Poltergeist – O Fenômeno

O dvd não-especial

O dvd não-especial

No decorrer das últimas duas décadas [véia é a sua avó] assisti a Poltergeist [EUA/1982] pelo menos umas doze vezes. Sempre dublado, sempre à noite – na maioria das vezes de madrugada – e sempre já começado. E sempre me assustava tanto que não conseguia dormir depois, tinha que deixar a luz acesa e a cabeça debaixo do futon.

Titia Batata é cagona, sim.

Daí ontem resolvi assistir ao DVD do filme – não a edição comemorativa de 25 anos lançada em 2007, a comunzinha mesmo. Foi a primeira vez que vi os cinco minutos iniciais, que são o que dão o tom que a trama vai desenvolver nas quase duas horas seguintes.

Essa edição não traz a opção de áudio dublado, então prestei tanta atenção nas entonações originais que não senti nem um pouco de medo desta vez. Eu tinha planejado assistir durante o dia mas, com uma coisa e outra, quando vi já era quase 23h. Me preparei psicologicamente com a luz forte e o edredon [nesse calor!] e no fim nem precisou, heh.

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Scream Awards 2008

“I believe whatever doesn’t kill you makes you stranger!” – The Joker – The Dark Knight

Um troféu que é uma arma

Um troféu que é uma arma

Na sexta-feira passada, dia 31, o canal TNT exibiu a terceira edição do Scream Awards, premiação dedicada aos gêneros ficção científica, fantasia e horror em cinema, séries de tv e quadrinhos. Eu assisti a do ano passado mas não me lembro direito, infelizmente… A de 2008, além de inda estar fresca na memória, tá baixada no computador. 8)

Este post não entra na categoria Troféu PdUBT caus que o PdUBT é dedicado ao pessoal que se leva a sério – não gosto de usar a palavra “irreverência” porque acho-a batida, inadequada e na maior parte das vezes confundida com pura falta de respeito [o que, no fundo, é o que significa mesmo] mas no caso do Scream não tem jeito. A platéia comparece fantasiada ao evento, as estrelas vão com roupas de coquetel [e não de gala], o clima é rock’n’roll, é um outro mundo – mais próximo do meu!

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They’re here!

Confesso que não sou grande fã de filmes de terror – ou melhor, são poucos os que me afetam de verdade. Não considero ‘terror’ filme sanguinolento ou com excesso de tripas e fluidos corporais e nem filme de susto, niqui a musiquinha vai crescendo até que o palhaço pula de trás da porta e faz “bu!”.

Dos que me fizeram gritar e não dormir três dias seguidos tá o primeiro Poltergeist, de 1982. Vira e mexe passa no SBT de madrugada, toda vez que descubro assisto. E toda vez grito e fico sem dormir, igual aqueles ratos burros da propaganda de cerveja: a historinha da família que descobre “espíritos brincalhões” dentro de casa e tem que resgatar a caçulinha seqüestrada pelos ancestrais do Pirraça com a ajuda da média Tangina é viciante. Só dou um pouco de risada com a dublagem, caus que o pai a chama de ‘querolaine‘ e a mãe de ‘querol eine‘ [pra variar, a mãe é que tá certa: o nome da garotinha é Carol Anne e não Caroline].

O filme completa 25 anos em 2007 [ayjizuis, o tempo passa...] e vão soltar uma edição comemorativa em outubro. No Brasil sai no dia 25 e já está na pré-venda – e eu na fila.

[Anturdia, numa das reprises de House, ele gritava pro paciente "don't go into the light!" Eu adorei.]