[TrueBlood] Beautifully Broken

Russeçl, rei-vampiro do Mississipi, e Talbot.

Russell, rei-vampiro do Mississipi, e Talbot.

Jesus! Está-se vendo que precisarei de um mapa de personagens pra dar conta de todos os subnúcleos abertos neste episódio – não que eu esteja reclamando, tou mais é achando ótimo. Pra começar, teve a volta do… ops. Peraê.

Primeiro, Titia Batata recomêinda a leitura da análise crítica do jornalista Alê Rocha no Portal Yahoo [spoiler free].

Tem também a entrevista do ator Allan Hyde, bem legal.

[Godric] has been in every war, on every side. Good, bad… everything. [Allan Hyde em entrevista para a HBO]

A partir deste ponto há spoilers.

Então, a volta do Godric. Na forma de flashbacks nas memórias do Eric, é claro. Este episódio, aliás, me lembrou um pouco do livro mais recente da série Southern Vampires Mysteries/Sookie Stackhouse Stories da Charlaine Harris [Dead in the Family], caus que tudo gira em torno da família.

Eu tou bem curiosa com o plot envolvendo Godric, Eric e os lobisomens, mas fiquei comovida ao perceber como o Godric ainda cuidava da educação do Eric na Segunda Guerra Mundial, um episódio muito recente para quem tem dois mil e mil anos de idade. Fico imaginando se isso tem a ver com a forma como Eric criou Pam, ela que é extremamente leal a ele da mesma forma que Eric foi leal a Godric.

É uma diferença enorme pra forma como Bill educa a Jessica. Bom, ele não educa, né? Tadinha da babyvamp, tem que pedir dicas pra Pam no banheiro do Fangtasia… Decerto o comportamento do Bill em relação à Jessica seja reflexo da relação que ele teve com sua criadora [oi, Lorena!]. Psicopedagogos devem saber melhor. Mas pode ser também que essa ausência da figura de autoridade na não-vida da ruiva seja apenas consequência do relacionamento de codependência entre Bill e Sookie. Ou talvez seja as duas coisas.

Agora, te contar… Às vezes tenho a impressão que Alan Ball é machista. Primeiro ele bota a heroína da história sempre dependente de um macho dominante, pintando-a como uma menininha de quem os adultos riem, complacentes, quando fica brava ou desafiante, e agora ele a coloca para chorar pro Eric, derretendo-lhe a resolução de ficar de fora do caso do sequestro do noivo. Não fosse pela Pam [que é crédito da CH, mas pelo menos ela não ficou OOC quinem a Sookie na TV] e pela Jess [que é a Sookie dos livros], eu acharia mesmo que ele é misógino.

Novos personagens

Russell Edginton e Talbot – Vampiro-Rei do Mississipi e seu consorte, responsáveis pelo rapto de Bill. Sinto cheiro de política vampira no ar, e tou gostando! Russell arma o plano para forçar a rainha da Louisianna a casar-se com ele, unificando os Estados. A Sophie-Anne dos livros é um animal político que sente as mudanças nos ares muito antes deles chegarem; a da série não consegue analisar a situação nem mesmo com o perigo chutando-lhe o traseiro: ela foi informada do sumiço do Bill pelo Xerife e nem ligou.

Cooter/Coot – lobisomem a serviço de Russell, seu pack executou o sequestro de Bill Compton.

Franklin Mott – vampiro que surge em Bon Temps e demonstra interesse por Tara. [Gente, o James Frain sempre foi magrelo assim ou as roupas de The Tudors é que disfarçavam?]

Ruby Jean Reynolds – a mãe de Lafayette internada num sanatório. Fala a verdade, ter a Alfre Woodard no elenco é um luxo, né? E que tal um enfermeiro chamado Jesus? Lafayette me abana, hahahaha!

Melinda, Joe Lee e Tommy Mickens – mãe, pai e irmão biológicos de Sam Merlotte. Bom veículo pra discutir aceitação e preconceitos, bola dentro.

Calvin e Crystal Norris – apenas uma introdução dos dois habitantes do distrito de Hotshot. [Pulsipher. O sobrenome da atriz que faz a Crystal é Pulsipher.]

Pontos altos

. Jason – eu não gostava do personagem nas duas temporadas anteriores e nem nos livros, mas nestes dois primeiros episódios foi o que mais me fez rir. O personagem desenvolve-se bem e agora combina com o ator.

. Terry – “Eu encontrei um filhote de tatu na beira da estrada, cuidei dele e agora ele dorme embaixo da minha cama.”  “Tenho diploma em controle da raiva. Nunca matei ninguém por acidente.” “Sookie, sempre gostei de você e sentiria sua falta se fosse assassinada.”

