Vou cantar-te nos meus versos

Dirty Sexy Money - S02E03

Dirty Sexy Money - S02E03

O Marcus enviou o link de um post a respeito de True Blood [senquiu!] de um blog que eu não conhecia ainda, o Fora de Série. Ae fui xeretar, né?, e achei uma série de posts com o tema O Brasil nas séries.

São printscreens de cenas em que o Brasil é mencionado de alguma forma na séries norte-americanas, seja numa latinha de Guaraná Antarctica na mão do Chase em House [me passou despercebida!] ou prostitutas ilegais chamadas Rio traficadas pelo gigolô Os Punho em CSI.

A autora do blog Camila Saccomori iniciou a série de printscreens na semana passada e aceita colaborações dos leitores. A minha é esta vista incrível de São Paulo no terceiro episódio da segunda temporada de Dirty Sexy Money [The Star Witness], aquele em que o Brian vem resgatar o filho que Andrea deixava à noite com a babá, a viúva de um criminoso de guerra nazista.

Ainda a respeito de séries: agora a gente já sabe o que é lupus e doença de Huntington, mas e amiloidose? A Cristine Martin explica no blog Rato de Biblioteca.

Yo [no] soy Betty, la fea

Ana Maria Orozco, a Betty original

Ana Maria Orozco, a Betty original

Um Antigo uma vez me disse que a melhor forma de evitar decepções é manter as expectativas baixas. Geralmente eu esqueço desse conselho pessimista, mas lembrei dele quando começaram a aparecer as primeiras notas a respeito da adaptação brasileira de Betty, A Feia na Record. A cada novidade publicada baixava ainda mais a expectativa.

Na semana passada, por exemplo, disseram que a autora responsável pela adaptação brasileira voltou do México com a incumbência de refazer tudo porque tudo foi rejeitado pela Televisa, a dona dos direitos [embora eu não entenda por que a mexicana Televisa e não a colombiana RCN, o canal que produziu e exibiu o original de Fernando Gaitán. A Televisa produziu a paródia A Feia Mais Bela, com a Angelica Valle no papel de Letty].

Primeiros nove minutos e meio da original colombiana.

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Karate Kid – A hora da verdade

Encera carro, pinta cerca, depois caratê.

Encera carro, pinta cerca, depois caratê.

A notícia de que o ator Ralph Macchio foi confirmado no elenco da série Ugly Betty [como personagem recorrente!] trouxe uma enxurrada de memórias na minha cabeça. Macchio pode fazer um quazilhão de filmes na vida mas não adianta: será lembrado sempre pelo papel de Daniel-san na série de filmes Karate Kid, cRássico da Sessão da Tarde nos anos 80 e início da década de 90.

O primeiro filme [The Karate Kid, EUA/1984] gerou tantos ícones na época que nem sei por onde começar… Pelo Senhor Miyagi, um japonês okinawano que pratica o zen, pela fofa da Elisabeth Shue, pelo golpe “garça em teto de zinco quente”?

A história em si é bobinha e cheia de clichês: garoto [Macchio] que se muda para uma nova cidade tem que se adaptar no colégio e vira alvo dos bullies. Procura a academia local de artes marciais para aprender a lutar mas os bullies freqüentam a tal academia, a Cobra Kai. Ele convence então o zelador do condomínio onde mora [Pat Morita, indicado ao Oscar e ao Globo de Outro como Ator Coadjuvante por este papel] a ensinar-lhe caratê para defesa, enquanto conquista a garota mais bonita da escola [Shue]. No fim, Daniel-san e o bully-chefe se enfrentam numa competição.

Miyagi: Nós fazemos pacto sagrado. Eu prometo treinar você, você promete aprender. Eu falo, você faz, sem perguntas.

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Matutando

Com esse boato de que a rede Record vai adaptar a novela Yo Soy Betty La Fea no Brasil, fico imaginando quem será escalado pros papéis principais.

Se tomarem por base a trama original será uma atriz bonita que passará por feia na maior parte do tempo, com uma boa dose de comicidade e ternura em medida igual, o que complica porque as opções que me vêm à mente só conseguem uma ou outra, não ambas ao mesmo tempo.

O papel masculino principal provavelmente será o interesse romântico de Betty igual na novela e não apenas um bom amigo, o que aconteceu na série norte-americana. Tem que ser um ator que não seja suave, capaz de interpretar um crescimento moral lento e constante ao mesmo tempo em que age como um cafajeste.

Quem, Grande A’Tuin, quem do cast da Record tem essas características?

Cabei de perceber que nunca escrevi cafajeste antes, tive que procurar no dicionário se era com G ou com J.

Belga, Madame. Não francês!

Graças à dica da Fernanda [senquiu!] consegui completar os episódios de Ugly Betty antes do previsto no IsLife. Já baixei até o ep 10 da 2ª temporada, e só faltam mais 8 pra terminar de assistir. É uma delícia ficar catando citações, referências, participações especiais, curiosidades… Tem muita referência ao Brasil, de modelos [Gisele, Alessandra, Adriana] à edição brasileira da Mode e, é claro, a cirurgias plásticas.

No episódio Swag, Betty chega mesmo a falar português com a recepcionista da Casa Brazil. O português da atriz America Ferrera não é mau e soa brasileiro, levemente acaipirado por causa do R puxado, ao contrário da recepcionista pretensamente brasileira que tem um sotaque definitivamente lusitano. Bom, acho que devo me dar por satisfeita porque pelo menos não colocaram alguém falando espanhol, né?

Pedido nas AmericanasPapa Poirot também fica bravo quando os ingleses acham que ele é francês, porque a nacionalidade faz parte da identidade da pessoa. Da personagem, digo.

Pucca chorandoEu não chego a ficar [muito] brava mas me incomoda o jeito genérico como tratam os orientais: tem olho puxado é japonês. Imagino que chineses, coreanos, tailandeses, malaios também não gostem muito. Recebi um exemplo perfeito disso na semana passada quando mandaram emeio avisando que a agenda da Pucca que encomendei tinha sido despachada. Decerto acharam que só porque a Hello Kitty e o Keroppi são japoneses, todo personagem infantil também é.

Custa pesquisar um pouco?