Bola ou disco, o mundo é circular

Zero! Zero faíscas, ha ha ha!

Zero! Zero faíscas, ha ha ha!

Recebi a edição mensal do boletim Discworld, um dia depois de postar que um dos livros da série [provavelmente] está na lista de proibidos em uma escola norte-americana. Junte-se a isso o fato de que estou em débito com a rnt do ObjAbj e pronto, mais um post dedicado ao tema.

O editor do boletim costuma selecionar algumas das mensagens enviadas pelos leitores e as publica. Na edição #146 alguém comentou que tem um amigo que nunca, nunca lê, mas resolveu que ia ler um livro de vampiros que está no topo das vendas atualmente. Ele foi à biblioteca mas todos os exemplares estavam emprestados. O cidadão achou que seria falta de educação sair de lá sem pegar nada e acabou escolhendo um da serie Discworld [Moving Pictures / A Magia de Holy Wood] porque lembrou dessa amiga que sempre elogiava Terry Pratchett.

Lá pela página 12 ele já estava gargalhando [um efeito colateral que os leitores de Pratchett conhecem bem] e na página 20 ria tanto que perdeu o fôlego. Quando terminou, pediu indicações de mais livros para a amiga. Como a intenção inicial dele foi ler uma história de vampiros, ela indicou Carpe Jugulum, o 23º volume da série [sem tradução ou previsão de publicação no Brasil].

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Cedric Cullen, ou Edward Diggory

Estava a ler uma fanfic da Anise [Millions and Millions of Malfoys (And One Very Sleep-Deprived Ginny)] e apenas agora, no 12º capítulo, me caiu a ficha.

Alerta: o conteúdo da fic é NC-17, inadequado para menores de idade.

De acordo com essa história, Cedric Diggory não morreu no Torneio Tribruxo: ele foi vampirizado e mora atualmente nos EUA, fato que é um segredo de polichinelo na comunidade bruxa inglesa. No capítulo anterior, Ginny quase foi atropelada na parte trouxa de Londres. Foi salva por um par de mãos muito pálidas que desviou o carro antes que ele batesse nela de frente.

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