. Operation Werewolfe

Pontos baixos

. Esse foi do ep anterior, que esqueci de mencionar: Jason chama Hoyt de Bubba. Roteirista mau, não! Não mexa com o Bubba, ele é sagrado! Se não vai colocar o original na TV também não ferre coa mística do Bubba.

. Sookie – porque, né?, donzela em perigo é um pé no Ball. Maaas a-do-rei a descoberta do arquivo oculto na gaveta do Bill, tomara que essa trama siga a do livro! [Embora eu tenha rolado de rir quando ela confessa pro Jason que acha que qualquer sombra que vê pelo canto do olho é o Bill e que espera vê-lo entrar pela porta a qualquer momeno, dizendo “Sookeh”. :lol:]

Eric para Sookie: And that’s what I know about you: you’re so blinded in your obsession about Bill Compton you’re likely to run through the streets screaming ‘Werewolf bait!”

Um episódio para rever, sem dúvida – se não por nada, pelo menos para fixar as muitas tramas paralelas e não perder o fio da meada. 😉

Postmorten Season 3 Episode #1: Full Moon Rising


Link http://www.youtube.com/watch?v=6EMEwkmPQvs

Postmorten Season 3 Episode #2: Operation Werewolf


Link http://www.youtube.com/watch?v=f26k2ysZnOY

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15 comentários sobre “[TrueBlood] Beautifully Broken

  1. No geral gostei desse episódio, até da Sookie estava melhor, pois no anterior a achei insuportável, sua interação com o Eric foi incrivel – gostei muito, já que não tinhamos visto muito. Parece que sem a influência do Bill, a Sookie está ficando mais agradável, o Bill é sempre tão arrogante e controlador.
    Esses muitos núcleos está me incomodando, embora goste da maioria dos personagens teve vezes que me senti desinteressada, principalmente com o Sam ( o que eu quero ver é a história dos vampiros).
    Sim, eu também tenho a impressão que o Alan Ball é meio misógino.

  2. Ponto alto: o menu do jantar na casa do Russel. Me deu vontade de comer blood gelato e beber sangue cítrico (0% violência). 🙂
    A Sookie da tv é realmente chatinha e dependente. Mas sabe, ontem eu vi o primeiro episódio e ela não era tão donzela-em-perigo assim (não lembro onde ela se perdeu).
    Ela imitando o Bill falando Sookeh foi priceless!

    Gostei da análise Godric/Eric/ Pam e Bill/Lorena/Jessica. 🙂 Mas acho que o Eric sempre teve essa coisa um pouco humana, e por isso o Godric ainda estava tentando ensiná-lo nos anos 40, e pelo jeito não conseguiu.

    Em Six Feet Under as mulheres eram todas desequilibradas. Poxa Alan Ball, a Sookie dos livros é tão legal. (se bem que ele também deixou o Bill um chato).

    Cadê o Alcideee??

    O irmão do Sam tentou fazer com que ele fosse atropelado, ou foi impressão minha? Muito bom ele ser um pitbull!

    • aah, o jantar do albot! foi tanta coisa acontecendo que me esqueci de mencionar 😆

      se me lembro, a sookeh começou a donzelar depois que o blll deixou bon temps para ir a julgamento pela morte do longshadow. foi quando ela apelou pro sam ir com ela investigar a garçonete [que no fim era irmã do rene]. e o bill comçou a carreira de controlador logo antes disso, ao pedir pro sam tomar conta da sookeh enquanto estava fora.

      alcide, cade você, meu filho??

  3. Naomi, eu ainda não gosto da Sookie! Pelo menos agora, pelo que lí em alguns sites ela e o Beeeeeel vão ficar separados um pouco, quem sabe ela melhora, né?

    Sim, James Frain sempre foi magrelo. BEM MAGRELO rsss Mas acho que ele deu uma secada extra para True Blood, né?

    Estou sentido falta de top fazíveis Copa do mundo… tem tanto fazível á solta na África do Sul… yammmm

    Beijos

    • ah,chris, essa sookeh da tv sucks! ela só melhora um pouco longe do beeew. tenho uma teoria, mas é spoiler, vou botar no próximo post.

      eu tomei um susto com a magreza do james frain. como cromwell não parecia tão esquelético! vc viu o pecoço dele?

      quanto aos fazíveis da copa, bem que eu queria 😦 só consegui ver os jogos do #bra. quem sabe a partir ddas semi?

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