Interativa | Música de abertura de série

@EmersonPardo lançou um pensamento ao léu e eu catei. Ele disse:

Acho que Friends, TBBT e True Blood são as séries com as melhores músicas de abertura.

Eu também gosto dessas três e acrescentei a de Gilmore Girls, mas desconfio que Tonhão não seja público-alvo desta série… Mas agora eu te pergunto: e tu, tem alguma música de abertura de série que gosta?

Gilmore Girls: Where You Lead – Carole King

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Minha semana em série

Três noites tranquilas e consegui pôr quase todas as séries em dia; faltam os episódios desta semana só de umas duas, eu acho. Por “desta semana” entenda-se os que passaram nos Estadozunidos, não aqui. Sabe-se lá quando é que serão exibidos no Brasil… De qualquer forma, avisado esteja: os comentários a seguir podem conter spoilers. Tentei evitar, mas sabe como é: eles escapam.

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Top5 livros lidos em 2009 [e o Bottom3 também]

Pensei que não conseguiria, mas com uma ajuda do Skoob tenho um registro praticamente completo do que li em 2009 – foi  uma boa média, pouco mais de um por semana. Claro que teve uns que dei cabo em duas horas e outros que consumiram semanas, mas é pra isso que serve a média, nué? ;)  Tenho a sensação que esqueci de marcar uns ebooks e livros de estudo. Se esqueci, são águas passadas. Vamos em frente.

Começando pelos cinco livros de que mais gostei em 2009 em ordem cronológica de leitura [o link leva ao respectivo post em que comentei o livro]:

Morto Até O Anoitecer e Dead Until Dark [li ambos] – Charlaine Harris

minúsculos assassinatos e alguns copos de leite [idem] – Fal Azevedo

A Vida Secreta das Abelhas [Secret Life of Bees] – Sue Monk Kidd

Como Água Para Chocolate [idem] – Laura Esquivel

The Undead and Philosophy – Chicken soup for the soulless [idem] – Richard Green e K. Silem Mohammad

Agora a lista dos livros lidos que nem estão no Top5 nem no Bottom3, em ordem quase cronológica [preferi agrupar os de mesmo autor, mesmo que os tenha lido ao longo do ano]:

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Top Olhinhos Puxados Fazível

John Cho

John Cho

John Cho, ator e músico sul-coreano radicado nos EUA [nasc. 16/06/1972]. Formado em Inglês em Berkeley [Univ. da California], chegou a dar aulas num colégio. É o Harold da dupla Harold & Kumar, com o Kal Penn – ele foi um dos pacientes da semana em House, mas sua participação foi antes da entrada de Kal no elenco fixo da série. Substituiu George Takei no papel de Hikaru Sulu no Star Trek novo e atualmente está na série FlashForward [que preciso começar a ver...].

Domingueiras

Agora é tempo de cigarras e os gatinhos estão num estado de felicidade tão grande que dá até pena ralhar quando eles trazem mais uma pra dentro de casa.

Momento Post-it: Os Sete Samurais do Kurosawa no TCM, 25/10, às 22h.

Um jornalista que eu gosto: André Trigueiro, da GloboNews.

Exterminador de produtividade: ScienceBlogs. Aglomerador de blogs brasileiros sobre ciência, cultura e política.

A Jorge Zahar Editor publica livros lúdicos de ciência. São poucos títulos, comparado com as centenas da coleção Ciência Aberta da portuguesa Gradiva, mas tá valendo. A JZahar editou a versão brasileira de O Estranho Caso do Gato da Sra. Hudson do Colin Bruce, que eu tenho na edição da Gradiva.

DVD Harry Potter e o Enigma do Príncipe na pré-venda: só vou escolher nonde comprar depois de ver quais os brindes disponíveis em cada loja.

Dudley Dursley, o primo valentão do Harry Potter, é neto do Doctor Who, o segundo. É engraçado pensar que Dudley e o décimo Doctor Who quase estiveram no mesmo filme [O Cálice de Fogo].

Crítica de Peter Ingham para Unseem Academicals do Terry Pratchett no Telegraph.

Duas novas farmácias inauguradas na mesma semana em Pedra Lascada. Agora são dezessete no total, numa cidade de 19mil habitantes.

Oito dias de sinal aberto HBO, três filmes: Treinando o  Papai, O Clube de Leitura de Jane Austen e… esqueci o terceiro.

Depois do feriado o padre no meio da semana, dona mãe ficou confusa das ideias: “dia de Nossa Senhora é feriado só em Pedra Lascada ou em São Paulo?”

Capoeira em dois momentos:

O brasileiro Mestre Ponciano no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo

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Touch of Evil / A Marca da Maldade

Pôster do filme

Pôster do filme

Contém spoilers.

Na primeira vez que assisti ao filme A Marca da Maldade [Touch of Evil, EUA/1958] a única coisa que eu sabia era que se tratava de uma obra do Orson Welles. Ao final dos primeiros três minutos e vinte e seis segundos já estava de joelhos, boquiabrida.

