esse episódio me cansou as minha beleza. Hoyt tendo ataque de filhinho de mamãe com a Jessica mereceu descobrir a feia verdade sobre papai e o verdadeiro sentimento de sua mãe. Jason em momento “um homem para salvar a humanidade” – se filmes do tipo Steven Seagal já não me atraem, imagine um com um cara bronco tipo o Jason.

* Oi, Cris, tou usando suas sugestões para a tradução de dense!
🙂

Tara em momento “eu vou salvar o homem que eu amooo e vocês estão com inveja de mim porque a vidinha de vocês fede”. Os zumbis na casa da Gran.  O Andy e o Jason tendo DR. Tudo isso me cansou.

Pelo menos a Sookie usou a frigideira, conforme sugeri na semana passada.

Eric, me assombre todos os dias!

Eric, me assombre todos os dias!

A única coisa que salvou esse episódio foi [pra variar] Eric. Em três tempos:

[1] Eric volta a assombrar Lafayette, que pelo visto está sofrendo de Estresse Pós-Traumático. Que interpretação ótima de Alexander Skarsgard como Lettie Mae! Ele era Lettie Mae dentro do corpo do Eric, impressionante.

[2] Negociando sua interferência no caso MaryAnn com Sam e os filhos da Arlene. Aliás, não consigo nem colocar em palavras o quanto odeio a Arlene neste momento: abandonar os filhos, matá-los de medo – se não de fome – por luxúria? Não me venha com a desculpa de que estava possuída, por favor.

[3] Eric V-O-A! Ouviu, Bill? Eric vo-o-o-a! E pode chutar o seu traseiro até o Alasca sem nem ter de erguer o pé.

E, oooh, Pam. que saudade eu tava de tu…

De resto, ainda bem que as indicações para premiação referem-se à primeira temporada, né? Porque se depender desta segunda, pfff.

Ah, sim, refiro-me ao próximo Scream Award, a única premiação por voto popular que eu curto. True Blood concorre em oito categorias:

Best TV show

Best supporting actress with Rutina Wesley

Best supporting actor with Nelsan Ellis

Best Ensemble

Best scream song of the year, with Bad Things by Jace Everett

Best Actor in a Horror Movie or TV Show: Stephen Moyer, Ryan Kwanten

Best Actress in a Horror Movie or TV Show: Anna Paquin

Best Villain: Alexander Skarsgard as Eric Northman

O melhor de Eric Northman

Link http://www.youtube.com/watch?v=7KxWe0o3G2k

Setlist das músicas do episódio no site TrueBlood.Net

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Southern Vampires / True Blood
Scream Awards 2008

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32 comentários sobre “[TrueBlood] Frenzy

  1. Ah, mantendo os habitos.

    Vi True Blood ontem e vim ler sua resenha hoje. ^^

    Primeiro de tudo: que jogo era aquela que a Rainha obrigou Bill a participar?

    Por um momento achei que eles estavam jogando RPG!!!!

    Seria o supra-sumo da homenagem ironica, ja que RB é chumpinhado do Word of Darkennes.

    Segundo: Não gostei da Rainha. Não só a mudnaça de idade, mas de personalidade. Sophie-Anne não deveria ser uma patricinha afetada e caprichosa, mas sim uma verdadeira nobre e lider.

    Toda aquela enrolação só p/ manter Bill afastado p/ ele poder chegar em cima da hora na cidade…

    E parece que vamos ter de novo a união dos homens apaixonados pela Sookie p/ salva-las.

    E o Jason invocando o espirito patriotico norte-americano só não foi mais ridiculo pq é bem o que alguem como ele faria.

    E por fim, oq diabos é aquele ovo??????????????????????????

    • anderson, que diabos é aquele ovo indeed! a raiva que fiquei da tara e do eggs [será que tem a ver com o ovão?] vendo eles destruírem as coisas da gran…

      a gran é sagrada, mexeu com ela, mexeu comigo!

      o jogo é yahtzee, um jogo de dados simples. depois que fui dormir é q pensei q podia ter adicionado info no post sobre ele…

  2. Dessa vez eu li seu review antes de assistir o episódio (que devo ver hoje). Queria muito chegar logo no livro que mostra a Rainha…mas ainda estou em Club Dead, snif, snif (se bem que estou quase terminando ^_^).
    Aliás, adorei a cena do Eric e da Sookie na casa do Rei.

