[S] Objeto de desejo

Um hipopótamo flatulento, igual o da Abby em NCIS.

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Contém spoilers, clique por sua conta e risco: opiniões divergentes sobre o livro final da série Harry Potter.

Cora Rónai: “Para muita gente, o retumbante sucesso desses sete livros é inexplicável. Tenho amigos que tentaram ler o primeiro volume sem qualquer preconceito — na época, Harry Potter era apenas um best-seller, não um case de marketing — e não conseguiram passar da página 20. Sim, claro, a prosa da autora é banal; e claro, claro, nem tudo tem uma lógica perfeita na história. Mas quem teve a sorte de ser fisgado pela magia de Hogwarths não se deixou abater por esses detalhes; o que J. K. Rowlings oferece compensa, de sobra, o que eventualmente lhe falta.”

EntreLivros: “Em março de 1940, na ‘meia-noite do século’ que marcou a profundidade do pacto entre Hitler e Stálin (ou, em outras palavras, um tempo no qual a civilização estava ameaçada pela aliança entre dois Voldemortes, ou ‘Você-sabe-quem’), George Orwell reservou um tempo para examinar o estado de coisas da ficção de fantasia para jovens. E o que ele encontrou (em um ensaio chamado ‘Boys’ Weeklies’) foi um extraordinário nível de adição à forma de história que era apresentada nas escolas inglesas.”

Nem precisa mais da série de postes Potterices depois deles.