Beetlejuice – Os Fantasmas Se Divertem

Pôster

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Da lista de 50 filmes para assistir antes de morrer, terceira edição, vi poucos desta vez. Acho que uns dois ou três, sem contar os que já tinha assistido antes. Desses, revi Beetlejuice pela primeira vez com áudio original e legendas: é um cRássico da Sessão da Tarde mas duvido que hoje em dia voltasse a ser exibido no horário, com essa nova classificação etária que vigora na TV brasileira [e a consequente patrulha que a acompanha].

Beetlejuice é apenas o segundo filme do diretor Tim Burton [o primeiro foi As Aventuras de Pee-Wee Herman] e foi feito com baixo orçamento, mas este não foi o motivo dos efeitos visuais toscos: o diretor quis homenagear os filmes B que ele assistia na infância usando diferentes técnicas para obter os efeitos [marionetes, chromakey, maquiagem, stop-motion, etc.]. Barato, sim, mas bem-feitinho!

A história conta como uma família tradicional norte-americana tem que se adaptar aos novos tempos quando uma família yuppie [com uma filha gótica] de repente ocupa a sua casinha tradicional numa cidade pequena do interior, e como essa família moderna tem que aprender a pisar no freio e dar mais importância aos valores… bom, tradicionais.

A graça aqui é como isso se dá, as duas famílias convivendo na mesma casa: o casal Adam e Barbara Maitland está morto e devem assombrar seu próprio lar durante os próximos 125 anos, segundo sua conselheira pós-vida Juno. Eles são novos no assunto e não têm muita paciência para estudar o Manual do Recentemente Falecido, então cogitam contratar os serviços de um bioexorcista, ex-assistente de Juno, chamado Betelgeuse.

Nenhum parentesco com Ford Prefect, a propósito.

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