  3. Ufa! Ainda bem que vc explicou que a Sophie-Anne nos livros é mais velha que o Eric, eu não estava entendendo a hierarquia vampiresca dela ser Rainha e o Eric ser xerife. E se ela foi transformada logo antes da revolução industrial ela pode até ser “mais nova” que o Bill. Essa vai para o livrinho junto com o corte de cabelo do Eric.

    Ovo de avestruz? WTF??

    Melhor momento foi Pam e Eric debatendo crianças humanas. 🙂 Alias, melhor momento é o Eric e ponto.

  4. Quem sabe o espirito da gran não volta p/ dar fim a essa maluquice toda?

    A essa altura do campeonato não duvido de mais nada.

    E se não fosse o ovo (não sei oq é pior imaginar quem bootu ou quem ta dentro) a imagem terror do episosito seria do Eric-Lettie

  5. oi, como sempre concordo com tudo que vc diz, principalmente:)

    “Junte isso ao fato de que ela atuou a maior parte do tempo com o Stephen Moyer e pronto, interpretações constrangedoras mode on.”

    eu ficava pensando se era eu que fiquei com raiva do personagem, do ator etc, de achar ele cada dia mais ruim…ainda bem que não sou só eu que pensa isso

    ele fazia uma cara de maracuja seco, e não ajudava que ele tava conversando com o Eric, quase um anão ao lado dele, tentando peitar o nosso Viking! essa falta de respeito dele tá me irritando, tá certo que o Bill do livro tinha os seus momentos, mas nunca foi assim folgado!
    e o Eric chamando ele de Billy e paranóico??? ri muito apesar do desrepeito com o nosso Viking

    embora concorde com vc sobre a Rainha, ri muito com ela atormentando o Bill, impedindo de ir embora e dizendo que ele e o Eric deviam transar, e fazendo ele beber do garoto! kkkkk (que era aquela bermudinha do Bill??? fala sério!)

    eu quero tanto, tanto que a Tara e o Eggs se explodam! o plot dela ficou ridiculo, como o exagero da estória da Maryann

    a Tara e a Sookie são tão auto-centradas… tudo é por elas e pra elas

    tb pensei cadê as crianças dessa cidade????? so tem os filhos da Arlene

    e o Sam? gostei da sua atitude de buscar ajuda de verdade (em vez de contar com o Jason e o Andy, adoro eles mas não dá), ele é uns dos meus personagens preferidos

    e o ovo gigante??? prefiro não comentar…

    tá certo que todo mundo chama o Alan Ball de genio e tal…, mas é bom termos noção de que NÃO foi ele que criou esse universo, e devia ter o minimo de respeito com os fãs, que são a base de tudo

    mas como vc disse sobre o lance da Rainha mencionar a Sookie…pelo isso não vão mudar.

    bjs

    • cara de maracujá seco foi excelnte 🙂

      eu gostava do moyer na primeira temporada. bom, pelo menos não desgostava. mas quanto mais ele aparece, menos eu curto…

      vam’esperar pra ver no ano que vem, mas acho que ele não vai sumir da vida da sookie. pra começar, a lorena da série não tem mais ascendência sobre ele…

      • Outra coisa que não entendi. Se o vinculo entre maker e vampiro é tão forte assim (bem mostrado quando o Bill lida com a Jess), como ele poder ser rompido só pq um se cansou do outro?

        Isso ta muito mal explicado (junto com trocentas outras coisas).

      • Pois é, apenas ‘liberar’ o vampiro parece tão estranho…

        Aliás, naomi, sobre a traição do Bill, sei não, mas não me pareceu que foi apenas pelo vínculo com a maker. Talvez a obrigatoriedade não o permitisse dizer não, mas no fundo eu tive a sensação de que ele o fez voluntariamente (e por isso disse o ‘deu no que deu’..ou algo assim).

  6. O Alan Ball, mandou muito bem na série “Six Feet Under”, eu adorei, até comprei os DVD e tudo… Mas em True Blood… deixa muito a desejar. Eu sei que não devo fazer a comparação com os livros, mas como já foi referido aqui, tem muita coisa que não bate certo, enfim vamos esperar para ver o resto. Pena que ele corte muitas cenas legais que deveriam incluir o Eric Gostoso Northman

    • allegra, nessas cenas que você sentiu falta inclui-se uma em que ele apareceria de collant pink?

      se sim, bem-vinda ao clube!
      😆

      mas quando leio a entrevista da charlaine harris contando que recusou ofertas mais vantajosas porque o AB prometeu que seria fiel ao espírito dos livros me parte o coração.

