Tudo na vida tem um propósito

Quando bravo estou, gostar de mim você não vai.

Quando bravo estou, gostar de mim você não vai.

Dona mãe costuma indignar-se com as notícias de pesquisas japonesas, especialmente as relacionadas à robótica. O mantra usual dela é que “japonês gosta de coisa inútil”. Uma variante é que “japonês é doido”. Lembrei disso quando vi a notícia sobre o novo monociclo [ou uniciclo] da Honda, uma proposta para amenizar o problema dos congestionamentos no tráfego que usa a tecnologia desenvolvida no projeto do robô Asimo para que ele mantivesse o equilíbrio.

E aí, aluno de Antropologia/Sociologia, tá sem ideia pro TCC? Que tal falar sobre a religião Jedi? Que a Força esteja com você, pequeno gafanhoto. Não dê bola para os pobres de espírito que acham que o tema é superficial ou inútil.

Mas, sabe, pesquisadores britânicos descobriram que mesmo as pesquisas acadêmicas mais tolas e frívolas têm alguma utilidade, nem que seja atrair a atenção do público para a instituição.

A sério agora, a ficção dá muita ideia legal para a vida real. A @patriciadaltro deu a dica do holograma 3D no celular [oi, Obi-wan Kenobi!] mas tem também a pesquisa pelo sangue artificial, cada vez mais urgente porque as doações não são mais suficientes.

Em Olímpia e Marília, no interior de SP, já estão a cancelar cirurgias eletivas [aquelas que não são urgentes]


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