Heathcliff, it’s me, Cathy come home, I’m so cold, let me in-a-your window

Heeth Kwiff! Heeth Kwiff! *suspiro* Você deixou o gato assistir O Morro dos Ventos Uivantes de novo, não deixou?

Imagem: I can has cheezburger?

Na época em que eu usava o Multiply, montei um álbum com diversas versões da música Wuthering Heights, composta pela Kate Bush quando ela tinha 18 anos. Bush inspirou-se na adaptação de 1970 do romance da escritora inglesa Emily Brontë [O Morro dos Ventos Uivantes], a versão estrelada por Timothy Dalton no papel de Heathcliff.

A canção foi lançada em janeiro de 1978 e foi o carro-chefe do álbum de estreia de Kate [The Kick Inside], contrariando determinação da gravadora, que escolhera outra canção para divulgação. Kate insistiu em usar WH e ainda obrigou a gravadora a trocar a capa do disco, atrasando as vendas em cerca de dois meses. A música teve dois videoclipes produzidos, um para exibição no Reino Unido [o primeiro da lista abaixo] e outro para os EUA [a versão red dress].

Não encontrei todas as versões e covers – faltam a de Susan Egan e E-clypse feat. Jemma Price, que tenho na Ouvateca do Multiply em mp3, e outros que nem procurei muito, na verdade – mas taí. Divirta-se. 🙂

Letra e tradução [Cristine Martin]

Kate Bush vídeo oficial

Link http://www.youtube.com/watch?v=-1pMMIe4hb4

Kate Bush versão red dress

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Meme Literário de Um Mês | Dia 10

Dia 10 – Se você pudesse escolher um único livro para ganhar/comprar até o final do ano, qual seria?

Um, não, cinco – mas são sequências de uma série, então conta como um [/jogando verde]: os volumes já publicados em inglês da saga A Song of Ice And Fire [As Crônicas de Gelo e Fogo, no Brasil] do George R. R. Martin, que deram origem à série Game of Thrones/A Guerra dos Tronos. Aí você vai dizer: mas tem os três primeiros em português, Titia Batata.

Tem, mas depois do imbroglio da tradução eu tenho evitado qualquer coisa da editora que tem os direitos pro Brasil. Até o livro dos cadernos secretos da Agatha Christie preferi comprar em inglês porque a edição brasileira é da mesma casa. Não é uma edição espúria, porque pagaram pelos direitos da tradução; eu não tenho problema com a tradução portuguesa, já li alguns livros traduzidos lá e são ótimos – meu problema é com a aclimatação para o português brasileiro: fica esquisito, vira um Frankenstein.

Meu inglês não é tão afiado, mas prefiro arriscar com o original do que com o mundo desconhecido das traduções adaptadas.

Meme do  blog Happy Batatinha