  7. Ok, acabei de assistir o episódio. Vamos lá…
    Gostei da Sookie aqui. Fazia tempo que não gostava dela, mas desta vez gostei. E fiquei com muita, muita raiva da Tara. Pra mim ela nunca esteve realmente livre da Maryann, por isso ainda tinha aquela obsessão doentia com o Eggs a ponto de fazer o que fez com a mãe.
    Não conheço a rainha dos livros ainda, então conheci a do seriado sem comparativos (só com um tantico de preconceito pq li o seu comentário antes). Gostei dela, mas não amei (como alguns aí fora). Ela foi normal. Nem maravilhosa, nem ruim. Foi melhor que o Bill.
    Quanto a saber da Sookie, talvez ela conheça o Bill…conheça no que ele está envolvido. Sobre a Hayley (sei lá o nome dela) saber que era a sua prima…bom, o Bill menciona várias vezes que quer voltar para Bon Temps. Não creio que há muitas Sookies em Bon Temps.

    A trama da Maryann já me cansou a paciência. Tudo envolvendo com ela foi chato hoje. Só foi legal o Sam, o Eric, a Sookie…o resto eu jogaria no lixo.

    Jason estava um porre. Retrocesso geral. Socorro! Já do Andy eu gostei (que ironia!).
    O próximo é o último?

    • sério que tem gente que amou a rainha??

      bom… sei lá, eu achei meio clichezenta, e o anderson matou a pau: a personalidade dela não é a esperada.

      sim, o próximo ep é a season finale, depois dsso só depois de mais 9 meses.

  8. Sempre leio o seu blog, mas nunca comentei. Só que lendo o seu post sobre o
    Terry Pratchett, não resisti e queria te perguntar uma coisa, a coleção Discworld tem que ser lida necessariamente na ordem? Estou lendo Belas Maldições e me apaixonei pelo autor, fui procurar outros livros dele, só que A Cor da Magia está esgotado em todos os lugares onde procurei. Dá prá ler os outros volumes em separado?

    • oi, lilde!

      fique tranquila, pode ler fora de ordem sem problema. no caso de ‘a luz fantástica’ a história é precedida por ‘a cor da magia’ mas de um jeito que você entende mesmo se não tiver lido.

      os livros de discworld geralmente são divididos por grupos: tem os estrelados por rincewind e os magos da universidade inivisível, tem os estrelados pelas bruxas de lancre, tem os estrelados pelo morte [embora ele participe de todos], etc. mas acho que só tou complicando as coisas…

      o que imteressa é: sim, pode ler em separado. 🙂

      mas você já procurou no site http://www.estantevirtual.com.br ? são usados, se não se importa…

  9. Anderson, tem muita incoerência…

    li alguns comentários/artigos falando isso

    a polemica do cabelo, não ligo muito pra isso, mas que falta coerencia falta
    a virgindade da Jéssica
    a relação maker/child
    a hierarquia

    tem muita gente reclamando, pô qual a dificuldade dos roteiristas sentarem e colocarem alguns pontos, como deve ser e tal…

    • Exato. Eu até entendo/aceito a mudança no rumo da história, pq isso é uma série de TV e algumas coisas precisam ser melhores exploradas (em especial os personagens secundários). Não há como fazer uma boa série somente com as passagens que o livro traz. Mas isso não significa que precisam modificar tantas características essenciais aos personagens/universo da CH.

      Quanto ao lance cabelo/virgindade, a incoerência está no cabelo do Eric e não na virgindade da Jessica, né? Mas eu gostei de como fizeram, pois o Eric está maravilhoso e a situação da Jessica é bem…bom, triste.

    • Verdade.
      E o pior é que isso tudo ja tava prontinho nos livros da Charlaine.

      Não precisava inventar nada. Era só passar p/ te-la.

      E sera que era tão dificil achar uma atriz e um ator loiros naturais p/ serem a Sookie e o Eric?

  10. Pingback: [TrueBlood] Behind Here Lies Nothin’ « Batata Transgênica

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