[TrueBlood] Never Let Me Go

Bill Compton e ERIC NORTHMAN

Bill Compton e ERIC NORTHMAN

As histórias de vampiros tradicionais costumam ser moldadas de acordo com a visão do mundo do Cristianismo, cuja estrita separação metafísica entre o bem e o mal gera imagens de vampiros como criaturas demoníacas, com um poder sedutor e destrutivo. Um tipo alternativo de ficção acerca de vampiros que surgiu nas últimas décadas, e hoje é a forma dominante no gênero, rejeita veementemente a visão cristã e favorece uma interpretação niilista com raízes no pensamento de Friedrich Nietzsche. Nessas histórias, o vampiro aparece como o herói (às vezes trágico, às vezes não) que supera a moralidade convencional. [William Irwin [Org.], Buffy a Caça-Vampiros E A Filosofia, cap. 1, 1º parágrafo]

O primeiro artigo do livro Buffy e a Filosofia prossegue com uma terceira visão do universo das histórias de vampiro, que é a “escola de ética conhecida como ‘eudemonismo’, que dita que a base da bondade moral é a realização da natureza humana em seu mais alto potencial” [parágrafo seguinte]. E foi neste ponto que parei a leitura, caus que estava usando os óculos velhos enquanto o atual estava na óptica repondo a lente que quebrei ao escorregar no banheiro. Longa história. Ou não, levou menos de 140 caracteres. Desculpaê, amiguinho do Twitter que está a reler isso. Voltando ao tópico, óculos velhos e ler no computador não combinam.

Este artigo português de Francisco Limpo de Faria Queiroz esclarece a diferença entre hedonismo e eudemonismo.

Chega de filosofia. Bamos ao que me trouxe aqui, em primeiro lugar. Não, não foi uma bicicleta. Prestenção. No quinto episódio da temporada, finalmente vemos a Sookie pensar e tomar a iniciativa, ê! *Bate palminha* Bom pra você, mocinha!

A partir deste ponto pode haver spoiler. Agite antes de usar.

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