A sequência inicial, filmada num único take [não sei se é o termo correto: quero dizer sem cortes de câmera], inicia-se com um vulto armando uma bomba que é colocada no portamalas de um carro. Um casal toma o carro e dirige pelas ruas, a princípio vazias mas que vão ficando mais e mais cheias de gente conforme se aproximam da fronteira entre os EUA e o México. O aumento do número de pessoas e a passagem do tempo aumentam a tensão – e, o melhor, sem musiquinha de tensão!

A trilha sonora da primeira versão que vi desta cena [sim, são duas, depois falamos sobre isso] é de Henry Mancini e tem um ritmo tropical que parece não combinar com o clima noir do filme. No entanto, e apesar das queixas de Welles, combina.

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House e a Filosofia – Todo mundo mente

Capa de House e a Filosofia

Capa de House e a Filosofia

Levanta a mão aí quem é fã da série House.
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Fã é um trem engraçado, né, costuma vasculhar por tudo o que se refere ao objeto de adoração. Foi por isso que li “A Ciência Médica de House” no ano passado e é em parte por isso que li “House e a Filosofia – Todo mundo mente” agora. A outra parte é porque já li dois outros dessa série de livros e gostei bastante – por coincidência, os dois únicos que tiveram um segundo volume: Harry Potter e Matrix.

O grande problema desses livros que se dedicam a estudar obras seriadas é justamente esse: para aproveitar o momento, eles são publicados enquanto as tais obras ainda são exibidas. O primeiro livro sobre Matrix só analisa o primeiro filme, o primeiro livro sobre Harry Potter só analisa os cinco primeiros livros e este sobre House analisa as primeiras três temporadas e meia. Nesse caso em especial é uma pena, caus que o final da quarta e a quinta temporada apresentaram questões que se prestam melhor à filosofia, comparada com as anteriores.

Mesmo assim, é uma leitura que vale a pena!

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Vertigo / Um Corpo Que Cai

Pôster fo filme

Pôster do filme

Semanas atrás consegui finalmente assistir a um pouco de TV em casa e tive a sorte de pegar Um Corpo Que Cai [Vertigo, EUA/1958] logo no começo no TCM. Com isso, é menos um na minha lista de pendências cinematográficas, iei! Agora só faltam, xeu ver… err… ah, uns vários aí, o que inclui quase toda a filmografia de Alfred Hitchcock. Como virei fã do James Stewart depois de Meu Amigo Harvey, fiquei foi bem contente por ver justamente um com o ator no papel de um policial aposentado depois de desenvolver acrofobia, pavor de altura. A pessoa que sofre deste mal psicológico sente tonturas ou vertigem em lugares altos – daí o título original, Vertigo.

Em um dos sites que pesquisei, dizem que um cameramen de Hitchcock foi quem inventou aquele efeito de aproximação da câmera que simula o efeito da vertigem quando o personagem de Stewart sobe as escadas e olha pra baixo, tecnicamente chamado de “trombone shot” ou “contra-zoom”.

O suspense se passa em San Francisco. Muitas vezes li em resenhas de outros filmes ambientados em Nova Iorque o seguinte lugar-comum: “a cidade é personagem do filme”. Esta foi a primeira vez em que pensei em usar esse clichezão, porque as ruas tipicamente íngremes de SF foram indispensáveis para criar o efeito labiríntico da primeira metade do filme.

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Flaming Sambuca

House S05E22

House S05E22

Sambuca é um licor italiano feito com álcool [42%], solução concentrada de açúcar, óleo essencial de aniz-estrelado [Illicium verum], sabugueiro e outros flavorizantes. É aparentado do grego ouzo [aguardente de uva aromatizado com aniz]: transparente quando puro e leitoso se se acrescenta gelo.

Se um dia lhe oferecerem um “Sambuca com mosca” não faça cara de nojo: a “mosca” é um grão de café torrado, que pode ser mastigado para enfatizar o sabor do aniz e essa bebida é oferecida como um digestivo. Como é um licor muito doce, é usado também para adoçar o café.

Por causa do seu teor alcoolico, é ótimo para preparar drinques flamejantes [o próprio Sambuca com mosca é feito assim], mas deve se tomar alguns cuidados:

. ele emite uma chama azulada que não é perceptível em ambientes iluminados – mesmo assim, não é muito aconselhável prepará-la em morgues -;
. use copos de vidro grosso, ninguém quer ser atingido por estilhaços de fino cristal;
. um simples guardanapo de papel posto sobre a borda do copo apaga o fogo, não use a mão – Chase, tou falando com você!;
. espere a borda do copo esfriar antes de beber – House, agora é com você!;
. criança que brinca com fogo faz xixi na cama.

Segundo um carinha no Yahoo!Answers, a bebida flamejante pode ser feita ainda com Everclear ou Bacardi 151. Imagino que Absinto também faça o truque [lembra do Johnny Depp no filme Do Inferno?].

Sambuca com Mosca
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