Um grito na telona

O filme que passou na sessão The Essentials de domingo passado foi o King Kong de 1933. A comentarista que fazia companhia a Robert Osborne dessa vez era a Princesa Lea – perdão: Carrie Fisher, que comentou que conheceu a atriz Fay Wray já bem velhinha e pequenininha mas ainda ativa, dirigindo seu próprio carro.

O diretor Peter Jackson iria colocar Wray para dizer a última fala do remake de 2005 se ela não tivesse falecido antes de poder gravar, mas na verdade comecei este post por outro motivo: Fisher disse que Wray era a Scream Queen, a rainha do grito – quem assistiu ao filme sabe o motivo.

E a legenda do canal TCM traduziu como “rainha da telona” – ou screen queen. Aí bateu-se-me a dúvida: o tradutor recebe um script ou tem de traduzir de ouvido?